Quando vocês ficaram falando nos comentários para comentar “Hello Stranger” da Eunbi eu pensei “Ué, eu já não falei sobre essa música no blog?” e então fui me dar conta de que o post estava mofando nos rascunhos desde domingo sem publicar de fato… É, a última semana foi tensa para minha pessoa. Mas enfim, vamos aproveitar que tem gente que ainda quer ouvir a minha opinião sobre esse comeback e postar no melhor estilo “antes tarde do que nunca” né:
A Woollim descreve “Hello Stranger” como um número baseado em Afro Pop mas, para mim, a música está bem alinhada com o números latinos mais dramáticos que gostosas entregam no K-pop há uns anos. Tanto que, se colocar nessa bolha, a música fica meio previsível se pensarmos em todas as vezes que alguma gostosa coreana tentou ser uma gostosa latina no K-pop. O ritmo mais quente e acelerado está ali, assim como a performance mais dramática com um tom mais alto e um refrão super intenso. Isso está longe de ser um problema para minha pessoa com a música (Que eu achei ótima) mas talvez desanime um pouco aqueles que gostam de uma coisa mais inventiva ou um fator surpresa que te deixe mais impactado ouvindo. Para o bem e para o mal, “Hello Stranger” é uma música que você sabe como vai ser inteira só ouvindo os 15 primeiros segundos.
De resto, temos outro ótimo comeback. Gosto que a Eunbi sabe que o forte dela enquanto solista é entregar esses números pop mais batidão com referências que explorem a ideia de diva do K-pop que qualquer gay de 25 anos tem. Se é para fazer algo provocante e dançante, a Eunbi está aqui por nós e “Hello Stranger” te alimentará muito bem nesse sentido. E quando o refrão surge bem alto e exuberante a vontade que tenho é de cantar e gritar junto com ela. A execução toda é meio óbvia mas de um jeito bom, que pouca gente anda fazendo e que faz a Eunbi se destacar na manada. Não é o melhor single da carreira da Eunbi mas, se você é daqueles que acha que o K-pop está monótono e easy listening demais hoje em dia, “Hello Stranger” surge para chacoalhar sua vidinha enquanto kpopper.
Em qualquer outra época/geração do K-pop eu acredito que a Eunbi já teria uns 3 ou 4 hits no currículo e acredito que “Hello Stranger” seria um desses hits, mas está muito difícil emplacar essa ideia de diva pop num K-pop atual que depende muito de virais para acontecer. Ela quase chegou lá com o viral de “Underwater” mas a música meio que morreu na praia, e aparentemente a carreira da Eunbi está indo pelo mesmo caminho. Como ninguém deve levar fé que a Eunbi veja um hit na vida solo, eu apenas torço para a Woollim ainda ter disposição em dar essas migalhas e singles digitais para manter a carreira dela viva por muito tempo.
Essa mulher precisa de uma turnê “mundial” logo pra dar um gás na carreira dela, não vai gerar hit na coreia, mas vai pagar as contas e reacender o fandom dela!
Kwin Eunbi: Las tetas de lo kpop!
acho ela diva só de nao ter entrado em grupo nenhum e ter sobrevivido solista eu ja acho uma bucetuda
pra mim solista e grupos de kpop nao deveriam se misturar tipo agua e oleo, quem funciona em grupo nem sempre funciona sozinho, ela é muito diva pra dividir palco!
Ela tem os gays e isso é o que importa, porque a coreia mesmo só gosta de hitar musica pau mole.
A woollim caga para essa querida né, mas eu estarei aqui sempre para ser um gay com muito fogo no uc para dançar e enaltecer as musicas da EunBi, assim como faço com a nossa queria Lee Chaeyeon que de tanto se esforçar em servir os viado acabou esfarelando a lombar.
O que gosto na Eunbi é pq ela me transmite a mesma vibe da ChungHa. Que lança aquilo que ela gostaria de lançar.
Tem vários solistas que você olha e percebe que ta na cara que foi a gravadora que escolheu.
No caso dela, a impressão que fica é que ela gosta da fantasia diva pop e é isso que ela vai fazer.
Não ironicamente, a música é sim “afro”, muito do que as pessoas tem por “música latina” (que sequer é um gênero musical) é só música negra só que gentrificada e embalada como outra coisa por questões de capitalismo/mercado e racismo, reggaeton é um belo exemplo e é basicamente o rock/jazz/country da Colômbia nesse quesito
Eu lembro que rolaram algumas discussões na internet sobre como o reggaeton estava “branco demais” e tinham poucos negros hitando no auge do gênero, inclusive