Universal Japan se recusa a acreditar que Chuu saiu do Loona e quer o grupo promovendo no Japão com 12 integrantes

Quando você achava que esse capítulo na história havia se encerrado e o Loona poderia descansar em um futuro caixão do disband… *BOOM* A Universal Music Japan surge do nada para falar que elas tem muito tempo de contrato no Japão para cumprir e não tem nada a ver com a zona que está rolando na Coreia. E como se não bastasse, eles ainda querem que a Chuu volte para promover no Japão junto com o Loona:

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Ayumi Hamasaki lança “MASK” e anuncia que o álbum prometido para 2022 será lançado em 2023

Ayumi Hamasaki tinha prometido um álbum novo para esse ano mas acabou ficando para 2023 mesmo. Em compensação, temos um novo single da véia na praça, “MASK”, que teve seu lançamento na última sexta e o PV lançado ontem. Aparentemente a avex está levando um pouco mais de fé nessa música pois o vídeo parece não ser bancado pela própria Ayu e dirigido por algum homossexual metido a diretor do TeamAyu como os outros dois PVs da era, só é uma pena que fizeram isso para a música mais fraca dos singles que ela lançou esse ano:

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STAYC não define o que é J-pop mas define o que é um bom debut japonês com “Poppy”

A nova geração de girlgroups segue com sua jornada de início de exploração do mercado japonês. E, dessa vez, o STAYC fez as honras e o seu debut no Japão, que acontece oficialmente no dia 23 mas teve o seu lançamento digital hoje. E ao contrário da maior parte dos grupos que optam por versões japonesas no início de carreira pelo Japão, o STAYC já tratou de investir em uma música inédita com “Poppy”:

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BoA segue empoderando homossexuais para comemorar 20 anos de carreira no Japão com “The Greatest”

BoA está comemorando 20 anos de carreira com a coletânea “The Greatest”, e depois de reimaginar 10 músicas de sua carreira japonesa durante 10 semanas (E nenhuma delas ser “Meri Kuri”, o que é provavelmente a coisa mais chocante dessa seleção que ela fez), chegou a hora de soltar a faixa título/faixa inédita dessa coletânea (Parece safadeza caça níquel mas ela já fez PIOR). E “The Greatest” é ótima assim como tudo que a BoA se propõe a lançar para empoderar o homossexual:

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Okada Nana é o anjo caído do J-rock em seu novo solo no AKB48 “Kowasanakya Ikenai Mono”

Era para eu ter colocado esse solo da Okada Nana no pacotão de músicas que fiz essa semana, mas acabei esquecendo (E nem sei o porquê, já que estava ouvindo essa música naquele momento), mas essa música é cativante demais para passar despercebido. Então vamos lá: Essa semana saiu o novo single do AKB48 “Motokare Desu”, que está apanhando para vender 300 mil cópias na 1ª semana da Oricon (O que ainda é um número relevante mas para quem batia 1kk em todo single no 1º DIA de lançamento antes da pandemia… Decaiu hein), e uma das b-sides do single é o solo da Okada Nana “Kowasanakya Ikenai Mono” (Things that need to be destroyed), que ganhou um MV na última semana:

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Review Retrô: Quando Namie Amuro caminhou no inverno para ressuscitar a carreira em “Baby Don’t Cry”

Em 2007 Namie Amuro passava por dificuldades para voltar aos tempos áureos do início de sua carreira solo. Ayumi Hamasaki e Utada Hikaru seguiam firmes como as grandes rivais do mercado japonês, Koda Kumi botava sua calcinha jeans e fazia do ero kakkoi um evento, e para complicar ainda mais a vida da Namie os anos 2000 foram a era de ouro das solistas no Japão, onde qualquer coitada conseguia emplacar um grande hit no J-pop, então a concorrência estava selvagem. Foi uma fase complicada, mas Namie conseguia aos poucos voltar pro jogo: Ela virava um modelo de mãe solteira no Japão, sua fashion trend “amuraa” começava a atravessar gerações de jovens japonesas, a skin rainha do Hip-Pop começava a ser bem aceita pelo público e as suas vendas cresciam devagar mas significativamente.

Namie ainda era um nome relevante no J-pop, mas faltava aquele grande hit que botasse a mulher de volta no topo e mostrasse para a avex quem era a verdadeira fodona dali… E esse grande hit veio em 2007, com “Baby Don’t Cry”:

Essa safada não vai mesmo botar os PVs completos no Youtube, então fiquem com esse maravilhoso cover de 2020 recriando o vídeo. De qualquer forma, “Baby Don’t Cry” está disponível no Spotify

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Review retrô: Quando o SNSD alimentou o fetiche de gays em motoristas de Uber com “Mr. Taxi”

A carreira japonesa do SNSD, apesar de ser bem, Bem, BEM, BEEEEEEEM melhor que a coreana, é muito menos comentada. Existem algumas explicações para isso, como o J-pop em si não ser tão comentado quanto o K-pop ou o fato da discografia japonesa do grupo não estar no Spotify, e esse blogueiro sabe que tem muita coisa que o SNSD fez no Japão que merece destaque. Quer dizer, não MUUITA coisa pois o grupo só lançou 3 álbuns por lá antes da mídia japonesa e da Jessica Jung minarem qualquer resquício de popularidade do grupo, mas tem umas pérolas lá que merecem tanta atenção quanto as grandes músicas que o SNSD lançou na Coreia. Uma delas é “Mr. Taxi”:

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