LE SSERAFIM vai do lixo ao luxo e lança “CRAZY” para os fãs finalmente queimarem o arquivo e fingirem que “EASY” nunca existiu

Depois de um primeiro semestre BEM difícil onde elas foram saco de pancadas por diversos motivos, seja por músicas medíocres, performances horríveis em music shows ou vocais inaudíveis em festivais, LE SSERAFIM está de volta com o 4º EP “CRAZY” querendo provar que tudo isso faz parte do passado e agora elas são um novo grupo. E, de fato, ouvir a faixa título é sentir que esse grupo renasceu das cinzas e com fogo no olhar para entregar uma música que nenhum homossexual dono de blog seria capaz de arranjar motivo para achar ruim:

All the girls are girling girling ♫

“CRAZY” soa como se elas realmente tivessem levado todos os esculachos dados na era “EASY” para o coração e falaram “Vamos fazer diferente”. O batidão mais imponente nesse farofão house vai muito na contramão do que foi entregue no último EP, assim como a letra e ganchos mais lacrativos e meio nonsense (Quem raios pensaria em citar Pokemon num EDMzão fierce?) que criam uma música muito divertida. A única coisa que elas não querem definir “CRAZY” é que seja fácil de ouvir, então temos uma música mais ousada, agressiva e difícil, mirando uma recompensa alta e conseguindo com muito mérito.

Vi uma galera comentando na prévia como “CRAZY” tinha muita cara de Charli XCX (Seja por achar mesmo que se parecia com alguma farofa mais padrão dela ou só para perturbar os fãs das Serafinas mesmo) e não duvido que o sucesso do brat tenha feito o pessoal na Source Music pensar “Tá aí, vamos mirar na Charli XCX para esse comeback” mas, sinceramente, a única coisa que parece MESMO algo da Charli é o gancho “All the girls are girling” que eu tenho certeza que é gancho de algum descarte da cantora no álbum CRASH. De resto, é um clubzão que abala as estruturas de qualquer boate gls com muito yassss, muito werrrrrk, muito voguing e tudo mais.

O grande feito de “CRAZY” está em se jogar na ideia mais artificial de fazer música. Minha parte favorita aqui é o (que acredito que seja o) refrão, pois TODAS as repetições funcionam aqui. “All the girls are girling girling” já nasceu icônico, mas o “acting like a angel and dress like crazy” e os “da da da da” são repetições tão viciantes quanto, e o batidão nele me dá vida ouvindo. Tudo está bem mais processado e isso é uma coisa muito boa nessa música, pois é essa coisa mais “travada” e “automática” que faz “CRAZY” ser, de fato, louca. Não tenho nada do que reclamar nesse single, e eu definitivamente não esperava curtir tanto essa música.

“CRAZY” é um ótimo trabalho do LE SSERAFIM, indo do lixo ao luxo e saindo do pior para o melhor single de comeback do grupo (Ainda não decidi se essa música é melhor que “Eve, Psyche & The Bluebeard’s Wife”). Você pode questionar se elas sustentam ou não essa persona de drag queens lacrativas entregando um fervo na boate Blue Space, mas eu realmente não me importo e estou louco para ouvir essa música no momento mais travadíssimo possível para eu transcender. Agora sim os fãs podem fingir que esse é o comeback do ano delas e que absolutamente NADA aconteceu antes dele.


Aparentemente a paquita de incel vai paquitar para incel e o twitter vai de vala em breve, então o blog tem que criar novas alternativas de redes sociais para se manter vivo nessa jornada ou coisa do tipo. Se você quiser seguir o Pop Asiático.jpg em alguma rede, estou lá no bluesky (@popasiaticojpg) e também no instagram (@popasiaticojpg) pelo menos enquanto essa palhaçada durar.

