Os recentes eventos dos bastidores da indústria do K-pop revelaram rumores que a HYBE poderia estar envolvida com a seita Dahl World, com várias “evidências” nos trabalhos dos grupos da empresa que comprovariam essa ligação. A HYBE já mandou avisar que vai investigar e acionar o jurídico se necessário para rebater as acusações, mas está sendo muito engraçado o quanto todo esse escândalo escalou a ponto de se tornar totalmente absurdo e fazer todos se perguntarem COMO chegamos nessa situação.
Esse é o tipo de situação que eu acho que os leitores daqui pensam “Estou louco pra ver o que o viadinho do Pop Asiático vai escrever sobre”, mas eu decidi fazer diferente e executar mais um serviço de utilidade pública para os seguidores: Uma playlist com 10 músicas que você pode usar quando acusarem a SUA empresa de ser um culto religioso disfarçado. Já que você não tem poder para sair processando, pode pelo menos usar essas músicas para entrar no clima. Sem mais delongas, vamos ao top:
10º lugar – NS Yoon-G – The Reason I Became a Witch
Talvez esse post seja uma grande desculpa para divulgar a maior música de todos os tempos que é “The Reason I Became a Witch”. Talvez eu posso ter lembrado dessa música assim que a HYBE acusou a Min Hee Jin de bruxaria e essa música acabou se tornando perfeita para a ocasião. Nunca saberemos, mas sabemos que a razão da NS Yoon-G ser uma bruxa foi para render um dos maiores hinos de superação e empoderamento feminina e homossexual que o K-pop poderia servir. Se o tempo tenta silenciar essa bruxona pagã hoje em dia, eu estarei aqui para lembrar que ela fez história.
9º lugar — G.E.M – Hell
O último álbum da G.E.M “Revelation” trouxe todo um trabalho visual com uma simbologia e conceito mais religiosos em suas músicas e MVs, e juntamente com o fato dela se declarar cristã aleatoriamente transformou a cantora em um ídolo entre crentes, evangélicos e cristãos no geral por esses lados do planeta. Eu tomei um choque quando uma amiga mais cristã perguntou se eu conhecia e me mostrou um dos MVs desse álbum, eu falei “amém” e começamos uma oração. Enfim, nesse surto coletivo que a G.E.M. criou não intencionalmente, a minha favorita é “HELL”, um pop/rock dramático e intenso na medida certa, trazendo toda a emoção que alguém caindo no inferno pode dar.
8º lugar — Ayumi Hamasaki – M
Esse post pode trazer energias que os leitores não estão acostumados com tanta citação ao demônio e bruxarias e inferno, o que pode trazer questionamentos dos leitores mais cristãos desse blog sobre não ter a representatividade cristã. Pensando nisso e na vontade de agradar todas as minorias oprimidas, trago aqui Ayumi Hamasaki fazendo a sua representação de MARIA MÃE DE JESUS DO OLHO AZUL cantando uma belíssima canção pop/rock onde seus vocais de anjo brilham com todo o drama e lirismo da primeira composição da carreira de Ayu (Sob o pseudômino CREA). Ela não deixa claro se é sobre a Virgem Maria e diz que a música foi inspirada na história que um amigo contou, mas toda a ideia do MV dá a entender que ela quis dar esse afago para a minoria cristã.
7º lugar — Seulgi – 28 Reasons
Ela fala que não é o demônio, mas a obsessão dela em querer me ter me faz pensar que talvez ela seja o demônio mesmo. “28 Reasons” é o melhor exemplo de “pop dark misterioso” que a SM sai distribuindo para tudo quanto é solista: É intenso, a voz da Seulgi é profunda, as batidas e sintetizadores são pesados e extremamente marcantes, uma música perfeitinha que dá muito certo tanto para a interpretação da Seulgi na música quanto na personalidade que ela imprime no MV. Se me falassem que essa música fosse um trabalho para algum ritual que a SM usou para sacrificar a Seulgi em troca de manter o status quo e se estabilizar como uma das maiores da indústria, eu acreditaria.
6º lugar — GFRIEND – Apple
Sabe-se lá qual ritual as meninas do GFRIEND tiveram que presenciar para produzirem “Apple”, mas lançar essa com o demônio (Interpretação livre) fungando no pescoço sem dúvidas foi um ato de coragem que apenas fodonas poderiam fazer. Toda a mudança de imagem, a estética, ideias e a própria música são interessantíssimos e parecem mesmo um ritual para termos um novo GFRIEND. Uma pena que o ritual foi de sacrifício pois a música flopou horrores (E pouco tempo depois elas anunciariam o disband), mas rendeu um dos lançamentos mais marcantes e emblemáticos da carreira do grupo.
