aespa já fez o seu comeback com o 1º full album “Armageddon”, que vem sendo um sucesso. O pré-lançamento “Supernova” é o grande hit do momento na Coreia, a faixa título também vem se mostrando um sucesso e o álbum já é mais um million seller na carreira do grupo. Passado todo esse fervo e com o sucesso garantido, parece ser mais do que apropriado comentar hoje sobre esse álbum aqui no blog. Será que os homossexuais metidos a edgy da fanbase delas vão deixar esse post passar batido depois de falar que achei esse álbum um dos lançamentos mais meia boca do ano? Vamos descobrir isso agora:

Artista: aespa
Álbum: Armageddon – The 1st Album
Lançamento: 27/05/2024
Gravadora: SM Entertainment
Nota: 59/100
Um primeiro full album é sempre um grande momento para um artista/grupo de K-pop pois acaba sendo um grande evento dentro de uma indústria coreana que lança muitos EPs e singles e muitos grupos/artistas não conseguem lançar um full album na carreira. E para o aespa isso era ainda mais aguardado, afinal era um grupo da SM Entertainment que levou mais de 3 ANOS para lançarem um álbum completo. Expectativas foram criadas e a promessa de um álbum bombástico que abalaria estruturas era forte, então fiquei até surpreso em ouvir um trabalho tão… dispensável.
“Armageddon” é um álbum que se divide em 2 partes. A primeira parte do álbum é a mais ambiciosa, trazendo batidões mais pesados, um grupo cheio de atitude e agressividade em trabalhos com base no hip hop, um estilo que nunca colou comigo se tratando do aespa. As músicas mais legais do grupo para mim são mais baseadas no eletropop onde elas servem a mesma atitude com uma produção mais eletrônica que é muito mais marcante e memorável, e infelizmente esse álbum sí me dá isso em “Supernova”, que eu estou inclinado a dizer que é o melhor single da carreira do aespa. As outras faixas variam entre tentativas do aespa modernizar um hip hop mais old school e produções que não chegam a qualquer lugar mais relevante, onde eu prefiro pensar que não fazem muito por mim do que serem ruins de fato mas vocês também não vão me ver defendendo ou sequer ouvindo de novo.
A 2ª metade do álbum é mais “popzinho tradicional”, passeando por alguns estilos que grupos de K-pop gostam de explorar para encher álbum sem muita ambição de ir além de album tracks e/ou fillerzinhas simpáticas e inofensivas. É uma 2ª parte que é mais fácil de curtir com a mesma intensidade que é mais fácil de esquecer e, embora uma ou outra faixa tenha um pouco mais da identidade do aespa, nada é exatamente marcante para o grupo. Me identifico com faixas como “BAHAMA” e “Live My Life”, mas são músicas que qualquer grupo lançaria em qualquer álbum e músicas assim serem as minhas favoritas do “Armageddon” não é exatamente um ponto alto. O conjunto da obra poderia ser reduzido a um EP, e ainda assim ele não seria o melhor EP do aespa.
O que eu penso sobre o álbum “Armageddon” é uma grande extensão do que eu penso sobre o single “Armageddon”: Ele apenas parece ser mais emblemático do que realmente é. Tem 3 ou 4 faixas que eu lembro como são depois de terminar o play e, honestamente, a única música desse álbum que acho essencial e que eu acho que vale a pena o seu tempo é “Supernova” mesmo. As músicas que trazem mais personalidade não mudam a minha opinião de que o aespa do hip hop é uma completa chatice, e as faixas que se propõem a mostrar a versatilidade do grupo estão longe de serem memoráveis, o que faz esse álbum ser praticamente irrelevante no final do dia. Nada muito ruim, mas que é muito fraco perto do potencial que o aespa tem como grupo pop.
Faixa a Faixa
“Supernova” é uma excelente abertura de álbum. A música é apoteótica e imprevisível em todos os momentos, o farofão é elétrico e cyberpunk, tem toda a agressividade e é ofensiva de um jeito super positivo. “Supernova” é o tipo de farofa eletrônica que todo homossexual frita horrores na balada, é performática e icônica. Não tem um dia que deixei de ouvir “Supernova” desde que saiu, e nunca senti tamanha vontade em ouvir uma música do aespa, sendo o meu single favorito do grupo. Já não posso dizer o mesmo de “Armageddon”, que segue sendo um grande OK para mim. É mais uma música onde a ideia me empolga mais que a execução: Adoro a ideia de modernizar um hip hop old school para a geração atual, é um jeito mais “fora do padrão” de usar o conceito Y2K a seu favor e criar um território próprio no meio de músicas mais fáceis de ouvir. Porém, a sensação que tenho é que “Armageddon” simplesmente não pega no tranco. É tudo lerdo e morno demais, um tipo de faixa mais segura que nem combina com o próprio aespa. É como disseram: Faria mais sentido essa música ser um aperitivo/pré-lançamento e “Supernova” ser o prato/faixa principal desse comeback.
