Setembro marca o fatídico mês em que a expulsão da Jessica do SNSD completa 10 anos (Mais precisamente, o próximo dia 30). Como eu sou um dos maiores sones já reconhecidos na internet eu acredito que vocês estejam pensando “O que será que esse gay vai falar para celebrar essa grande data?”, mas eu sinto que já explorei tudo que tinha que explorar sobre o assunto durante esses anos de blog. Então. resolvi fazer algo diferente e falar o que aconteceu em 2014 com alguns outros girlgroups que viveram fortes emoções em 2014. Hora de fazer uma pequena viagem no tempo e dar uma olhadinha no que acontecia com a população idol feminina enquanto uma das irmãs Jung viveria o seu sonho de abrir a Blanc Eclare:
Não foi só o SNSD que implodiu a parede inquebrável do K-pop em 2014
2014 foi um ano onde não somente o SNSD apanhou com todo o caso da saída da Jessica, como o 2NE1 também implodia com o escândalo envolvendo a Park Bom com anfetamina, um remédio que é ilegal na Coreia e rendeu uma enorme confusão que acabou resultando no hiatus da Bom e do 2NE1 até oficializarem o disband em 2017. Hoje o grupo vive momentos melhores com uma reunião para uma turnê mundial, mas foram momentos bem complicados para o 2NE1 depois de toda a treta em 2014. Foi emblemático os dois principais girlgroups do K-pop basicamente implodirem no mesmo ano: O 2NE1 não teve chance e ficou no porão até o disband, e o SNSD nunca mais viu um hit #1 como grupo depois que a Jessica saiu.
Supremas caem, emergentes ascendem: O auge do Girl’s Day
Girl’s Day era um grupo que estava ascendendo em 2013, mas foi em 2014 que o grupo viveu o seu auge de popularidade com o lançamento de “Something”, um dos grandes momentos do Sexy Concept na história do K-pop na década passada. Com 6 semanas no Top 10 da Gaon (Um feito muito grande na época), “Something” foi o trabalho de um grupo de K-pop mais baixado de 2014 no país e, no geral, foi a 21ª música mais popular do ano. Ainda em 2014 o grupo garantiu um hit de verão com “Darling”, e a popularidade do grupo disparou a ponto de ser considerado um dos principais girlgroups de K-pop da época… Até o ano de 2015 acumular uma série de escândalos do grupo que deram uma abalada em tudo que haviam construído em 2014.
Elas tinham uma sainha e um sonho: A ascensão do AOA
AOA foi um girlgroup que, inicialmente, começou como uma mistura de girlgroup e banda, mas o negócio não emplacou e a FNC reformulou as coisas, deixando a baterista como “parte exclusiva da banda” e as outras integrantes emplacaram como girlgroup no meio de 2013. Em 2014, as anjinhas tinham uma minissaia e um sonho, e com isso tivemos o grande hit “Miniskirt”, o primeiro e mais popular de uma série de hits do grupo. 2014 foi o grande ano do AOA, que liderou o sucesso do grupo da FNC por mais alguns anos.
Hani inventava a fancam, e o EXID completava a tríade de emergentes gostosas em 2014
O movimento de grandes gostosas com conceitos sexy estava em seu auge, e muitos girlgroups conheceram o sucesso com shortinhos milimétricos, rebolados exóticos e movimentos pélvicos que hoje são proibidos na Coreia do Sul. O EXID, por exemplo, foi um grupo que conheceu o sucesso depois do lançamento de Up & Down, graças a lendária fancam da Hani que explodiu e virou febre por toda a nação. De repente todo mundo estava subindo, descendo e obcecado nessa mulher, e isso fez o EXID se tornar um dos girlgroups periféricos mais populares do K-pop.
O lançamento de “Marionette”, do Stellar, levantando o debate: Até onde podemos mostrar a calcinha no K-pop?
O auge do sexy concept no K-pop levantava vários debates sobre quando era conceito e arte e quando vira sexualização gratuita e soft porn. E o pico aconteceu com o lançamento de “Marionette”, do Stellar, com diversas cenas sexualmente sugestivas, câmeras invasivas e closes extremamente e desconfortáveis no MV, que foi tão controverso durante os anos que, hoje, não tem um link oficial do MV no YouTube. O single gerou tanta repercussão que foi o único single do Stellar a figurar no Top 100 dos charts, o que fez a empresa insistir em MVs sexy e polêmicos que atormentam as integrantes do grupo até os dias de hoje. Porém, nenhum lançamento do grupo chegou perto de figurar em um Top 100 semanal, com “Marionette” sendo o único single relevante (Pelos motivos errados) do Stellar.
