Pabllo Vittar senta na cidade de São Paulo no MV de “TIC TIC” do NMIXX

No mês passado o NMIXX e a Pabllo Vittar lançaram mais uma parceria chamada “TIC TIC”, que ganhou alguns vídeos com a passagem do grupo no bloco da Pabllo no carnaval mas só teria o MV oficial no dia 23 de março pois o timing de 2005 da equipe da Pabllo é algo contagioso, aparentemente. Se era para enrolar tanto, porque não lançaram no dia 25 de março e fizeram um link com o vídeo sendo filmado na RUA 25 de março? Mas enfim, o dia 23 chegou e o MV de “TIC TIC” (Junto com o MV da Yuna do ITZY, pois o calendário da JYP é uma zona) está entre nós:

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Yuna é bonita, adorável, doce e mantém o bom nível dos debuts solo do ITZY com “Ice Cream”

Depois da Yeji conseguir um debut solo muito bem sucedido ~na minha playlist~ com “Air”, chegou a vez da Yuna debutar solo com seu 1º mini álbum “Ice Cream”. Talvez ela dê um pouco mais de sorte com o atual momento do ITZY vingando “THAT’S A NO NO” como b-track velha viral, mas a fórmula é a mesma: 4 músicas, a faixa principal levando o mesmo nome do EP e uma sonoridade bem menos audaciosa e mais friendly do que o que o grupo costuma fazer nos comebacks:

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ALBUM REVIEW: BTS – ARIRANG

Eu não vou mentir: Com o título “ARIRANG” e a forma como venderam o comeback do BTS, eu estava esperando sair coreanizado depois de decidir ter a experiência completa desse novo álbum de estúdio do grupo. O single “SWIM” não foi lá grandes coisas, e terminando o álbum, eu concluí que esse comeback realmente não muda a vida de nenhum não army. Para explicar melhor, vamos a mais uma review para dar os meus pitacos sobre “ARIRANG”, o mediano álbum que você tem a obrigação de amar ou odiar. Afinal, é um álbum do BTS:

Artista: BTS
Álbum: ARIRANG
Lançamento: 20/03/2026
Gravadora: BIGHIT MUSIC
Nota: 66/100

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Drops.jpg: VIVIZ pedindo as contas, THE BOYZ no seguro desemprego, Utada Hikaru pioneire do City Pop

Talvez eu faça do Drops um post semanal. Quer dizer, eu prefiro desperdiçar meu domingo em casa do que no Lollapalooza, então é melhor me ocupar com alguma coisa né. Vamos ver se consigo me organizar para tal.

THE BOYZ pula fora da One Hundred após pouco mais de 1 ano. O integrante New continua na empresa.

No dia 18 foi noticiado que, com exceção do New, todos os integrantes do The Boyz rescindiram o contrato com a One Hundred Entertainment, alegando quebra de confiança e falta de pagamento. O comunicado completo expande esse motivo, dizendo que a agência recebeu pagamentos antecipados referente aos trabalhos dos artistas mas não repassou os valores para os funcionários, e também abandonou as suas responsabilidades no gerenciamento deixando o grupo aos ventos. Com tudo isso, sabe-se lá por que raios o New seguiu na One Hundred.

Uma curiosidade engraçada aqui é que essa já é a 3ª empresa do THE BOYZ como grupo. Eles debutaram sob a Cre.Ker Entertainment em 2017, e em 2019 eles pegaram a IST para gerenciar o grupo após a Cre.Ker se fundir com a Play M Entertainment. No fim de 2024 eles largaram a IST para serem gerenciados pela One Hundred, e ficaram lá por pouco mais de um ano. Não há notícias de uma nova gravadora para eles ainda, mas as vendas deles continuam bem relevantes e batendo picos na Coreia, então não duvido que eles assinem com uma quarta empresa em breve (A não ser que não seja mais vontade deles seguir como grupo).

VIVIZ, BE’O e Lee Mujin entram com ação para encerrar contratos com a Big Planet Made. A empresa diz que nenhuma decisão foi tomada.

1 dia depois, pipocou a notícia que VIVIZ, Lee Mujin e BE’O entraram com notificação para encerrar seus contratos com a Big Planet Made, subsidiária da One Hundred. O motivo é, basicamente, o mesmo do The Boyz (Quebra de confiança e brechas contratuais) mas, até agora, não foram dados maiores detalhes pela parte dos artistas. Pelo lado da empresa, a BPM afirma que “nenhuma decisão foi tomada sobre o assunto”. A BPM, INB (EXO CBX) e a ONE HUNDRED estão no mesmo guarda chuva (As duas primeiras são subsidiárias da terceira), então deve estar rolando um problema ENORME de gerenciamento para todo mundo estar com problemas por lá.

A óbvia preocupação da fanbase aqui é com o VIVIZ, mas acho que o trio consegue se virar em outra empresa. Quer dizer, as vendas estão consistentes para um trio de ex-GFRIEND e elas tem o hit “Maniac” para cantar em tudo quanto é evento ao redor da Coreia. É um grupo popular e é atrativo para alguma empresa de pequeno/médio porte cuidar do gerenciamento delas, e sempre podem se aproveitar das ocasionais reuniões do GFRIEND ao longo dos anos.

Charlie Puth dá a entender que Utada Hikaru (Nascide em 1983) é um dos artistas pioneiros do gênero City Pop (“Criado” no fim dos anos 70/início dos anos 80) no Japão

Essa semana um tweet do perfil UtadaCharts bombou no mundinho J-pop (750 mil views, já pisou em “Mine Of Yours”) com uma frase muito interessante que o Charlie Puth falou no podcast Zane Lowe Show. Ao comentar sobre o novo single e parceria com Utada Hikaru “Home”, ele teria dito que “Você não pode fazer um city pop japonês sem os artistas que pioneiros do gênero”, insinuando que Utada teria pavimentado o City Pop. O problema é que Utada nasceu em 1983, enquanto o City Pop foi um termo inventado para definir um período específico da música pop japonesa que misturava Soul, Funk e Disco (Entre outros gêneros) entre o fim dos anos 70 e o início dos anos 80. A não ser que as fraldas de Utada continham composições que mudaram a vida de Tatsuro Yamashita, a fala dele não faria o menor sentido.

Eu fui ouvir esse trecho da entrevista para buscar algum contexto ou ver se perdi algo, e concluí que ele se expressou bem mal na intenção de provar que é artista. Ele fala sobre criar uma faixa de ritmo médio, com referências de Terry Lewis e Jimmy Jam e ser uma das homenagens a artistas que ele respeita muito na música, o que justifica bem com o som de Utada e as parcerias que elu tem com o Terry Lewis e Jimmy Jam (“Addicted To You” e “Wait & See ~Risk~”), só que falar só isso não era o suficiente para ele mostrar que tem grandes referências e pesquisou muito para criar a arte do álbum. Então, ao invés de só falar que queria trabalhar com um artista do Japão e/ou tratar Utada como referência no R&B japonês, ele soltou esse “City Pop” numa tentativa de fazer essa participação soar como algo “exótico” e fora da caixa para tirar alguns “uau, você é muito artista” do entrevistador. Enfim, pelo menos serviu como entretenimento no jpoptwt.

Top Top.jpg: 10 músicas para gays de peruca dublarem por suas vidas num futuro Drag Race Japan

Um suposto Drag Race Japan está previsto para acontecer em algum momento desde quando uma logo com o nome “Drag Race Japan” foi usada para, e essa semana algumas fanpages resolveram dar mais força para esses rumores dizendo que as queens japonesas já estão recebendo convites para participar e que até teria apresentador definido. Se isso é verdade? Só o tempo dirá, mas só isso já foi o suficiente para a fanbase de jpoppers levantar da cama no retiro de idosos e tweetar seus desejos de músicas para a parte de lipsyncs desse suposto programa. Pensando nisso, o Top Top.jpg de hoje traz 10 músicas que me arrebatariam se fossem usadas para gays e adjacentes de peruca dublarem por suas vidas. Se a RuPaul fosse um gay japonês cinquentão ganhando a vida botando drag queens japonesas para bater cabelo pelo entretenimento, eu tenho certeza que ele escolheria essas músicas para dublar:

