LE SSERAFIM ignorou mesmo o hino “Ash” para vender Android com “Come Over”

Ok que elas não precisavam promover outra música com “Hot” tendo um desempenho relevante nos charts, mas eu tinha a vã esperança de ver o LE SSERAFIM lançando um vídeo icônico para “Ash” por conta da aclamação que davam para essa músical. Porém, isso não rolou e a HYBE sustentou a decisão de manter “Come Over” como follow up do último comeback do grupo até o fim. Somou o contrato que elas descolaram para promover o Android e *BOOM* temos hoje o MV para “Come Over”:

Uma colher de chá que tenho que dar para “Come Over” é que o instrumental é bem gostoso. Esse pop retrô goes funky é uma gracinha, especialmente no refrão que me faz sentir que estou vivendo um filme retrô super colorido e cafona ou qualquer MV de início de carreira do Wonder Girls. É uma pena que os quartéis da HYBE não tem a coragem de se expor ao ridículo dos quartéis da JYP pois “Come Over” ganharia outro brilho se ganhasse um vídeo super extravagante e de edição propositalmente cafona como o MV de “2 Different Tears”. Ao invés disso, temos um MV aesthetic que não é lá muito memorável em parceria com a Android.

Aproveitando: 2DT hino

De resto, temos um problema frequente das músicas do LE SSERAFIM que é: Não existe muito o que comentar aqui. Uma música simples que não vai muito além disso, um refrão repetitivo que não vai muito além do repetitivo, uma experiência básica que não é empolgante. Uma experiência de pouco mais de dois minutos que passa e eu não sinto que nada muito relevante aconteceu. A ideia da produção tem potencial mas a execução e performance não parece chegar lá em nenhum momento, resultando em uma música desinteressante. No final, dispensável.

De todos esses recentes follow ups dos comebacks do LE SSERAFIM, “Come Over” é o menos essencial. Não é muito melhor que o single como “Smart” ou muito memorável quanto “Eve, Psyche & The Bluebeard’s Wife”, é uma música com um instrumental mas meio que não chega a lugar nenhum comigo, se tornando tediosa com o tempo. O clássico “Não é ruim, mas não faço questão”, o tipo de trabalho mediano que reforça o LE SSERAFIM como um dos grupos mais medianos da atualidade.

20 comentários sobre “LE SSERAFIM ignorou mesmo o hino “Ash” para vender Android com “Come Over”

  1. Pior que se ash tivesse hitando a hybe ia correr pra promover. Eles sempre fazem promoções das bsides com potencial.
    Aquela empresa pode ser uma cachorra, mas ela sabe promover música kkkkk

  2. Eu tinha achado a música bem qualquer coisa, mas o MV fez gostar mais dela. Trouxe uma personalidade que eu não achado na música.
    Nunca vou perdoar a Hybe por ter deixado Ash largada no porão desse EP. Espero que eles deem uma YG e resolvam lançar mais um MV só porque sim. Faz essas meninas trabalharem, já que não ensinam elas a cantar.

  3. Eu gosto da vibe de Come Over, mas me irrita de ser tão repetitiva e curta. Ah gente, o k-pop está estragando sim por conta da hybe e seu vício em dinheiro, investem tanto na estética e MV, que esquecem o principal que é a música.

  4. Nossa, achei o MV legal até, elas estão muito bonitas. Desde o começo da carreira os MVs de b-side delas são mais simples então esse até que tá bem produzido.

    Ouvindo de novo não achei a música tão ruim não, é até gostosinha. O problema é que depois de 2 minutos eu sinto que já ouvi o refrão umas 10 vezes, é a mesma sensação de “Tick Tock” do Illit (o que confirma que os grupos da HYBE tão passando fome e me deixa feliz pelo Fromis_9 ter morrido antes de botarem elas pra lançar uma música de tik tok).

    Enfim, Ash injustiçada.

    • Falando no Fromis_9, alguém bem que podia fazer o pix pro Dougie rankear os singles delas hein

  5. Olha, achei Come Over agradável, a batida é bem fofinha, e eu adorei o conceito meio “eu queria voltar pra 1980 e usar 30 estampas diferentes”, mas assim, a música é bem sem sal mesmo.
    #PromovamAsh

    (O MV é adorável, quero mais daquilo na minha vida)

  6. nossa, vocalmente falando, essa música me deixou muito irritada.
    talvez com a falta de técnica vocal em todas elas, talvez com a falta de criatividade de quem adaptou a demo pra um grupo de 5 pessoas que não sabem cantar de verdade, ou, talvez, com a música desnecessariamente sendo cantada em falsetto do início ao fim.

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