Chuu está de volta com seu 3º mini álbum “Only cry in the rain”, o que já é bem mais que eu jurava que a carreira solo dessa menina ia durar (Eu pensei que ela só lançaria 1 EP para os fãs e voltaria para a vida de subcelebridade na Coreia… Quem diria, né). O nome também me deixou reflexivo em usar o mesmo meme do ativo babaca largando os passivos na chuva pela segunda vez esse mês, mas aí pensei: Isso é mesmo importante? Então aqui estamos nós para ver a Chuu sendo largada na chuva com o MV da Title Track (E repetindo o meme porque sim):
Não é muito incomum a gente ver essas artistas mais conhecidas e/ou que hitam pela personalidade mais palhacinha quererem provar que podem ir além do carisma em faixas menos energéticas. Já tivemos, por exemplo, a Yena tentando uma virada de abordagem em “Love War”, a JooE embarcando em alguns reality shows para mosrtrar que vai além do meme e por aí vai. São movimentos curiosos se tratando da era do TikTok onde personalidades mais funny em um tempo curto costumam viralizar e ajudar na popularidade, mas acho que tem a ver com a questão de querer ser levada mais a sério como cantora/artista. Na maior parte do tempo essas mudanças de conceito são bem menos interessantes que se apenas abraçassem o meme e lançasse umas músicas mais divertidas, mas entendo esse sentimento de não querer ser levado como joke act a vida toda também.
A Chuu mesmo já tem algumas investidas que mostram que ela pode ir além do meme e carisma, e “Only cry in the rain” é o exemplo mais sentimental disso. Um synthpop mais melancólico com uma letra mais tristinha sobre um relacionamento de altos e baixos onde ela só consegue chorar quando a chuva cai e sem a gata convivendo com um bicho gigante de CGI. Um som que mistura o synthpop de gatinha indie que grava músicas em algum aplicativo caseiro com alguém que provavelmente tem “As It Was” do Harry Styles como a música da vida dela, dois lados que dão uma nerfada na persona vibrante e energética que a Chuu é conhecida mas que não resulta em uma música ruim. É uma melodia simples com uns synths confortáveis e uma voz agradável de ouvir resulta em uma combinação super safe de música pop, e acho que a intenção da Chuu com essa música é criar essa música de conforto que estará lá por você em momentos mais tristinhos e tal. Não é lá uma música que mude vidas mas cumpre o seu papel.
A essa altura eu não espero que a Chuu traduza o seu lado personalidade da mídia rainha do camp para a sua carreira como cantora, o que eu acho um erro mas HEY, é a Chuu vivendo a verdade dela e não vou condená-la por isso. “Only cry in the rain” não impressiona mas também não ofende, um 7.5/10 que se torna ótimo em determinados humores ou uma companhia adorável para momentos mais introspectivos. Se você não se importa com a carreira solo da Chuu não será esse comeback que trará você para o lado dela (Eu mesmo prefiro ouvir Strawberry Rush a isso) mas é o tipo de trabalho que você termina pensando “Poderia ser pior” (Pelo nome eu jurava que vinha o baladão mais cafona do ano na Coreia). Os mais fãs devem curtir numa boa.
se a chuu seguisse um caminho meio heart attack, quirky e menina sonhadora kawaii talvez daria mais certo. A persona que ela implica nos programas e tals é justamente uma que não se leva tão a sério, é tipo “olha eu sendo bem aegyo aqui”.
O mini está muito bom! Me surpreendeu, pois achei a title just ok. Back in town e Kiss a Kitty ótimas músicas que não esperava da menina Chuu. Pena que ela não investe na pegada powerhouse vocalist, mas, entendo a escolha de marketing pro nicho dela. Boa sorte, menina mulher!
diferente de strawberry rush, essa não é ruim
coitados dos passivos na chuva sendo comparados a essa daí
Ainda estamos em abril, mas até o momento essa é minha escolha pra melhor música de k-pop do ano! Também gostei do MV com a trama ousada do trisal; pena que no final a Chuu abandona os conjes pra se dedicar aos estudos e à carreira de atriz (saudades dos tempos em que toda vez que uma idol saía de um grupo as agências soltavam essa desculpa pra fingir que não teve treta por trás).
Uma pena que o Loona precisou morrer pras 12 ex-integrantes mostrarem que são ARTISTAS.
Não bastasse ser a maior sindicalista marxista-leninista da Coreia do Sul ao ter reivindicado seus direitos e assim inaugurando um novo capítulo no movimento trabalhista daquele país, a Chuu ainda teve a coragem de retratar o segundo relacionamento poligâmico no kpop (pois quem fez isso primeiro foi o Triple H). Afinal, ela CLARAMENTE é a marmita do casal nesse clipe. E como quase todo relacionamento à três, uma das partes sempre fica sobrando, e nesse caso foi o carinha que, com ciúmes da Chuu com a mina dele, fez com que ela não se sentisse à vontade para continuar naquela relação.
E o que dizer da música em que ela canta sobre gostar de beijar “kitty” (pussy no dialeto lésbico)??? SIRVA O SUBTEXTO QUEER BEM GELADO, COMADRE CHUU.
Chuu na época do Loona era facilmente a minha favorita.
Depois que saiu do grupo a gatinha foi ladeirando.
Sei que essa persona palhacinha é o que paga as contas dela (não sei se ela vem de família rica), mas gostaria muito mais se ela abraçasse isso de uma forma menos infantil.
A voz dela é boa, mas infelizmente vai indo pra um caminho infantiloide e bobinho. E pra mostrar o lado sério tem que apostar nesses números “adulto sofredor se imaginando num clipe vendo a chuva no ônibus”.
ok dougie agora você foi luz com o título dessa matéria
Pode não ser a melhor title dela, mas o mini é com toda certeza o mais redondinho, acho que ela podia apostar no som mais funky de Kiss a Kitty, uma coisa mais Sweetune, eu ia adorar
puts… mas é a melhor title dela
Ouvi o EP todo enquanto fazia caminhada e gostei, achei bem gostosinho. O que mais me surpreendi foi a Chuu fazendo meio que rap alá GISELLE DO AESPA (Sim, é para você Senhora Taeyeon) em algumas músicas…. ótimo EP mesmo. Acho incrível o quanto o pós LOONA trouxe coisas boas do grupo…
Mulher até apropriação cultural a Giselle tem no currículo não falta nada para ela ser uma rapper de verdade
Rapper coreana*
Supostamente, todas as (ex) integrantes do Loona foram treinadas pra fazer rap (sim, até a ViViane depois que ficou fluente em coreano) porque a agência queria que elas se alternassem nas funções a cada música. Isso explica quase todas já terem feito rap em alguma música (e também explica nenhuma ser boa nisso – pra treinar 12 idols em rap ao mesmo tempo, o treinamento deve ter sido beeeem superficial).
Se você quer ouvir o lado mais palhaço dela eu recomendo Kiss A Kitty desse EP
É muito tosca mas eu adoro o duplo sentido da parada
Qual seria esse duplo sentido? ksksks Acho que ainda sou inocente para isso, pelo menos.
Basicamente pode ser interpretada como uma música sobre relação lésbica lol
ela querendo beijar uma bichana