5º lugar — Queen B’z – BAD
Em 2013 eu tinha muito mais tempo (E uma fanbase no facebook) para acompanhar grupos nugus e seus lançamentos lá no k2nblog, o que me levou a ter certo carinho por algumas pataquadas de baixo orçamento, gosto duvidoso e direção mais do questionável. Um desses exemplos é “BAD” do Queen B’z, uma safadeza sem sentido envolvendo mitos vampirescos, simbolismos e homens sem camisa em um MV que (Aparentemente) conta a história de uma seita de mulheres prontas para matar todos os vampiros descamisados de alguma floresta coreana. É tudo meio confuso e você acha que quem criou isso e seus seguidores enlouqueceram, sendo bem fiel a uma seita de verdade. Junto a isso, um pancadão EDM para empoderar mulheres delicioso. Ou seja, esse lançamento só tem vitórias.
Aviso: O MV original tem umas cenas mais pesadas e gore que talvez ative algum gatilho em quem assistir. Eu não acho nada demais, mas recomendo assistir a versão performance se você for mais sensível a esse tipo de coisa (O pancadão vale a pena, eu juro).
4º lugar — SHINee – Lucifer
A SM tomava umas decisões de criação muito inusitadas na sua fase Eletropop. Talvez uma das mais questionáveis seja “Lucifer” do SHINee, onde eles queriam lançar uma música sobre alguém que não consegue superar o amor por uma garota irresistível e algum compositor pensou “Que tal a gente comparar o poder de sedução e atração dela com o DEMÔNIO”? E aí a letra vai para um caminho mais “hino de seita perturbador” que toda vez que penso eu olho “Caramba isso existe mesmo”. Mas com um farofão icônico desses, quem se importa não é mesmo? Se a música pode me manter vivo na pista de dança, o SHINee pode invocar o demônio a vontade.
3º lugar — Anna Tsuchiya – LUCIFER
Já essa aqui é a Anna Tsuchiya invocando o demônio e assinando um pacto mesmo. Eu conheci a Anna através de “Wonder Woman”, música da Namie Amuro que ela fez junto com a AI, então eu não fazia muita ideia de que a discografia dela puxava para um lado rock mais gótico. Quando eu vi “LUCIFER” pela primeira vez eu pensei “Ela está mesmo idolatrando o demônio?” e quando eu descobri que era mais ou menos isso eu fiquei chocado. Essa música seria bem mais emblemática no pop se fosse a Lady Gaga lançando ali entre o The Fame Monster e o Born This Way, mas é o tipo de música controversa com um lirismo impecável e um rockzão glorioso que faz “LUCIFER” ser uma das minhas músicas japonesas favoritas.
2º lugar — Stellar – Archangels Of Sephiroth
O Stellar é um grupo que, a essa altura, já tinha tentado de tudo. Flopou sendo fofas, flopou sendo safadas, flopou nos conceitos mais metalinguísticos e a própria empresa estava lá desviando dinheiro do Makestar e deixando uns 50 reais para gravarem os MVs das coitadas. Elas só não tinham tentado uma coisa: O conceito cabalístico encontrado nos principais posts do danizudo. Então elas foram, montaram um MV todo temático com direito a fazer a novata assumir o papel de virgem pronta para o sacrifício, criaram uma música que tenta fazer você lembrar de algum ritual oculto e foram com muita fé. O resultado? Um disband e a novata futuramente virando ex-BLACKSWAN, mas pelo menos morreram com um bopzão.
1º lugar — Orange Caramel – Yasashii Akuma
Nada grita mais pacto com o demônio do que 3 mulheres kawaii cantando sobre como o demônio delas é doce e encantador com os vestidos mais feios que eu já vi e chifres de diabo mostrando toda sua devoção pelo Akuma. E olha só, é exatamente isso que o Orange Caramel nos entregou com “Yasashii Akuma”. O tipo de audácia que as grandes corporações, a Rede Globo e a imprensa escondem de você, mas estou aqui para divulgar a verdade sobre os pequenos e sutis sinais de que você está sendo controlado e convencido a idolatrar o demônio. Isso e, claro, divulgar esse hino fofíssimo japonês que eu adoro. Sabe-se lá por que raios o Orange Caramel decidiu debutar com um cover de um J-pop dos anos 70 falando sobre como o demônio delas é lindo, mas foi a melhor decisão que elas poderiam tomar.
