I.O.I vai comemorar 10 anos de debut com o EP “LOOP” no próximo dia 19 com o EP “LOOP”. A faixa título é “Suddenly”, que ganhou hoje o seu 1º teaser com a Somi surgindo “do nada” (Daí o nome do comeback, sacaram? O verso fechando?) na frente da Doyeon e roubando um beijo dela. Junto a isso, uma batida que sugere que a música será o sequilhonésimo synthpop que será aclamado nesse blog:
Acho meio forte definir qualquer grupo de K-pop como o PIOR da atualidade, mas admiro o esforço do CORTIS em conseguir esse título. Hoje o grupo lançou o segundo EP “GREENGREEN” e eu pensei “Ah, agora vem aí aquela porcaria de YCC para eu falar seguramente como é uma das piores músicas já feitas”… MAS NÃO, eles tem truques guardados na manga, e o que tivemos hoje foi o lançamento do MV de “TNT”, que é tão “pior música já feita” quanto:
Eu só descobri ONTEM que o BABYMONSTER estava para fazer comeback com o novo EP “CHOOM”, e pelo jeito eu não fui o único devida a curiosa estratégia da YG não divulgar nada além de fotos. Sem prévias de tiktok, sem teasers, sem dicas do que seria esse comeback… Só fotos conceituais e um sonho. Acho que a YG quis pegar a galera com o fator surpresa ou algo do tipo e todo mundo ficar GAGGED com o hino na hora do lançamento, mas aí veio o MV de “CHOOM” e… É isso?
O ILLIT já havia me surpreendido com a ótima “It’s Me” sendo o melhor pancadão techno da HYBE no mês de abril, mas não criei muitas expectativas na hora de ouvir o EP pois a BELIFT parece ter uma forma mais “café com leite” e inofensiva de fazer os mini álbuns do grupo. Então fiquei positivamente surpreso do quão bom foi ouvir o “MAMIHLAPINATAPAI”, não exatamente por ter algo muito fora das expectativas ou com a mesma adrenalina do single, mas porque parece que todos os astros das trendings musicais se alinharam nos estúdios da BELIFT unicamente para criar o EP mais cativante da carreira do ILLIT até aqui:
Ter um blog para dar pitaco sobre lançamentos da cultura pop e estar disposto a ser chamado de hater de todas as coisas que você está disposto a falar “não gostei” e expor motivos para isso. E em todos esses anos de blogueiro, já fui hater de quase todos os grupos de K-pop possíveis para todos aqueles que, algum dia, caíram em algum post daqui por conta do algoritmo jogar na cara um título crocantíssimo na telinha do celular. Então, para equilibrar um pouco as energias, nada melhor que fazer um post positivo, focado apenas em coisas para falar bem dos grupos e mostrar que, na real, eu não tenho nada contra a maioria dos artistas e grupos de K-pop (Fora as tranqueiras que chamam de música).
E, para começar essa nova série de posts, um grupo que se esforçou muito para eu odiar nesses últimos 10 anos: O BLACKPINK. Responsável por algumas das maiores bombas da 3ª geração do K-pop, será que tem algo que eu consiga falar bem desse grupo? A resposta é SIM. Então, segue o post para listar 5 coisas envolvendo o BLACKPINK para elogiar e mostrar que elas merecem essa coroa de maior girlgroup com a menor discografia da geração delas:
O post por pix dessa semana é nostálgico. Afinal, já fazem mais de 12 anos que eu fui impactado pela existência do FEMM e a audácia de 2 garotas fingindo que são manequins e twerkando na tela do meu computador repetindo “Fxxk Boyz Get Money” até a exaustão. O pix de hoje me pediu para elencar as melhores músicas dessa dupla que abalou o mundinho de blogueiros e adjacentes na década, e o Top Top.jpg de hoje está aqui para trazer 10 músicas para conhecer/relembrar a magia desse pequeno grande grupo do J-pop. Sem mais delongas, vamos ao post:
Se você ainda tem o sonho largar o CLT 6×1 para ser uma integrante de girlgroup mas não tem mais 15 anos, não é uma garota e não tem contatos para arranjar uma gravadora coreana fundo de quintal para fazer seu debut acontecer, A MNET ESTÁ DE VOLTA!!! Hoje, a emissora anunciou que as inscrições para o Girls Planet 2 estão ABERTAS e VOCÊ, que nasceu antes de 2013 e se identifica com os pronomes ela/dela e elu/delu, pode participar (Sim, Cocona pavimentou o caminho e a cultura WOKE chegou na MNET a ponto de incluir pronomes neutros no material de divulgação). Se você será chamada? Aí já é outros 500:
Tem um tempo que a gente não ouve falar de um comeback do Billlie. Tivemos um single “cloud palace” lançado há alguns meses mas, como o nome ~false awakening~ da música diz, era um alarme falso só para notificar que elas estavam vivas mesmo. Mas agora elas estão de volta pra valer com o 1º full album “the collective soul and unconscious: chapter two”, que será lançado no dia 6. Antes disso, tivemos o lançamento da performance de uma músicas do álbum “WORK”, que está me fazendo trabalhar nesse dia do trabalho ao invés de gastar meu dia maratonando o anime gay do Nakamura lá:
Eu estava extremamente curioso para esse comeback do ILLIT não só por parecer ser uma fritação techno que daria uma personalidade mais intensa para o grupo como pela comadre The Deep ser uma das responsáveis pela criação da música. Confio no taco da The Deep na hora de produzir uma fritação homossexual, então fui de coração aberto hoje dar play em “It’s Me”, faixa principal do 4º mini álbum do grupo “MAMIHLAPINATAPAI” (… O que raios é um “MAMIHLAPINATAPAI”?):
Quando se fala de ex-SISTAR, todo mundo pensa automaticamente na Hyolyn. Uma das grandes negonas da 2nd gen do K-pop, a gata se mantém com relevância na fanbase lançando singles de R&B mais sexy para pagar calcinha num estúdio fechado ou singles de verão para pagar calcinha na praia. Mas ela não é a única ex-SISTAR que está aí tentando a sorte na música coreana, sabia? A Soyou também está na ativa e, mesmo de forma mais discreta com o povão, chamou a minha atenção desde que foi parar nessa MAGIC STRAWBERRY SOUND e abalou a minha playlist de 2025 com o hino “PDA”.
Hoje, a Soyou lançou seu TERCEIRO mini álbum (!!! Tive até que dar uma olhada no perfil dela na apple music para saber quais eram os outros dois) “Off Hours”, com “See Through” e “Girl” sendo os singles principais desse comeback: