ARTMS lançou hoje seu novo EP “Hyper-Ego” e apareceu no meu YouTube o visualizer da música “Blue Blood” me lembrando desse comeback que jurava que só aconteceria na semana que vem. Como acordei bem cedo hoje por conta da reforma, eu pensei “Hum… vou abrir o meu twitter para ver como está as reações do MV antes do pedreiro chegar aqui” e acabei descobrindo que NÃO TEM MV? É esse visualizer mesmo e boa sorte para elas? Que mixaria gente. Tá duro dorme, Jaden.
Corte de gastos a parte, o importante é ouvir a música “Blue Blood”, que é bem legal:
Eu senti um quê de fritação japonesa ouvindo “Blue Blood” e a descrição da música diz que é “uma fusão de alta velocidade entre hyperpop e J-core”, então dá para dizer que elas foram meio japonesas nesse single sim. A música em si é bem simples, já começa dando o tom alto e exagerado e se mantém basicamente do início ao fim, com um conjunto vocal que poderia abusar mais do autotune mas que acompanha bem a ideia mais exagerada que a música possui. “Blue Blood” é o tipo de coisa mais artificial e (meio) futurista que me diverte sóbrio e me leva para outra dimensão bêbado mas, normalmente, tenho que caçar nos submundos da música eletrônica japonesa para encontrar, então foi legal da parte do ARTMS deixar as coisas mais acessíveis para mim.
Eu senti falta de um break enlouquecendo “Blue Blood” e me fazer transcender em sintetizadores, aí eu abri o twitter e vi alguns tweets reclamando que a versão oficial alterou e nerfou a demo votada pelos fãs , tirando a virada insana que faria exatamente esse papel de dar um ápice mais insano para a música. Por qual motivo? Eu não sei (Talvez… encurtar a música? Afinal, ela mal chega em 2:30), mas foi muita burrice da parte de quem decidiu isso, já que era um claro elemento para ELEVAR a música e prender o ouvinte na magia proporcionada, ainda mais com a performance mais fantasiosa que o ARTMS entregou na música inteira. Ainda assim, “Blue Blood” é uma música bem legal e eu gosto dessa adrenalina “fofa” que ela injeta no meu corpo enquanto ouço.
“Blue Blood” poderia ser um acerto mais glorioso na vida do ARTMS (A própria MODHAUS deu a prova disso, inclusive) e vai deixar sempre aquela pulga atrás da orelha dos mais fãs pensando “E como seria se tivesse o break, hein?” (Ou não, pois é bem a cara do Jaden Jeong desovar a música com esse break nos shows do grupo ou até oficialmente como single especial), mas ainda entretém e é BEM melhor que aquele slop de produção do Lee Soo Man para o Loona chamado “Born Stunner”. Só é uma pena que, enquanto o rojão anterior ganhou DOIS MVs, o orçamento para elas apertou a ponto de nem darem um MV oficial para essa música por enquanto, mas vai que faz parte da lore e elas lançam um vídeo oficial para alimentar teorias dos orbits ou o que quer que seja o nome da fanbase do ARTMS? Não custa acreditar.
achei melhor que o red velvet essa nova tá um bolo murcho
E não é que as mudas cantam?
Acho que você confundiu as ARTMS com as ex-colegas delas que formaram o finado Loossemble; eram elas que tinham a fama de serem as mudas do também finado Loona (mas também emocionaram com o rebranding como as gostosas do k-pop).
Todas as ARTMS sempre foram conhecidas como boas cantoras (talvez um pouco menos no caso da Ceroeja).