“Set The Tone” mantém o espírito hip hop de “Armageddon”, numa execução ligeiramente mais industrial com batidas mais pesadas e vocais com uma atitude diferente. Algumas individualidades mas que, no fim, chegam no mesmo lugar do principal single do álbum. Se você viveu por “Armageddon” não deve ter problemas de achar “Set The Tone” um lacre, mas eu mesmo não achei nada demais. “Mine” é ainda mais um hip hop de produção ainda mais pesada, com batidas mais secas e ainda mais atitude na interpretação. Das 3 faixas é a minha favorita, mas esse estilo de hip hop mais badass é algo que nunca funcionou no aespa comigo, e nada desse estilo no álbum me fez mudar de opinião. Tanto que eu fico bem mais animado quando “Licrorice” chega com a sua guitarra dando uma pegada mais rock para toda essa intensidade e atitude, e é nesse estilo mais sujo e rasgado que a personalidade do aespa brilha. Menos séria e mais “sexy”, “Licorice” é o 1º destaque do álbum depois de “Supernova” (E a última faixa que eu achei realmente acima da média).
“BAHAMA” começa a segunda metade do álbum mais animada e pop, com uma guitarrinha deliciosa e uma sonoridade mais leve e despretensiosa perfeita para curtir um dia caloroso de verão, e o break da ponte é uma virada legal e memorável. Na prática é daquelas album tracks mais despretensiosas que não são (Ou não deveriam ser) um highlight de um álbum normal mas é um play agradável e divertido. E como “BAHAMA” já vem com uma sonoridade que alimenta melhor a minha playlist eu tenho certeza que essa música será a que mais vou ouvir do álbum do aespa, mesmo que eu não ache melhor do que “Licorice”, por exemplo. “Long Chat” é mais cadenciada com sintetizadores mais pesados, mas não perde o brilho de uma faixa pop nem o toquezinho mais caótico de uma música do aespa. Não é uma grande música, mas é o tipo de pop com uma energia mais adorável e sintetizadores mais intensos que deixa uma boa impressão.
“Prologue” oficialmente desacelera o álbum com um popzinho mais moderno com um toquezinho involuntariamente romântico, uma vez que a música tem uma mensagem mais confortável sobre viver a sua vida no próprio ritmo. Num primeiro momento causa uma certa estranheza ouvir uma faixa mais soft do aespa (Ainda mais depois de tanto pancadão e bass mais pesado que esse álbum proporciona) mas é fácil de acostumar e achar essa um fillerzinho adorável feito para indicar que o álbum está acabando. “Live My Life” é o momento mais punk do Armageddon, um pop/rock sentimental com uma explosão mais intensa de emoções no refrão sing along, com uma interpretação otimista e confortável. A fórmula não é nova e nem é um grande momento do punk no K-pop (O próprio aespa fez melhor no cover de “Regret If The Times”), mas a execução é boa e diverte qualquer fase mais rebelde de adolescentes por aí. Fechando o álbum temos a baladinha no piano “Melody”, porque temos que ter uma baladinha no piano fechando o álbum ou algo assim. Fofinha, gostosinha de ouvir uma ou duas vezes e só isso mesmo. Definitivamente uma baladinha para encerrar o álbum.
Concluindo…
Definitivamente não vale os 2400 reais da versão CDP. Na verdade, se eu tivesse DOIS MIL E QUATROCENTOS REAIS sobrando para comprar a versão CDP do “Armageddon”, seria a última coisa que eu pensaria em comprar.

e desde quando as músicas são ruins e fora de conceito?? a intenção dos álbuns do aespa é justamente passar uma ideia de transição de kwangya pra o mundo real, algumas músicas sendo a cara das titles, bem rebeldes e com instrumentais pesados e as bsides seguindo mais os modelos música comuns em outros grupos.
não é só por conta disso q as músicas vão ser ruins nem descartáveis. se vc não compreende a intenção q o álbum tem, não fale sem saber
eu gostei do album pq curto o aespa mas concordo quando vc diz que o grupo promete coisa grandiosa pro grupo e entrega algo normal/ok. vendem muito o aespa como a revolução, mas elas são apenas 4 meninas com um conceito diferenciado e só. eu ainda acho elas legais pq tem personalidade e eu curto o fato delas não tentarem ser um novo nj como é a tendência dessa geração. acho q elas combinam muito com uma pegada spicy e sopernova, amo as caras e bocas de meninas debochadas que elas fazem kkkkkk as eras next level e drama também são legais. mas é aquilo eu vejo esse album apenas como mais um trabalho do aespa e não como um divisor de águas na carreira ou algo que é tão memorável. mas pelo menos tá hitando né, acho q o kpop (infelizmente) hoje em dia se resume a isso
Esperava mais também, e concordo que até aqui as faixas que mais gostei e ouvi mais vezes foi Bahama, Licorice (deveriam investir nesse lado mais rockzinho pro aespa, eu adoro as versões ao vivo com guitarra de Spicy e Drama) e Live my Life.
