FIFTY FIFTY é fofo, adorável e tudo que você já ouviu antes do grupo (e talvez esteja cansado de ouvir) em “Pookie”

Depois de lançar o pré-lançamento “Perfect Crime” sem qualquer MV oficial, FIFTY FIFTY está de volta com o novo EP Day & Night. A faixa título desse retorno é “Pookie”, que nada mais é que mais uma tentativa de recriar a magia de “Cupid” para elas sonharem com mais um hit:

Eu gosto da visão do FIFTY FIFTY em querer consolidar uma sonoridade mais específica para o grupo ao invés de tentar se reinventar e mostrar versatilidade em todo comeback como os grupos atuais. O objetivo é fazer você pensar nelas quando quiser ouvir um synthpop easy listening mais relaxante e longe dos batidões, o que, de certa forma, é fora da curva no meio de grupos que querem criar tendência ou mostrar que são bons em tudo a cada lançamento. O problema é que o FIFTY FIFTY não parece evoluir esse som e criar músicas com mais personalidade entre si, e está apenas correndo atrás do próprio rabo para tentar pegar a nova “Cupid” (o que é bem chato).

“Pookie” é fofinha e adorável, com vocais agradáveis, uns sintetizadores mais atmosféricos, um baixo funky e uma aura levemente retrô… Algo que dá para a gente dizer de boa parte dos lançamentos do grupo pós Cupid. Alguns elementos 8-bit aparecendo de forma mais espontânea no instrumental, como se a produção estivesse brincando de fazer música, são o ponto alto de “Pookie” e poderiam ser mais destacados, mas não vão muito longe. Já o refrão pega leve até demais e se perde no meio da música com uns ganchos fraquinhos, mas nada muito comprometedor. “Pookie” é uma música redonda e bem feita, mas não é excitante o suficiente para querer ouvir de novo (Algo que a gente pode dizer de boa parte do K-pop como um todo, atualmente). É um conjunto dispensável, e o grupo tem uma parcela de culpa por não ir muito além do simpático.

Não é condenável o FIFTY FIFTY manter a vibe synth disco que deu um grande hit para a marca e transformar no som assinatura delas. O desafio é fazer algo mais impressionante nesse nicho, e o FIFTY FIFTY parece nem tentar fazer algo mais ousado nesse estilo. A conclusão que chego ouvindo “Pookie” é “hum… Mais do mesmo” sem despertar grandes emoções ouvindo, e muito por conta da própria música não ser lá muito ambiciosa e focar em ser aquele 7/10 agradável que você deixa na playlist para tocar de forma aleatória até você inconscientemente revisitar e deixar no repeat. A intenção em manter um som coeso para elas é boa, mas eu ainda prefiro ouvir o que foi feito em “Cupid” mesmo.

23 comentários sobre “FIFTY FIFTY é fofo, adorável e tudo que você já ouviu antes do grupo (e talvez esteja cansado de ouvir) em “Pookie”

  1. Achei bem normalzinha, e dá para assistir e ouvir de forma despretensiosa.

    Mas de fato, esse grupo é extremamente igual, as meninas são todas parecidas uma com as outras, nem sei quem era a que estava no grupo anteriormente e quem entrou, e as vozes são todas iguais. Então é isso, mas do mesmo no k-pop.

  2. Mesmo não gostado, parabéns ao Douguie por não se render a boicote idiota, de quem não acompanhou o caso de perto.

  3. Eu adorei a música kkkkkkk não é nada que mude vidas mas é bem boa de ouvir.

    E por falar em Fifty-Fifty o ablume vem aí no dia 9. As divas Sio e Aran estão de volta com seus vozeirões pra abençoar nossos ouvidos.

    • Bancaram o MV da nova formação do ex-grupo com as multas e processos que perderam e ainda vão debutar, corajosas.

      • O que me espanta nesse redebut é elas terem voltado a trabalhar com o The Givers, mesmo depois do exposed da Dispatch mostrando como ele manipulou todos os lados pra tentar assumir o controle do (antigo) Fifty-Fifty (sem falar na revelação que “Cupid” nem foi criação dele; ele só usou a verba da Attrakt pra comprar a demo de uns produtores europeus). Uma coisa é ficar do lado da pessoa sem saber o que ela fez; outra coisa é saber o que ela fez e mesmo assim continuar do lado dela.

      • As pessoas ainda pensam que todo idol é inocente e ingênuo, que é escravizado pela empresa do mal que não consegue enxergar os idols como seres humanos, mas casos são casos, as meninas do alblume são golpistas desonestas sem caráter, mas vou guardar o resto das palavras para o post do Dougie sobre essas cadelas.

        E pensar que possivelmente as pessoas que apoiam esse debut são as mesmas que pedem a cabeça do NewJeans e fazem posts pedindo blacklist.

    • Melhor que tudo do lixo da hybe, se fosse dos grupos tenebrosos deles, com um bando de baranga de voz de macho, e com cara de Tonhão, vocês teriam amado! HYBE LIXO, TRASHEYE MERDA, IILIXO E LE CUFIM LIXOS IMUNDOS!

    • Ahhhhhhh sim!!! Muito ansiosa por esse debut do ablume! As meninas são incríveis 🫶

      • O CEO da Attrakt também deve estar ansioso, já que o dinheiro que elas conseguirem com esse debut vai pra pagar a indenização pra ele.

    • Tô contando os dias pra esse debut! Já assisti todos os vídeos que foram postados no canal delas e o teaser tá bem legal também. Essas garotas são puro talento.

  4. Se quisesse manter coesão no conceito, quem deveria lançar essa música é o Kep1er. Essa é a continuação perfeita de Tip-Tap. Mas todo mundo sabe q elas vão dar uma volta de 180° no conceito pois, como o dougie bem falou, a moda é ser camaleoa agr.

  5. Eu não sei como alguém aguenta ouvir uma música assim, não muda nada, do começo ao fim é a mesma coisa, as vozes muito parecidas, parece uma tortura.

  6. A empresa não entendeu que além da música, o grande diferencial do Fifty-Fifty eram as vozes das duas ex-integrantes. Não que agora esteja ruim, mas falta um tcham. Dito isso ainda fico com a incrível Gravity

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