Apink seguia sendo a resistência aegyo do K-pop com “Mr. Chu” e “LUV”
Apink já estava fazendo um sucesso massivo em 2013 com a popularidade individual e das músicas do grupo, e isso seguiu em 2014 com dois grandes smash hits na carreira do grupo: “Mr. Chu” foi um super hit do início do ano e uma das 10 músicas mais populares da Gaon em 2014, mas o grande destaque é o single “LUV”, que dominou o fim do ano no K-pop e se tornou a música assinatura da carreira do grupo. O sucesso do Apink foi um dos mais marcantes do K-pop na década passada, além de parir toda uma geração de girlgroups aegyo que vieram nos anos seguintes.
AKMU, o Sandy e Júnior da Coreia, fazia o seu debut
2014 foi um ano onde alguns grupos relevantes surgiram como Mamamoo, Winner, Red Velvet, Lovelyz e Berry Good, mas o grande debut de 2014 foi o do AKMU. E eu sei que eles não são um girlgroup, mas inegavelmente foi o debut mais esperado do ano naquele país. A dupla de irmãos formada por Lee Suhyun e Lee Chanhyuk já havia conquistado os coreanos em 2012 com a participação/vitória do grupo no K-pop Star 2, e o debut oficial deles em 2014 (Assinaram com a YG né, esse debut não sairia no ano seguinte) deu início a trajetória do AKMU como os irmãos da nação. O primeiro álbum da dupla “Play”colocou todas as 11 músicas no Top 20 da Gaon (Sendo 5 músicas no Top 10), e a música principal “200%” se tornou uma das 10 músicas mais populares de 2014.
After School vivia o 1º dos 10 anos inativos do grupo na Pledis
2013 foi o ano do último comeback do After School, e 2014 foi o lançamento da última música do grupo. De lá pra cá foram anos de integrantes saindo do grupo e da gravadora, a Pledis falando que o grupo não estava morto a cada fim de contrato e momentos de incerteza dos fãs até desencanarem e aceitarem que o grupo morreu. Porém, 2014 ainda teve o respiro de 2 lançamentos do Orange Caramel, com as icônicas “Catallena” e “My Copycat”. A primeira deu uma viralizada e se tornou um hit inesperado e maior que os últimos singles do After School, o que motivou o lançamento da segunda. Isso deu uma irritada na fanbase do After School, que resolveu dar uma boicotada em “My Copycat” para ver se a Pledis engatava um comeback para o After School. No final, nem After School e nem Orange Caramel ganharam novos lançamentos.
E o SISTAR? Seguiu dominando o verão, mas foi Soyou que garantiu o hit do ano com “Some”
O SISTAR seguiu sendo o grande girlgroup do verão coreano com “Touch My Body” sendo a grande música da estação, sendo mais um da incrível sequência de 9 comebacks consecutivos do grupo no topo da Gaon e sendo a 13ª música mais popular de 2014 no chart. O SISTAR era considerado Top 3 entre os girlgroups na Coreia junto com SNSD e 2NE1, mas ninguém esperava que os outros dois entrariam em combustão enquanto o SISTAR seguiria inabalável. Elas tinham o povo, mas uma delas teve o povo ainda mais: Soyou lançou “Some” com o Junggigo, e a música foi A música representativa daquele ano tamanho o sucesso.
“Some” liderou as paradas e foi a música mais popular de 2014, além de liderar uma tendência curiosa naquele ano: Das 10 principais músicas de 2014 na Coreia, 4 são duetos (“Some” da Soyou com Junggigo, “Bicycle” do Gary com a Jung In, “A Midsummer’s Night Sweetness” da Raina com o San E, “200%” do AKMU), número que sobe para incríveis SETE músicas se contarmos com as parcerias que a IU emplacou naquele ano. Por mais que o K-pop seguisse crescendo na Coreia, esse Top 10 foi um lembrete de que o povão coreano ainda não via o K-pop como algo exclusivo de um nicho mais jovem e eles ainda gostavam mais de uma midtempo romântica sazonal do que uma farofa de grupo de K-pop.
Faltou o fatidico e horroroso debut do red velvet
apenas pessoas felizes entenderam happiness, se vc nao é feliz a culpa não é do rv
Dougie , vai comentar a entrevista polêmica q a nævis deu revelando q as safadas do aespa roubaram a musica de debut dela q supostamente seria Welcome To MY World?