54 comentários sobre “LE SSERAFIM vai do lixo ao luxo e lança “CRAZY” para os fãs finalmente queimarem o arquivo e fingirem que “EASY” nunca existiu

  1. Finalmente ouvi a TT, confesso que estava com medo de ser uma grande porcaria. É bem melhor que a title anterior, mas isso não é muito difícil, não é mesmo?

    Gostei do instrumental e das frases quirky aqui e ali, mas faltou canto para eu considerar uma música de fato. É mais falada do que qualquer coisa. Confesso que a pronúncia de all the girly girls me incomodou, mas perdoo pois a maior parte delas não tem inglês como língua materna.

    Acho que a Source deveria ter treinado elas vocalmente por mais tempo antes de lançar um novo ep, depois de tudo que aconteceu no início do ano, até pela saúde vocal das integrantes mesmo. Contudo, até parece que a empresa-mãe pensa em algo/alguém mais do que em dollar signs.

    Desejo sucesso e espero que as meninas evoluam cada vez mais.

  2. eu acho q nós temos que entender que no kpop cada grupo dá o que tem. eu gosto das meninas e entendo que o foco delas é performance/dança. Claro que aquilo que elas fizeram no coachella foi vergonhoso e seria legal que elas melhorassem um pouco o vocal. mas assim, não espero que elas tenham aquele vozeirão da Whitney Houston pq elas só tão ali mesmo pra dançarem e darem o lacre delas.

    Quando a gente entende isso fica mais fácil de consumir os grupos. Mesma coisa com o aespa e red velvet que nunca vão me entregar aquelas coreografias de excelência, mas por outro lado elas compensam no vocal. É assim é com todo grupo.

    Eu gostei da música. Combina com a vibe delas de musica pra tocar em loja e baladas. e querendo ou não elas são carismáticas e tem presença. até no coachella se vc esquecer o vocal tenebroso dava pra ver que as bichinhas são animadas. Ainda acho elas mais versáteis que o nj, desculpa min heejin.

    Espero que tudo fique bem. Acho exagero acabar com a carreira de um grupo por causa de uma performance ruim. Não foram o único grupo que desafinou no ao vivo.


    • Eu gosto de pensar assim tbm. É bom cobrar que elas saibam cantar, o que é o mínimo pro ofício delas, mas não é como se a fama desses grupos fosse proporcional ao bom vocal que eles possuem, infelizmente

  3. Achei muito mais ou menos essa música, parece alguma faixa qualquer de álbum e não tem brilho pra brilhar sozinha como single. E pra mim não chega nem perto de Eve, Psyche & The Bluebeard’s Wife. (Que pra mim foi o ápice, nem os outros singles lançados chegam perto).


  4. O tanto que CRAZY difere de EASY mostra o desespero que foi a era passada, bem tenso…

    CRAZY é divertidíssima. Eu realmente gostei que resgataram o ar da melhor side delas. Inclusive, eu poderia apostar que, no comeback anterior, dado o sucesso de EPTBW, essa seria a sonoridade que elas iriam apostar. Foi um belo erro não terem ido pelo caminho que já tinham visto que funcionava muito bem pro grupo.

  5. Eu gostei da música e achei o EP coeso. Agora, esse povo que diz que todas elas não sabem cantar é forçar a barra demais. No geral, o grupo não é vocalmente forte, mas a Yunjin e a Chaewon conseguem segurar as pontas. Como a colega de cima disse, tentar criar a narrativa de que o Kpop sempre foi sobre “cantar bem” é mau caratismo mesmo, até porque quem acompanha desde a segunda geração sabe como isso não é verdade (é só assistir performances do Girls Day, onde a Mina carregava e a Hyeri mal conseguia cantar parada).

  6. Acho fofo as pessoas acharem que Charli XCX é inspiração para alguém. É uma bolha muito engraçada essa. Se não me engano, nem tem nada parecido com essa do Le Sserafim no BRAT (o CRASH é melhor, huh).

