Depois de conseguir aparecer nos charts coreanos com o debut horrendo, MEOVV já está de volta com mais um single horrendo, “Toxic”. Esse comeback conta com duas title tracks, e o MEOVV teve que escolher entre promover primeiro a música chata ou a música ruim. O grupo escolheu a música chata, então hoje tivemos o lançamento do MV para a faixa título desse comeback:
Quando a música começou eu achei que “Toxic” ia para um lado synthpop mais emotivo e emocionante no estilo de “we can’t be friends” da Ariana Grande e eu achei promissor. A produção mais intimista está ali, os vocais mais vulneráveis estão ali também, tudo pedia por um discreto batidão que desse a intensidade e melancolia certas para “Toxic” funcionar… Mas a música chega ao fim e esse batidão não chega. Na verdade, os 3 minutos da música e absolutamente NADA acontece em “Toxic”, o que é bem chato.
Chega a ser agoniante perceber como a música é um grande nada que não chega em lugar nenhum. Cada parte parece um aquecimento para servir um grande batidão e um grande “Agora vai” vinha em minha mente, mas nunca vinha. O refrão é uma chatice e isso acaba fazendo o resto da música ladeirar e virar um mar de tédio, especialmente por não ter um gancho ou algum elemento no instrumental que bata mais forte. É impossível destacar algo positivo ou negativo aqui pois a música parece seguir uma linha reta, sem qualquer nuance que tenta explorar e arrebatar os sentimentos do ouvinte (Que costuma ser o que se destaca em músicas desse estilo). As meninas até se esforçam, mas não tem muito o que fazer com uma produção que só me faz dar aquele suspiro mais decepcionado.
O que sinto ouvindo “Toxic” é o mesmo que senti ouvindo aquele departamento das punhetas torturadas de Taylor Swift: A ideia de fazer um pop intimista, com certa profundidade e romântico está ali, mas tanto o Jack Antonoff perdeu a mão quanto o Teddy nunca soube fazer, e o resultado é um saco. O caso do MEOVV é um pouco menos alarmante por não se tratar de um álbum chato de 31 músicas, mas é até difícil acreditar que isso é uma música de verdade e não uma demo de tão morna que é. A sensação de um grande “vazio” que a música passa não vai pelo sentido mais triste que me conecta pela vulnerabilidade, mas sim porque esses 3 minutos passam e é como se não tivesse dado um play em nada mesmo.
Entendo a ideia de fazer algo mais bonito de ouvir e dou alguns pontos pelo Teddy tentar lançar algo menos óbvio, mas “Toxic” parece implorar por algo mais grandioso na interpretação ou uma cafonice mais sentimental na melodia e o Teddy (Por algum motivo) optou pelo mais básico e discreto mesmo, e acabamos com um comeback onde o single é uma música que, da forma mais tediosa possível, existe. De qualquer forma, “Toxic” é uma música que tem um público alvo, então se você passaria o dia xingando a Carol Prado no twitter toda vez que ela citasse a loirinha em qualquer lugar (Ou só gosta do The Tortured Poets Department), acho que “Toxic” vai fazer muito pela sua playlist mais melancólica.
O ponto de não entender o idioma sempre me pega muito em músicas mais intimistas e lineares, então sempre fico dependente de ganchos e também de qualquer afeição que eu tenha por quem tá cantando. Acaba que TOXIC não entra em nenhum desses parâmetros.
O que é uma pena. O timbre delas é bom de ouvir e a qualidade do audiovisual também é boa
A música é boa, traz uma sensação de calmaria, mas tbm acho que o Teddy podia fazer um trabalho melhor…, as meninas mostraram que são talentosas. Tô apaixonada em TOXIC, mas concordo que o Teddy ainda tem muito o que fazer com o MEOVV, mas assim né, é a The Black Label, o que a gente podia esperar…
teddy ao invés de ir trabalhar no debut do izna, fica tentando ser artista com essa pataquada.
adm forçou mt pra ter pauta no blog essa música tá ótima e gostosinha e elas entregaram exatamente oq foi proposto: um pré single mid tempo que explora os vocais delas e bem diferente do que o grupo lançou no debut. acho q nem tudo pracisa ser um milkshake de instrumental perambulante ou sei lá oq vcs esperavam pra ser bom e ouvivel, uma produção minimalista e uns vocais mais claros já bastam.