Amo essas teorias sem pé nem cabeça de cultos satânicos e seitas que surgem do além kkkkkk
Não acredito que deixou Paradise Lost fa Gain de fora
senti falta do sacrifício grupal em forma de msc q a SM fez com Obsession do EXO, Junmyeonzinho levitando e interpretando o diabão mais gostoso que o mundo espiritual já viu, mas como o dougie tem uma antipatia gratuita pelo exo, ele nem colocou. Mas daqui a um tempinho os feitiços ocultos q eles colocaram nas mscs vão surtir efeito no dougie , eu creio 🙏🏼😇
menção honrosa para MAMA q é literalmente o hino das seitas, com direito ao Kai fazendo referência ao kiss, tanto na gritaria metaleira quanto na maquiagem
https://youtu.be/KH6ZwnqZ7Wo?si=V2A00W5p4wqM3hUe
Faltou Peekaboo, literalmente um culto satânico de bruxas lésbicas e bissexual fazendo muito sacrifício, também Black Swan do Rainbow e aquela música do Gidle que a Minnie começa a falar em Tailandês e todo mundo pensou que era um feitiço maligno.
Eu tô rachando com os comentários coreanos de “Apple”, simplesmente a galera transcendendo numa vibe início da internet nos anos 2000 quando a cada esquina alguém desovava uma teoria da conspiração sobre os Illuminatis e a Nova Ordem Mundial.
Segue um relato de um ex-Buddy e a sua experiência cultista com GFRIEND:
“Eu era um Buddy. Depois delas irem para a HYBE, tinha um mini-booklet dentro do meu álbum do GFRIEND, o “Crossroads”, e a história contada era que as GFRIENDs caíram num tipo de tentação e uma por uma, se tornaram bruxas e as glass beads (miçangas?) se tornavam gradativamente pretas. Nesse mini-booklete com essa história, no final, até mesmo a última integrante que restou, se tornou uma bruxa, e o GFRIEND se tornaram bruxas. Depois disso, não teve mais nada e o GFRIEND disbandou. Quando eu comprei isso, eu achei que fosse ter algo depois e algum tipo de visão de mundo, mas agora que eu abri isso aqui, me dá calafrios… por favor, espalhe essa informação.”
Mds, que surto kkkkk
A ausência dessa aqui na lista só reforça a teoria que há muito tempo venho cantando internet a fora: de que o Dougie é hétero.
sem meme acho que ‘Apple’ é simplesmente uma das melhores músicas que o kpop já desovou na história (ou é no mínimo top 10 garantido ao lado de Dreams Come True do WJSN) meu sonho ouvir ela pela primeira vez novamente pois nada me preparou para esta obra-prima quando foi lançada, até hoje não sai das minhas playlists de mais ouvidas que o Spotify wrapped faz todo ano e olha que nem sou buddy e ouvia pouca coisa delas antes desse rebrand que fizeram que veio acompanhado de ‘MAGO’ que também é muito boa mas não se compara à apple e também não tem o mesmo efeito de longevidade!
as namoradinhas da Coreia morreram mas morreram atirando com a dobradinha apple/mago, coitada da SouMu que saiu de um GFRIEND pra um grupo de fanhas como é o LSF que todo mês viralizam por suas habilidades vocais no mínimo questionáveis (nada contra as divas mas as comparações são inevitáveis até pq são/foram da mesma empresa…)
aff foi como resposta foi mal ai não era pra ser, que saco esse WordPress kk
mds, avisa mesmo que Dreams Come True é perfeita. tenho um orgasmo auditivo toda vez com a intro
Não botei pq coloquei essa literalmente no último top top que fiz aqui
Esqueceu Red Light do f(x) e Peek-a-Boo do RV
Recomenda também a versão cybertrance de M da Ayu-chan… é o melhor da letra puritana com um batidão do mundo!
Basta falar de SHINee pra me invocar. Linda essa lista só com mulheres!
Off: não me CONFORMO de Apple ter amargado no top 500 do melon. O que esperar da pior Cureia, né? (falando isso como se essa música tivesse pego #1 em algum lugar do mundo além da minha playlist anual)
ayumi hamasaki = jesus christ