Lee Chae Yeon promete dançar até morrer na pista de dança em “No Tears On The Dancefloor” (que já nasceu meio morta)

Enquanto a Yena segue na luta para transformar “Catch Catch” no maior hit de uma solista do IZ*ONE, as outras gatinhas que tentaram a sorte na carreira solo parecem ter retomado o controle depois de um tempo sumidas/com gerenciamento ruim. Recentemente a Kwon Eunbi assinou contrato com a RBW após se livrar da Woollim, e agora é a vez da Lee Chaeyeon, também de nova gravadora, lançar seu 4º mini álbum “Till I Die”, com “No Tears On The Dancefloor” sendo a faixa principal do 1º comeback dela em quase 2 anos:

Eu… aprecio aonde ela quis chegar. Esse número disco é facilmente associável com grandes momentos do pop na última década como o Future Nostalgia da Dua Lipa, o disco DISCO da Kylie Minogue e Run Away da Tzuyu (kkkkkkkk finge, galera), deu uma saturada em determinado momento mas soa bem legal e diferente dos batidões eletrônicos e melodias pop/rock que dominam o K-pop atual. A melodia, por conta própria, é um amor e os violinos protagonizando os momentos chave são adoráveis. “No Tears On The Dancefloor” une o moderno ao retrô com graciosidade, o que torna a faixa encantadora no primeiro e segundo plays.

O problema desse comeback é que não existe nenhum grande momento que me arrebate, e “No Tears On The Dancefloor” parece, o tempo todo, fazer o básico. Falta aquele clímax que me deixa extasiado na pista de dança, um refrão mais exuberante e/ou algo que dê mais adrenalina para a música, que é muito contida e safe no geral. Esse grande momento parece chegar no final da música mas, infelizmente, todas as músicas promocionais parecem ser obrigadas a não passar de 3 minutos, então me senti ROUBADO de uma ponte+refrão final elevando a magia e carisma dessa produção. Quando “No Tears On The Dancefloor” acaba, surge um grande OK na minha mente, e acredito que surgirá na sua também (Especialmente se você viveu o auge do revival disco/synth há alguns anos). É fofo, mas não é A grande música que abale as pistas de dança ou que faça jus ao fato dela ter passado quase 2 anos no porão.

Falta um poder de definição em cima de “No Tears On The Dancefloor”, e acho que dá para dizer o mesmo da carreira da Chae Yeon. Tipo, todos sabemos que a Eunbi viveu sua fantasia de diva pop com as migalhas que conseguia na Woollim (Vamos ver se as coisas melhoram na RBW… Provavelmente não) e a Yena se achou na persona quirky e carismática, mas a Chae Yeon é apenas uma gatinha simpática com músicas que, mesmo divertidas, não mudam a vida de ninguém. Dou alguns pontos por “No Tears On The Dancefloor” conseguir se destacar nos lançamentos recentes por ser um estilo musical que ninguém na Coreia faz há uns 3 anos, mas não tem nada que me faça segurar a mão desse single e carregar na minha playlist.

Um comentário sobre “Lee Chae Yeon promete dançar até morrer na pista de dança em “No Tears On The Dancefloor” (que já nasceu meio morta)

  1. Sinto pena dela ,a coitada viralizou porque sabia dançar bem mas a grande maioria das coreografias dos singles dela são básicas

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