  7. Parabéns pra elas por conseguirem dar a volta por cima e voltar como uma nova mulher (leiam com a entonação da nossa amada Mamacita)!

    Não sei se eu diria que essa é a melhor música do Le Sserafim, mas é bem divertida e é isso que importa.

  8. O MV é muito bom e divertido, mas a música é bem qualquer coisa. Ta no mesmo nível de “EASY”, tem algumas partes que salvam, mas todo o conjunto não compensa. Pode ser que vire uma “Perfect Night” que eu não gostei de cara, mas me conquistou depois.

    “1-800-hot-n-fun” (a melhor do álbum) e “Pierrot” são muito boas e salvam esse álbum. Acho que as únicas que eu vou querer ouvir depois.

    “Crazier” poderia ser uma balada perfeita para alguém básica como eu, mas como as lesserafim não sabem cantar, a música nem era para entrar no álbum (além de não combinar nada com o resto). A intro de 3min é pavorosa.

  9. Eu gostei, elas meio que serviram! Achei até melhor que Eve Psyche e etc (que para mim a única parte legal é o i’m a mess mess mess mess). Só que eu tô cansada de música de 2 minutos! Essa música é boa mas parece só uma intro de álbum, podia ter mais versos, sei lá. Espero que essa moda das músicas de 2 minutos passe de uma vez (ou será que esse será o futuro da música pop? Medo).

    Agora quanto ao conceito, parece que elas não combinam com essa persona “bad gal” doidas que não se importam com nada, acho que elas combinariam mais com um conceito luxuoso. E sempre a hybe investe mais nos teasers que em todo o resto!

    • Pior que essa tendência de música de 2 minutos vai ficar por um bom tempo.

      O que resta é torcer pra que não vire moda músicas virarem um jingle de publicidade e ter um minuto pra menos. ( que em teoria ja é, se for pensar nas músicas que só repetem a mesma frase 80% dela)

  10. nossa eu meio que adorei toda a performance e eu quero ver muito elas nas premiações de final de ano (se deus quiser vão colocar um mashup com “chasing lightning”) porque as gatas tem presença de palco

  11. Sou o tipo de pessoa que tem um preconceito com quem se diz cantor, mas não canta.

    No kpop isso não me incomodava (as minhas faves sempre são as gatinhas que cantam: Taeyeon, Hyolyn, Minah, etc.)

    Digo isso pq achei exagerado o tanto que a galera caiu em cima do LS por elas serem pangarezonas pra cantar. E isso meio que se alastrou no resto do kpop.
    Tipo, é engraçado pensar que kpoper ta cobrando idol de cantar sendo que a indústria sempre funcionou com um ou outro ali cantando de vdd e o resto ser visual, dançarino ou só uma figura midiática. E na maioria das vezes o público valoriza muito mais o idol que é bonitinho do que quem canta.

    Sobre o comeback eu adorei, tenho um saldo bem positivo com Le Sserafim, até agora gostei de tudo que lançaram, até mesmo de Easy.

    • Pois é. Esse povo certamente não se lembra dos tempos do SISTAR, em que a Hyolyn cantava quase a música inteira, a Soyu recebia uns 10 segundos, a Bora recitava uma frase que a gente fingia que era um rap, e a Dasom só escolhia um figurino que não deixasse o público confundir ela com as dançarinas de fundo. O Girl’s Day seguia a mesma fórmula, por sinal (com a Minah cantando quase tudo, a Sojin cantava uns poucos segundos, a Yura FALAVA uma ou duas frases e a Hyeri fazia carão muda pra câmera).

      E nem é como se isso se limitasse ao k-pop; tem vários cantores pop ocidentais que raramente cantaram ao vivo ao longo da carreira, vide Britney Spears e Selena Gomez. E outros que cantam ao vivo mas que seria melhor se usassem playback mesmo.

      • Com certeza, só olhar os charts que vai ver um monte de gente que sem a mágica do estúdio não chega no primeiro refrão sem desafinar umas 10 vezes.

