Yayoi Daimon usa sample de funk, faz uns barulhos e twerka com seu novo single “#KETSUFURE”

Eu sei que a foto de capa tá meio que apelativa demais mas ela mesma está usando para promover o vídeo de #KETSUFURE, então né…

Eu não tenho muita noção de quem é Yayoi Daimon. Eu sei que ela é uma rapper japonesa que fez algum barulho com “NO BRA” quando a internet adotou a música como um hino feminista e empoderado para mulheres que não querem usar sutiã e parou por aí, mas fui dar uma conferida nesse single novo que saiu há uns 20 dias porque eu só fiquei sabendo da existência disso através desse tweet com a maioria dos comentários arrastando a bicha na lama.

E então… Basicamente rola uns barulhos, umas bundas balançando, algum funk sendo sampleado e Yayoi fazendo um flow mandando todo mundo twerkar a bunda. É tudo WTF demais para lidar em uma única ouvida mas que vai descendo mais redondo conforme vou ouvindo e aí uma hora já estou living pelo release e twerkando ao som do hino. Me parece o tipo de coisa que Nicki Minaj e Iggy Azalea lançariam casualmente mas essa demo acabou parando nas mãos de uma japonesa underground aí.

Na real esse tipo de número mais desbocado e bagaceira vindo da cena pop asiática é sempre divertido de assistir pelo contraste com o mainstream cada vez mais polido e de um nível estético cada vez mais alto. Quer dizer, você não espera que uma atrista ou grupo de K-pop/J-pop popular apareça rodeado de bundas balançando enquanto cantam sobre balançar a raba, aí surge Yayoi Daimon e *BOOM* faz o que acabei de descrever. Ser aclamada ou massacrada pela audácia vai de quem ouve, mas é inegável que “#KETSUFURE” é o tipo de música que deixa a sua marca em qualquer playlist de pop asiático.

Uma consideração sobre “Yayoi Daimon usa sample de funk, faz uns barulhos e twerka com seu novo single “#KETSUFURE””

  1. Pro Japão, realmente esse tipo de música e de clipe é uma surpresa. No Brasil ela seria eclipsada considerando que praticamente TODA cantora pop nacional fala de bunda em suas músicas (Anitta, Ludmilla, Pabllo, Gloria Groove, Jojo Toddynho, Luisa Sonza, Lexa… nem a IZA que é mais militante e a Wanessa Camargo que é mais “família” escapam).

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