10º lugar — Pink Lady – UFO

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“SWIM” do BTS é emocionante para os armys e broxante para todo o resto da população

Ele chegou. O mais temido de todos. Aquele que muitos amam muito e muitos odeiam ainda mais. Depois de muito (muito mesmo) material solo para ocupar o hiatus no exército, BTS está de volta depois de 4 anos com o 5º álbum de estúdio “ARIRANG”. A faixa principal desse comeback que já vendeu 4 milhões de álbuns por aí é “SWIM”, uma música que fará os armys vibrarem, se emocionarem e sentirem que suas vidas foram salvas por uma entidade maior para todo o sempre… Enquanto o resto da população pensará “Jura? É isso aí mesmo?”:

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Comentando lançamentos daqueles que tiveram a AUDÁCIA de fazer comeback na semana do comeback do BTS

Hoje aconteceu o inevitável: O comeback do BTS. Diferente do comeback do BLACKPINK (Que nem as integrantes do grupo deram tanta moral), um comeback do BTS é tratado como O maior evento do K-pop, onde todos os olhos ficam nesse grupo (Para falar bem ou mal), as armys gatilham suas melhores armas para defender os faves e fazer cyberbullying com quem falar mal e as outras empresas até evitam fazer coisas relevantes até eles lançarem o álbum. PORÉM, tem aqueles mais destemidos que lançam seus trabalhos na mesma semana seja pelo lolz, por anunciarem comeback antes e acabar caindo na mesma semana ou, simplesmente, porque não tem nada a perder e meio que tanto faz quem está lançando álbum junto.

Então, antes de falar do comeback do BTS, vamos dar luz para aqueles que não tiveram medo e se atreveram a voltar na mesma semana dos 7 pavimentadores de caminhos. Não foram muitos (Nem valem muito o esforço para post solo), mas merecem uma atenção pela audácia.

AB6IX – BOTTOMS UP

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Yena segue na saga para provar que é a maior fangirl da 2nd gen do K-pop ressuscitando Kahi, Kyungri e Seo In Young em 24 horas

A Yena está aproveitando muito bem essa seca de lançamentos femininos no K-pop para engajar e entreter homossexuais e adjacentes com seu comeback. Não contente em deixar claro que ela foi influenciada pelo T-ara e com “Catch Catch” ser uma bela rendição para as farofas mais quirky do início da década passada, a comadre ex-IZ*ONE agora está caçando toda senhora meio aposentada da vida idol para ser referência nesse retorno. Tudo começou ontem, quando ela achou a ex-9MUSES Kyungri (Me recuso com a terrível romanização GYEONGREE) e botou a diva para dançar “Catch Catch”:

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ALBUM REVIEW: Yena – LOVE CATCHER

A YENAMANIA continua, seja pela falta de lançamentos que me interessem essa semana (Claramente o K-pop estacionou por conta do BTS voltando na sexta) ou por “Catch Catch” seguir como uma das músicas mais viciantes do K-pop esse ano. A crescente dos números no Spotify e as beiradas no Melon mostram que a Yena está com um hit nas mãos, mas será que o EP “LOVE CATCHER” tem mais a oferecer? Fui ouvir o mais recente mini álbum da comadre e a resposta, infelizmente (mas não surpreendentemente), é NÃO:

Artista: Yena
Álbum: LOVE CATCHER
Lançamento: 11/03/2026
Gravadora: YH Entertainment
Nota: 71/100

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Lista B: Oh My Girl, Leeseo do IVE, 9MUSES, TWICE e KARA

Todo artista tem aquela música que não ganha a devida promoção, fica meio escondida como album track ou b-side e acaba desperdiçando o potencial de uma música icônica que é fácil um dos auges da carreira. E o Lado B nasceu para comentar essas grandes músicas que o artista não fez questão de divulgar mas que eu ouvi e acho que merecem muita atenção.

E hoje vou testar um formato desse post em lista, que me permite resgatar músicas velhas e aliar com as novidades dos últimos dias, aumentando as possibilidades de recomendações para vocês adicionarem em suas playlist. Então aqui vai 5 músicas que não tiveram o brilho de serem singles, mas que merecem a sua atenção:

Oh My Girl – Vogue

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