Apenas concordo.
Para mim uma música mais linear e calma tem seu valor em um álbum, principalmente se tratando de um pre-release da (THE BLACK LABEL) a empresa das “piranhas poderosas” e SOMI, que não tá muito longe disso.
Todas as integrantes tiveram seu momento e mostraram seus vocais mais suaves e emotivos, provando que sabem cantar e não gritar, ao contrário de algumas queridas da empresa vizinha…
A Narin foi uma surpresa a parte, que brilhou e tomou todo destaque da era para ela.
O segundo pré-refrão onde ela canta com seu vocal mais fragilizado e ao mesmo tempo poderoso, uiii!
(Essa parte pareceu a Jisoo cantando, e isso é um ponto positivo aqui)
Escutei 10 vezes a música ontem, e 4 hoje… É sobre isso!
Já até saiu teaser do MV amigo… Vc tá atrasado viu!
Eu gostei da música. Essa música é um pré single a title vai ser lançada acho q semana que vem é aí devem voltar com um batidao.
E gosto muito das meninas e elas são talentosas. Elas arrasam nas performances ao vivo, tem uma voz boa, dançam bem e pelo que vejo tem uma personalidade própria, não vejo elas querendo ser as herdeiras do blackpink.
Os coreanos engoliram elas depois que elas foram em programas e mostraram que sabem cantar. Morro que o Marketing dos grupos hoje em dia é mostrar que sabem cantar. Todos dispostos a tripudiar da hybe kkkkk babymonster mesmo pegou top10 com sheesh embalado pelo hate no illit e le sserafim em abril.
aquilo né, a parte da produção de uma música só eleva ela até certo ponto. se os cantores não conseguem tornar ela interessante pelos próprios vocais ao vivo sem ajuda de autotune é foda. o bang pd enche a boca pra falar do tal “star quality”, mas só ele não leva longe
Quando ouvi os teasers, pensei que seria aquela música com sintetizadores tipo After We Ride do Brave Girls (não que se pareçam, mas a vibe), e então vem essa música que não posso dizer ser ruim, porém esperava alguma mudança, seja no segundo verso, segundo refrão, e quando ela parece que terá um gancho para subir o nível, simplesmente termina.
Apesar disso, gostei que mostraram um outro lado do grupo. Elas me parecem menos forçadas do que o BayMon.
E ainda tenho baixas expectativas no Izna depois destas músicas.
É melhor que aquela bomba que foi o primeiro single delas.
As vozes são agradáveis, mas é isso, parece o mesmo tom de voz por três minutes. Zero personalidade, se me falassem que são apenas duas pessoas cantando, eu acreditaria.
Agora, tem alguma batida nesse instrumental que me incomodou muito.
Entendo total vocês blogueiros preferirem que seja uma música ruim do que uma música chata pra poder dar pauta, mas eu juro que prefiro trocentas músicas assim àquelas bagaceiras horrorosas como MEOV 💀
Fiquei pensando.. como pode ter sido ESSA a música escolhida pra elas voltarem .
A SEGUNDA música do grupo pro público é esse negócio completamente porao dos poetas torturados, sem graça, morto, nada marcante, irrelevante
O final eu achei até que interessantezinho, como sempre, é a única parte das músicas que o teddy se interessa em fazer uma coisa mais legal.. teddy, melhore
Eu tive a mesma impressão, eu escuto essa música e é a mesma coisa que ficar numa sala em silêncio completo, passou a música inteira e eu achei que era só a Ella Gross cantando.
Prefiro mastigar minha própria língua, com ela ainda presa ao meu corpo, que dar play em uma música “produzida”, modo de dizer, pelo Teddy.
Esse post eu discordo de você, achei a música um 8/10 e olha que nem gosto de músicas assim. Gostei muito da interpretação e fiquei meio em choque com os vocais que elas tem, para mim elas são um sucessor melhor do black…., elas tem o charme. Agora body eu achei legal, mas não UAU. Espero que músicas melhores, já ouvi TOXIC umas 5 vezes hoje.