Ontem o TripleS lançou um novo single “Andless” e não vi uma alma da minha bolha comentando sobre. Eu pensei “Nossa, será que o impacto do A2O LITE foi tanto que ninguém não se fala em outra coisa essa semana?”, aí fui dar uma pesquisada e descobri que “Andless” não é um comeback de fato, e mais um single especial para promover a nova turnê do grupo de mesmo nome e, segundo a descrição dada, “conectar o ‘LOVE’ e o ‘POP’ na trilogia de lançamentos ‘Love & Pop'”, que será fechada com a parte 3 sendo um álbum japonês programado para janeiro. Particularmente, eu achei uma pena, pois acho que é a música da formação megazord de 24 integrantes que mais me empolguei ouvindo:
Sendo honesto, eu não lembro de ter passado um single sequer do TripleS Ot24 para a minha playlist. Tem alguns singles de units que gosto muito e escuto até hoje, mas acho que, do megazord, só escutei as músicas quando precisei fazer post para o blog e meio que ficou nisso mesmo. Nada era ruim, mas nada me despertou o interesse em ouvir de novo voluntariamente como “Andless” despertou.
Tudo em “Andless” soa fresh e ousado para o grupo. A adrenalina que esse pop eletrônico possui é algo inédito em diferentes fatores para o TripleS, desde o estilo musical até a intensidade que as meninas colocam tanto na música quanto no MV. Até a ausência do “lalala” clássico do grupo me deixou meio chocado, pois é o tipo de coisa que você espera acontecendo e fica meio chocado quando não rola. Eu fui pego desprevenido com tudo isso e curti muito a sensação, especialmente quando vem o refrão no auge da agressividade e das batidas para fritar e bater cabeça numa rave. “Andless” me mantém no hype do início ao fim, e eu termino essa música genuinamente excitado e querendo mais.
Dadas as proporções, “Andless” me deu uma sensação parecida que as vezes que os girlgroups davam uma grande virada e partiam para pagar calcinha no sexy concept. Ouvir essa música nas vozes do TripleS foi como ver um novo grupo desabrochar na minha frente, e essa virada junto a um trabalho mais intenso e empolgante é muito interessante para mim. Não acho que essas fritações de “gatinhas da rave me da bala” se manterão na vida do grupo (No fim do dia, é um “single especial” né), mas espero que essa energia e postura mais “ofensiva” (no bom sentido) permaneça para produzir singles mais memoráveis que o que esse OT24 serviu antes disso.
não sei pq o jaden jeong parou de explorar o próprio conceito do grupo desde que girls never die deu uma hitada fora da bolha. o conceito de andless já deveria ter sido explorado há tempos em alguma unit, mas a empresa prefere dar o mesmo tipo de músicas pra elas e só em cb ot24
“Sendo honesto, eu não lembro de ter passado um single sequer do TripleS Ot24 para a minha playlist. Tem alguns singles de units que gosto muito e escuto até hoje, mas acho que, do megazord, só escutei as músicas quando precisei fazer post para o blog e meio que ficou nisso mesmo.”
então ta igual o falecido Loona, as melhores foram pras units.
Sei lá, acho “Girls Never Die” uma das melhores músicas do TripleS, e ela É com todas as 24 meninas. E pra ser justo com o falecido Loona, elas também tiveram músicas ótimas com a formação completa, como “Butterfly”, “Flip That” e “Voice/Star” (embora essa última tecnicamente não seja com a formação completa, já que a HaSeul tava em hiato).
Mas enfim, o Jeong realmente acertou MUITO com “Andless”, e chega a ser chocante ele usar uma música tão boa assim só pra promover a turnê delas, em vez de ser um single pra valer.
…Falando no Jaden Jeong e no TripleS, aquele outro grupo que seria a versão masculina delas (idntt ou algo assim, não é?) até agora não debutou a formação completa, né? Fico na dúvida se esse grupo vai vingar, porque se lembro corretamente, a experiência anterior do Jeong com boygroups era aquele OnlyOneOf, que chamava mais atenção pelos MVs e photoshoots apelativos (vulgar sem ser sexy, ao contrário dos pécoros veteranos do 2PM) do que pelas músicas.