        Só destaco o kpop pq o mercado lá é muito mais plástico e “industrializado”. (As outras tbm são, só olhar o mercado sertanejo e funkeiro do BR ou a valorização de coisas básicas do mercado americano, mas sinto que ainda disfarçam um pouco mais comparado ao Kpop) e os próprios idols sempre foram vendidos com sua posição marcada (hoje em dia diminuindo, pq virou tendência ter o ACE – IT GIRL/BOY – etc)

      • eu morro com esse papo de que que na nova geração os grupos não tem posição definida pq todos os membros são aces/all rounders ai tu vai ver são os idols mais básicos da história e não se destacam em nada. era muito mais legal quando era tudo bem definido pq ai vc espera o main vocal ser ótimo vocalista, o main dancer ser o melhor dançarino e um visual ser servir beleza e nada mais além disso. e esse papo de que todo mundo tá no mesmo nivel não existe. sempre vai ter um que vai cantar ou dançar melhor.

    • Mas uma coisa é o grupo ter uma ou outra sem talento e outra coisa é o grupo todo sem talento.

      • Eu pensava assim no passado, mas hoje acho que, desde que ALGUMA COISA no grupo seja boa, está ótimo – e no caso das Le Sserafim, elas são boas dançarinas (não são excepcionais, mas fazem as coreografias bem) e, mais importante que tudo, têm ótimas músicas no repertório.

        Às vezes um cantor ou grupo consegue compensar a falta de talento em algum aspecto com alguma outra coisa; lembro que estava vendo o Rock in Rio 2011 pela TV e o show da Katy Perry (que sua carreira descanse em paz) começou com todo mundo na sala reclamando de como ela estava cantando mal, mas no final do show já estava todo mundo gostando e se divertindo, porque o que ela não tinha em afinação, ela compensava com carisma e presença de palco.

      • Eu ainda penso assim, ainda mais quando pra mim a dança é uma das partes mais desinteressantes dos grupos, o Lesserafim não me chama atenção em nada, e a Sakura ser do grupo me faz querer ficar mais longe ainda.

        Fazia um tempo que eu via o pessoal cancelando a Katy mas eu não entendi o porque, o que rolou?

      • não entra na minha cabeça o fato de vc ter mais de 25 anos e agir igual um adolescente edgy

      • Acho que o comentário de “mais de 25 anos” do lucas se refere à Katy, Senhora Taeyeon…

        Falando na Katy, respondendo sua pergunta sobre a derrocada dela, parece ter sido um conjunto de fatores, alguns culpa dela mesma, outros não:

        • Ela já vinha de dois álbuns flopados, então as chances de hitar já não eram muito altas
        • Ela voltar a trabalhar com o Dr. Luke pegou MUITO MAL com boa parte do público
        • O single “Woman’s World” marcando o retorno dela à música foi considerado “mais do mesmo” e com uma mensagem muito superficial (caso parecido com “Stupid Love” da Lady Gaga, mas a Gaga ainda tem um fandom considerável pra manter o sucesso dela e compensou lançando “Rain On Me” logo em seguida)
        • Isso levou a um efeito manada, onde uma crítica negativa puxava outra ainda pior, chegando a ponto de ter críticos dizendo que ela lançou “a pior música do ano” (e pessoalmente eu nem acho “Woman’s World” ruim, só é desnecessária) e comparando o prêmio que a MTV anunciou pra homenagear a videografia dela ao atentado que derrubou as Torres Gêmeas (essa crítica em particular eu achei de extremo mau gosto)
        • Pra “ajudar”, em vez de ficar na dela, a Katy tem soltado declarações diretas e indiretas desmerecendo os críticos, o que só tem alimentado mais ainda a reação contra ela em vez de fazer ela ganhar alguma simpatia do público