Mine e Long chat tinha até gostado nas previas, mas a cada ouvida fui deixando de gostar. Uma coisa que me incomoda um pouco é que deixam pra caprichar mais na title, como Supernova e parece que não gastar ou mostrar tanto empenho no restante do álbum, nem precisa ser tão uau, mas não tão insossa como algumas desse álbum (Prologue e Melody foi quase um parto pra ter terminar de ouvir).
E eu ia até pedir a Review do FMR – 2022 por conta do possível último comeback do rv esse mês mas eu vou deixar baixo porque esse álbum é maravilhoso e eu não quero que receba uma nota menor que a do Ive pra eu não surtar
Acho até engraçado como que tanta gente aclamou o álbum sem sal do IVE, chamando de AOTY por conta de Accendio basicamente e que nem é essas coisas e tão querendo massacrar o álbum do aespa, é mais fácil falar que vocês não querem gostar do álbum por birra ou algo do tipo.
“Armageddon” tá sendo super subestimada, por muitos, a música passa bem longe de ser Ok, a bridge e o pré refrão são ótimos.
Já sobre as bsides, Bahama, Licorice, Live my Life, Melody e Set the Tone são músicas boas, distintas, principalmente bahama.
Achei a nota muito baixa, ainda mais comparando com o 85 que você deu pro álbum patético do Ive.
Sobre o preço da CDP você não paga pelo álbum e sim pela tecnologia, é praticamente um MP3 da nova geração, já que o MP3 tá em moda e com esse do aespa você pode ouvir CD’s, faz sentido pra mim por exemplo que tenho o Purpose e o INVU que eu nunca tirei o CD da case por não ter nada pra ouvir o CD fora.
já falei tudo que eu tinha que falar sobre mas é primeiro álbum de ato da sm 101. a sm nunca se arrisca em primeiro lp de ninguém e não ia ser diferente com o aespa, e pesa ainda mais pra elas que armageddon é uma música de nada, e pra ajudar elas não têm a atitude pra segurar. uma PENA na verdade, porque o orçamento com ctz foi trilhardário pra esse release e elas vinham numa sequência de minis muito legais. no fim acho que elas vão ficar com a mesma sina dos outros grupos da sm de ser um grupo que funciona melhor com trabalhos mais enxutos, afinal, não lembro de NENHUM ato da sm lançando um full album realmente impactante que fura a fanbase dos grupos desde sei lá. o shinee com o story of light? a boa com better? mesmo o gasoline do key eu não achei tudo isso… torçamos por tempos melhores
(dougie vc vai fazer review do dall ou vms tar precisando deixar o pix
(Em algum momento sai review do dall tbm)
(ebaaaaaa
é definitivamente um álbum… de demos que devem estar a tempos nos drives de times de produções que já trabalharam com a sm… salve supernova, amargeddon e liquorice tudo parece muito algo que qualquer outro grupo de dentro e fora da empresa poderia ter lançado e pra um primeiro full TÃO aguardado e TÃO adiado acho que o resultado final foi bem meh… espero que o burburinho das três faixas citadas ajude ao menos a darem um norte pro direcionamento sonoro do grupo pq sinceramente não tô botando muita fé desde life’s too short
criou-se tanta expectativa nesse álbum, varias faixas registradas que nao viram a luz do dia, morro. a sm simplesmente entregou um trabalho preguiçosissimo pra o primeiro full album do aespa. achei desumano.
pop asiático perdeu a oportunidade de chamar Melody de descarte do red velvet, pq pra mim é isso q é, nada a ver com o álbum
o descarte do red velvet é prologue pqp com certeza essa é descarte do chill kill
e elas tão se alimentando de descarte do rv há um tempinho pras mid/low tempo né… que pelo menos fosse um descarte do rookie/perfect velvet igual foi thirsty mas nãoooo
mesmo que tivesse dinheiro não ia conseguir comprar a versão cdplayer porque a sm é incapaz de fazer as paradas em quantidades certas
meu problema com esse álbum é que a segunda metade dele claramente era pra ser as b-sides de Spicy, que era pra ter sido o full-album e sabe se lá porque inventaram de adiar.
Armageddon é uma title quase preguiçosa. Depois do batidão delicioso que foi supernova como pre-single, esperava muito mais
na vdd desde o my world tá assim kkkk algumas tracks de cada um dos álbuns não combinam e se dariam muito bem em outros. a equipe da sm tá mto bagunçada.
esse álbum parece q a sm comprou qualquer demo que viram e gravaram pras bsides e vamos ser sinceros, ngm quer ouvir ballads em álbum do aespa elas ficam melhor nos bates panelas e mid tempo imprevisível