Mas essa notícia é Taeyeon, foi a NingNing que EXIGIU, roubou a música do robô e acabou com o cronograma da SM inteiro pelo ano, ainda por cima prejudicou o nct e os comebacks deles.
Ainda bem, pq eu realmente gosto dessa música
Saudades dessa época. Me recordo do chororo e barraco de sones e blackjacks e no final todo mundo se calou.
E parando pra pensar foi um auge com muitas músicas boas, só as pedradas
só pedrada… saudades desse kpop
Lembro do clima de funeral da primeira aparição pública do SNSD após a saída da Jéssica KKKKKKKK
Todo um choro fingido para anos depois a Taeyeon mandar um “SNSD sempre foram 8” no Instagram.
o dougie metendo berry good em debuts relevantes como se ninguém fosse perceber
2014 foi exatamente o ano em que eu descobri e comecei a acompanhar o k-pop!
Que saudades, bicho! Lembro que na época eu tinha a sensação que, apesar de haver dezenas de grupos diferentes, cada um parecia ter um estilo próprio: a inocência do Apink, a tristeza com T do Girl’s Day, a energia vibrante do SISTAR, o humor debochado do Mamamoo, as panicats do AOA nos ensinando quem são as garotas bonitas… e, pesquisando retroativamente esse ano, fiquei surpreso em ver que mesmo os boygroups (que nunca me interessaram muito e na minha cabeça só tinham o conceito romântico e o conceito “poser vid4lok4”) na verdade tinham um número considerável de conceitos.
Pena que hoje já não parece ter tanta diversidade de estilos explorados pelas centenas de grupos atuais. Mas considerando como a arte e o entretenimento costumam ser cíclicos, fica a torcida pra que daqui a alguns anos a gente veja o retorno dos diversos conceitos animando a gente a ouvir cada comeback sem medo de achar tudo a mesma coisa.
Tirando todo rolê com o SNSD, que na época eu nem gostava, e com o 2NE1 que era um dos meus grupos favoritos. 2014 foi um ano delicioso de acompanhar!
Lembro exatamente onde estava quando assisti Touch My body pela primeira vez e como uma boa Star1 amei! Mas admito que “Some” foi a música daquele ano pra mim, ouvi tanto, mas tanto, que quase cheguei a enjoar kkkkk
PS: saudade da bateção de cu e do rebolado até o chão. Sempre foi meu conceito favorito!
E até hoje ninguém sabe o que aconteceu, e a Jararung ainda inventa de me fazer um Shine vendendo livro as custas de fanfic para aumentar o hate para a Taeyeon, ainda bem que essa safada saiu do grupo, e se a Taeyeon foi quem a expulsou melhor ainda.
E nessa guerra das duas, ambas acabaram ofuscadas pela lendária DJ HYO.
Quem é ela?
Todo mundo sabe o que aconteceu, a SM preferiu a racista plastificada por causa dos “serviços” que ela oferecia aos velhos da empresa
Esse viadinho de merda deve chorar todo dia no travesseiro por saber que ela jamais será cancelada e esquecida kkkkkkkk Taeyeon é uma das maiores artistas dessa indústria, seu legado já é imenso mesmo sendo tão jovem. Pra você, só resta espernear igual criancinha que não consegue o que quer.
É claro que essa porca não vai ser cancelada, a Coreia é racista igual a ela. Agora muito me muito me admira sentir tanto orgulho de ser dessa coisa, talvez seja pq se indentifica com os pensamentos dela, né seu pedaço de merda
Falou o fã da racista do twice kkkkkk além de não ter talento é feia. Você deve ser igual a ela
2014 foi um ano e tanto pro kpop né? Deve ter sido bem marcante pra quem viveu td isso na época
Apenas um adendo ao post: o GG teve sim um #1 na Coreia após a saída da ex, que foi “Party” em 2015, embora Lion Heart tenha se tornado o grande hit da era, tendo mais acumulado e 14 wins em music shows.
2ne1 vai voltar mesmoo ícones jamais igualadas
Sinto saudades da época bate xereca no chão do kpop.
Tinham umas músicas tão, mas TÃO boas.
E tbm como era mais fácil conhecer os grupos, todos esses lançamentos eram memoráveis na comunidade.
Só que na época tinham o que? uns 10 grupos ativos e outros 10 nugus que a gente caçava pra ter mais conteúdo?
Hoje em dia tá saindo grupo de todo quanto é bueiro de Seul, que é até dificil algo ficar marcado.