        …Enfim, a menos que ela surpreenda todo mundo lançando uma música que seja A MÚSICA, eu diria que ela entrou no mesmo barco da Christina Aguilera, Janet Jackson, Nelly Furtado e afins: cantoras que em algum momento (cada uma por motivos diferentes) tiveram uma queda muito brusca de popularidade e nunca mais conseguiram se reerguer. Com o agravante que a Aguilera e a Janet pelo menos mantiveram um certo nível de prestígio e respeito; a Katy não parece ter conseguido nem isso…

      • Eu li algumas coisas dessa situação, essa música dela era pra ser sobre empoderamento feminino, mas ela fez uma música com um abusador, talvez por conta disso estão perseguindo tanto ela, se ela lançar a música do século ainda assim acho que o pessoal não vai deixar ela em paz.

      • De fato, mas não muda o fato que o mercado coreano sempre priorizou a beleza.
        Só olhar o tanto de main vocal da 2ª/3ª geração que desapareceu depois do fim do grupo.
        Hyolyn é uma ótima vocalista, mas é bem esquecida.
        Mamamoo era um grupo vocal, mas nunca foram consideradas “bonitas”.
        Agora corta pra qualquer pangaré mais bonitinha, sempre está na mídia.

      • Sim, mas os grupos tinham uma pangaré bonita super popular com membros esquecidas que são extremamente talentosas, agora parece que se uma tiver algo a oferecer no sentido musical é mais do que suficiente.

      • Acho que não mudou muita coisa. Como o LEO apontou, o caso da Hyolyn ilustra isso: das quatro integrantes do SISTAR, só ela e a Soyou realmente cantavam; no Girl’s Day, a única cantora realmente talentosa era a Minah. E por mais que o AOA seja meu grupo favorito de k-pop, só duas das sete integrantes eram vocalistas expressivas (a Hyejeong fazia um feijão-com-arroz bem feito, mas nada que chamasse atenção), enquanto três eram praticamente nulas em termos vocais (Seolhyun, Mina e a ex-Chanmi-atual-Dohwa).

        E isso sempre foi comum na música, dentro ou fora da Coreia do Sul. É só lembrar que o girlgroup mais famoso da história são as Spice Girls, que a crítica especializada sempre detonava como péssimas cantoras (o “péssimas” era exagero, mas de fato nenhuma delas é uma cantora excepcional) – e as “rivais” delas na época, as All Saints, passavam uma imagem mais séria e profissional, mas também eram bem limitadas vocalmente. Não impediu que os dois grupos fossem grandes sucessos até nos EUA (numa época em que eles eram extremamente fechados pra grupos de outros países).

        Agora, eu concordo que, depois do vexame no Coachella, em vez de sentar e chorar, as Le Sserafim deviam começar a praticar mais o canto e melhorar. Ou pelo menos gravarem uns playbacks especiais pros shows, como alguns cantores pop fazem (uma das críticas à Britney Spears é que, além de fazer playback direto nos shows, a burra dublava em cima do áudio dos próprios singles em vez de gravar um playback especial pra pelo menos PARECER que ela estava cantando ao vivo).

      • Deve ser porque todos os grupos/artistas que eu gosto são muito talentosos, Taeyeon, RV, Seventeen, aespa, Shinee, até mesmo os que são considerados inúteis são melhores do que muitos.

    • O Le Sserafim não tem rap forte, não tem vocal e elas não são um Itzy pra compensar tanto assim na dança. O forte delas é só presença de palco mas só isso não é suficiente, só ver a desgraça que foi aquele Coachella apesar de em presença terem entregado tudo vs. o aespa que não entregou nada de sp, mas cantou ao vivo.

  12. Da merda ao luxo, que música boa, ela é ótima e entrega bem o recado, é essas onomatopeias ajudam as garotas que não sabem cantar a ter estabilidade, o álbum tá ótimo Dougie ( tirando aquela balada tirada do cu do produtor)

    • Quem produziu a baladinha insossa foi a própria Yunjin, inclusive. Pelo menos a gata compensou nas outras faixas do álbum.

