Top Top.jpg: 10 músicas tão viciantes que parece até que botaram droga na produção

O assunto da semana na internet poderia ser o álbum novo do IVE ou o comeback do BLACKPINK, mas o Simon Jakops (chefão do XG) resolveu monopolizar os tabloides sendo pego com uns pacotes de cocaína e tendo que responder isso para a justiça japonesa. Não tem muito o que comentar sobre a notícia em si e estou meio “ihhh se vira aí com a legislação anti-drogas pesadíssima do Japão, amigo” (Não afundando o XG no processo a gente se vira daqui pra frente), mas isso me motivou a fazer um Top Top.jpg com 10 músicas que são tão viciantes na minha playlist que parece que botaram alguma droga na produção e eu não consigo mais largar. É mais um post sobre 10 hinos aleatórios que coloco em um único post com o título diferente? Sim, mas vocês gostam de descobrir alguma coisa mais fora da casinha nesse blog, então é válido divulgar as maiores pedradas da minha playlist sempre que possível.

Sem mais delongas, vamos ao post:

10º lugar — aespa – Whiplash

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Year End 100: As melhores músicas de 2025 no pop asiático (Top 10)

E chegamos ao fim de mais um ano. 2025 foi longo, trabalhoso e cansativo para muita gente (Eu incluso), mas rendeu experiências incríveis tanto dentro quanto fora desse mundinho virtual para mim (E espero que para vocês também). Junto ao fim de 2025, temos o fim da lista de melhores músicas de 2025, trazendo os 10 trabalhos que sobreviveram ao ano com muito glamour e qualidade, servindo o melhor que a música asiática entregou nesse último ano. Quem será que lançou a melhor música de 2025? Descubra depois de clicar no “leia mais” (A imagem do post já é um spoiler do primeiro lugar mas pff, 5 pessoas que frequentam esse blog devem saber quem é ele):

10º lugar — Lexie Liu – Deeper & Deeper

“Deeper & Deeper” deve ser o mais próximo que a Lexie Liu chegou no TEENAGE RAMBLE de fazer algo mais alinhado com o que os fãs de longa data esperam dela. Uma faixa eletrônica mais limpa, etérea, que cria uma atmosfera leve para o ouvinte, ao mesmo que Lexie Liu te enfeitiça a ir mais fundo e se perder nos sintetizadores da virada do milênio. Típica música de rave mais performática e transcendental que você ouve de olhos fechados e levemente alterado para abraçar toda essa suavidade até você se perder e se tornar um com a produção e os vocais mais distantes da Lexie.

9º lugar — The Deep – KPOP B!TCH

O grande charme das farofas da segunda geração do K-pop está em trazer um certo caos e produtores que não sabiam exatamente o que estavam fazendo, tornando o desenvolvimento de cada EDMzão ainda mais agitado com o ouvinte excitado para ver até onde a música vai chegar. “KPOP B!TCH” da The Deep resgata esse sentimento e desprendimento que as gravadoras de K-pop hoje não são capazes de acertar por quererem ser polidas demais ao invés de pegar a coisa mais “trash” para transformar em algo icônico. É assim: A The Deep é A VADIA DO KPOP, sintetiza o melhor que o K-pop poderia oferecer 10 anos atrás e cria um banger. Pronto. Simples, direto e uma das melhores músicas da Coreia do Sul esse ano.

8º lugar — no na – Superstitious

Os melhores synthpops do ano de 2025 são aqueles que, de alguma forma, me fizeram sentir que não são apenas o synthpop oitentista comum. O primeiro deles nesse post é “Superstitious” do no na, que resgata com mais força a ideia de synthpop oitentista que poderia ser tocada em qualquer rádio ou playlist mais nostálgica e amplia isso com sintetizadores mais rápidos, envolventes e uma desacelarada sensual atrevidamente exótica no final. “Superstitious” me resgata aquele sentimento que tive com o “REBOOT” do Wonder Girls de estar ouvindo a releitura mais genial de um pop dos anos 80, e isso me faz querer ouvir mais e mais vezes essa música.