      • mais insossa do que as tranqueiras que o Minho lança na carreira solo? Impossível.

      • Bom, as músicas da carreira solo do Minho TAMBÉM são insossas, só que pelo menos ele não passa a vergonha de ser o Jack Antonoff da Coreia. A Yunjin acha que tá arrasando, mas na verdade só consegue produzir umas tosquices tão profundas quanto o Tortured Poets Department.

      • não sei de onde você tirou isso, mas ok né. Melhor do que as baladas do aespa parecendo demos da cantora do abcdefu

  13. Elas me surpreenderam mt nesse cb, dps de tantas trevas veio a luz que foi crazy. Aqui elas serviram a msc pros gays

  14. É ASSIM que se faz música quando o artista não sabe cantar, gente. Bota um batidão sassy e pronto, obra-prima! É muito bom ver o Le Sserafim voltando às raízes (= música pra ouvir travado no club). E foi lindo ver os backup dancers todos não-brancos, representando as origens da cultura ballroom. Só achei meio paia elas estarem usando roupas normais nesse MV… Elas não tão dizendo pra gente se vestir como uma MALUCA? Podiam ter ousado como as XG e raspado a cabeça, botado um grill em todos os dentes, usado uma máscara de demônio, sei lá (óbvio que elas nunca fariam isso, mas). Mas a música tá boa e é isso o que importa. SLAAAYYYYY

  15. Eu adorei o MV divertido, a batida, as roupas mas infelizmente achei a música muito, muito chata!

  16. Acho um barato como o Lesserafim sempre leva k-pop a sonoridade do momento. Do Motomami ao Brat. Isso é interessante.

    Também acho um barato ver a Sakura, ex-AKB/HKT, lançando uns passinho de vogue, reggaeton, afrobeat!

  17. Eu finjo que easy não existe e adoto smart como single principal da era passada, dito isso, Crazy é uma música bem divertida que me faz querer ser ainda mais viado e dar um drop no meio da rua ao som das Serafinas, foi pra minha Playlist com toda certeza.

  18. A hybe acertou muito na música, elas praticamente não cantam (e quando cantam é horrível, principalmente a menina que chorou porque virou MC do MusicBank), o instrumental é alto demais, e a maior parte elas cantam juntas cheias de autotune, agora é esperar o Encore, tirando isso não gostei, elas não entregam o que precisa no ballroom concept, não sei se é coisa da minha cabeça mas eu senti algumas super desconfortáveis, só a Yunjin que foi com tudo.

    • Logo você que não gostou da música??? Ah, mas é de se esperar que não gostasse, já que fica acesa com as músicas água com açúcar que a Taeyeon lança. Seu gosto musical é insípido….

      • Aí JessIUca essa eu vou concordar com você, minhas músicas favoritas dela são as mais água de salsicha mesmo.

    • Surpreendendo zero pessoas, vc reclamando. Agora se a diva da taeyeon lançar a maior bomba sonora já vista, vc estaria lá na primeira fila para rasgar elogios, pq é uma grande hipócrita. Sem paciência para pessoas que só querem fazer críticas desconstrutivas de tudo que vê. Pelo menos nas bobera que tu falou, eu gostei de algo, sim a yunjin se jogou com tudo no conceito.

      • Eu elogiei elas, não adianta a gente fingir que elas são um grupo completo quando todo mundo já sabe os problemas que o grupo tem.

  19. Admito que esse comeback me pegou de surpresa. Não tava esperando gostar e gostei. Até o MV está divertido de assistir. A música é ultra chiclete, do jeito mais artificial possível isso é ótimo!

    Vou ouvir mais vezes, com certeza. Não sei se entrará pro meu top 10 melhores músicas de 2024, mas vai pra minha playlist de academia, ao menos.

Os comentários estão desativados.