7º lugar — Jolin Tsai – Pleasure

Honestamente: Nem se eu QUISESSE odiar uma música pop da Jolin eu conseguiria, ainda mais uma fritação eletrônica depois de 7 anos sem um retorno oficial. Lead track é algo que ela não erra, e “Pleasure” é o farofão eletrônico luxuoso e hipnotizante que eu só esperaria da Jolin no mandopop. Ao mesmo tempo, “Pleasure” tem algo único, que ultrapassa tudo que a Jolin já fez e ainda consegue soar como novidade para a cantora, sempre saindo da zona de conforto e sem medo de deixar a fanbase impressionada com tanto talento e artisticidade. Esse fogo no olhar e vontade de ser a SUA diva pop é o que deixa a Jolin tão acima da sua diva pop favorita.

6º lugar — Lee Chanhyuk – VIVID Lala Love

Eu imagino ter com o Chanhyuk do AKMU o mesmo senso de identificação que um gay médio mais básico tem pelo cantor Jão. Quer dizer, não O MESMO senso já que o gay médio fã de Jão fica semanalmente projetando e chorando por não viver um romance bicudo e heteronormativo, mas eu me sinto representado pela loucura sintetizada que cada música do Chanhyuk tem. “VIVID Lala Love” tem um desprendimento e liberdade que, de alguma forma, faz a minha vida ter mais sentido depois que ouço. No papel essa é uma música simples dele buscando o amor, mas aí você pescaq um sintetizador mais peculiar, um riff mais fora da caixa, a própria performance mais distante e menos sã que, aos poucos, cria camadas e se torna marcante. Esse menino tem MUITO futuro na música, e espero que brilhe ainda mais fora da YG.

5º lugar — Sheena Ringo – La Velada Legendaria

Eu poderia dizer que “La Velada Legendaria” não tem nada de muito diferente do que a Sheena Ringo costuma fazer em carreira solo e até no Tokyo Incidents (E, honestamente, esse híbrido de jazz com rock com ideia de musical DE FATO não é novidade para ela mesmo). Mas tem algo diferente aqui, porque eu senti uma enorme necessidade de colocar esse hino entre as 10 melhores músicas do ano. “La Velada Legendaria” é memorável, colorida, imprevisível e a voz da Ringo, que normalmente é um problema para mim, deixa tudo ainda mais, huh, legendário. Tinha muito tempo que uma música de 6 minutos me dava tanto entretenimento, mas “La Velada Legendaria” é deslumbrante do início ao fim.

4º lugar — Lexie Liu – X

Essa jornada e EP mais radiofônicos da Lexie Liu podem não ter agradado a fanbase dela, mas foi a salvação para as gostosas menos exigente que ficam de quatro para qualquer pop mais anos 2000 que explora todo um toque sexy e envolvente para bombar numa playlist da Jovem Pan (antes da rádio virar puxadinho da extrema direita). “X” é uma música tão fácil de curtir, dançar e entrar na intensidade que a Lexie proporciona, com uma letra tão gostosa junto e um instrumental tão gostoso para dançar e testar o desenvolvimento de uma hérnia de disco. Essa coisa mais forte, um pouco dark e empenhada em ser memorável (Ou não parecer algo da Taylor Swift) é exatamente o que anda faltando para a música pop, e seria um hit instantâneo na mão de qualquer uma das branquelas que estão bombando atualmente.

3º lugar — Jolin Tsai – SEVEN

“SEVEN” seria tranquilamente a música do ano se ela e o interlúdio “Purgatorio” fossem uma música só pois proporcionaria a teatral e apocalíptica peça que arrebataria toda e qualquer pessoa para o lado da Jolin. Mesmo assim, “SEVEN” é um daqueles trabalhos apoteóticos que você sente a ambição do artista em calar a boca de qualquer pessoa mais crítica com um som lendário e uma performance destruidora. A ação e vigor que a produção de “SEVEN” possui, aliada a interpretação da Jolin, ecoa para todo mundo de um jeito que não tem como você não ficar marcado por nada que esse hino possui. 25 anos de carreira e Jolin Tsai ainda tem gás para ser a FODONA do mandopop.

2º lugar — XG – GALA

“GALA” é o magnum opus do XG. Absolutamente TUDO que o XG fez nesses anos de carreira está presente: raps fortes, versos intimidadores, personalidade e atitude opulentes e um batidão house explosivo. Tudo que criou a marca do grupo na música pop de formas mais isoladas está presente com força máxima, da forma mais emblemática possível. É a farofa perfeita, completa, que te leva a diversos lugares e te dá adrenalina a todo momento com diferentes execuções, desde os raps mais fierce até os momentos mais cantados de pré refrão e, claro, quando o batidão apenas estoura no meu ouvido para o meu deleite e voguing. Definitivamente o melhor pancadão do ano, que só não é a melhor música de 2025 porque esse foi o ano em que tinha que acontecer a coisa que NINGUÉM esperaria desse blog…

1º lugar — Fujii Kaze – Hachiko

Bem, foram mais de 5 anos de Pop Asiático.jpg e 10 anos falando de música asiática, mas FINALMENTE aconteceu: Um homem ocupou o posto de melhor música do ano. Mas não é qualquer homem, pelo menos: Fujii Kaze resolveu cantar uma música sobre um cachorro leal ao dono e essa é a coisa mais emocionante que uma pista de dança poderia tocar em 2025. A coisa mais marcante em “Hachiko” é que a música não é triste em nenhum momento, pois ela traz uma mensagem mais vibrante na visão do dono que, mesmo depois de morto, admira seu pet por esperar pacientemente por ele, e agora podem viver em paz e alegria juntos no outro plano. “Hachiko” é uma música que sabe onde quer chegar e me pega desprevenido com essas batidas synth-disco e essa letra encantadora, que proporciona uma imersão catártica a qualquer ouvinte, se tornando a música mais especial desse ano de 2025.

Year End 100: As melhores músicas de 2025 no pop asiático (Parte 6)

E chegamos na penúltima parte das 100 melhores músicas do ano de 2025, com as músicas que foram icônicas e abalaram a minha playlist e são grandes destaques desse ano, mas que não foi o bastante para figurar na principal parte dessa lista. Hoje é dia de ver quais foram as 15 músicas barradas do Top 10 desse blogueiro, e o desafio dessa parte é: Será que você conhece algum desses hinos? Sem mais delongas, vamos ao post:

25º lugar — Ho Ngoc Ha – Dream Lover

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Year End 100: As melhores músicas de 2025 no pop asiático (Parte 2)

Mais um dia, mais 15 exemplos do que o pop asiático teve de melhor em 2025. Na parte anterior teve uma galera chocada com a crise do K-pop a ponto do ATEEZ aparecer na lista de melhores do ano e nenhuma reclamação sobre alguma música ter rodado cedo, algo que eu tenho CERTEZA que rolará com uma música específica nessa parte. Será que é alguma do aespa? Pffff, claro que não, então clica aí em “leia mais” para descobrir o hino injustiçado dessa parte:

85º lugar — Jessi – Newsflash

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Lado B: Lexie Liu – DEEPER & DEEPER

Todo artista tem aquela música que não ganha a devida promoção, fica meio escondida como album track ou b-side e acaba desperdiçando o potencial de uma música icônica que é fácil um dos auges da carreira. E o Lado B nasceu para comentar essas grandes músicas que o artista não fez questão de divulgar mas que eu ouvi e acho que merecem muita atenção.

E hoje é dia de tentar convencer você a ouvir a Lexie Liu com “DEEPER & DEEPER”, um dos grandes destaques do “TEENAGE RAMBLE” (E do pop asiático esse ano):

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ALBUM REVIEW: Lexie Liu – Teenage Ramble

Esses últimos dias eu me peguei voltando para “X” da Lexie Liu toda vez que pensava em ouvir uma música boa voltando do trabalho, e isso me deixou meio focado nessa música. E faz muito tempo que não faço um post fora do mundinho K-pop por aqui, o que aumentou a minha vontade de falar sobre o “Teenage Ramble”. Então, eu tirei a noite para reouvir esse EP e escrever sobre aqui no blog, e até defender o trabalho da galera que sentiu que a Lexie decaiu em comparação aos álbuns anteriores. Realmente não é tão icônico quanto o “The Happy Star”, mas ainda tem muita coisa boa para destacar nele.

Artista: Lexie Liu
Álbum: Teenage Ramble
Lançamento: 16/10/2025
Gravadora: Nixie Music
Nota: 85/100

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Com “FFFFF”, Lexie Liu lançou a música mais descolada para você usar como background do seu MYSPACE

Hoje foi um dia muito bom para você que está aprendendo mandarim para quando a China virar a maior economia global e você viajar para Pequim para aclamar a mãe China ouvindo o pop de lá, pois não apenas tivemos o comeback de Jolin Tsai (Tá que a lenda é de Taiwan mas COME ON, ela é a fodona da China também) como também um novo single da Lexie Liu, “FFFFF”, que é uma delicinha para aqueles que curtem a fase mais bagaceira do Pop Y2K:

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