Do pior ao melhor: Ranqueando os singles da carreira do T-ara

Fazia um tempo que não recebia um pix para patrocinar um post nesse estilo. Até pensei “ufa, todos os grupos do 2º escalão do K-pop já passaram por aqui”. MAS NÃO, ainda tem vários grupos que podem ter suas carreiras revisitadas nesse blog e com leitores dispostos a me mandar um dinheiro para tal. Por exemplo, hoje é dia de revisitarmos a carreira de um dos grandes girlgroups da década passada no K-pop, que subiu rápido, caiu rápido e, hoje, é um dos grupos que tem aquele carinho especial da fanbase (Especialmente entre entusiastas da 2nd gen do K-pop): Hoje é dia de T-ARA, e esse post está pronto para ranquear os vários hinos e poucos lixos que o grupo lançou. Sem mais delongas, vamos ao post:

YaYaYa

YaYaYa é ruim em todos os sentidos. Tem momentos que ela é um “ruim que dá a volta e diverte”, momentos que eu dou risada da tosqueira de tão ruim e momentos que eu só dou risada e me pergunto o que raios aconteceu para a MBK tentar ofender os povos indígenas com tanta dedicação (Só faltou, sei lá, fantasiar uma loira com mãe de origem ucraniana de indígena). Mas, em todas os caminhos, eu penso que YaYaYa é muito ruim, fica naquela casa de farofas EDM que você tem que estar com muita boa vontade/muito alterado para aguentar ouvir até o fim. Não tem um momento para salvar a música, absolutamente tudo me irrita e é uma barulheira sem sentido que nem dá para encarar como camp.

Target

O MV misturando anime e videogame é uma graça que disfarça bem a música chatíssima. Sem o vídeo, “TARGET” nunca funcionou comigo: Um EDM pouco inspirado, com um refrão irritante, vocalmente bobo e uma produção que não chega a lugar nenhum. O T-ara nunca teve um empenho em fazer farofas japonesas tão boas (Ou que não parecessem ser gravadas em uma garagem), e “TARGET” é o exemplo mais gritante disso. Uma pena, pois era uma época em que elas conseguiriam coisas bem melhores que essa demo se tivessem um pouco mais de fogo no olhar.

TIAMO

A essa altura o T-ara já tinha desistido e estava pronto para não renovar os contratos e bater na porta de alguma agência de atores para descolar uma ponta em dorama b-list, e “TIAMO” é a prova disso. O T-ara tem ótimos singles lentos e dramáticos no catálogo, mas TIAMO não é um desse casos. É o T-ara no automático fazendo uma baladinha automática apenas para cumprir tabela, bem artificial e sem qualquer grande emoção despertada. Chegar até o final dessa música é, sem dúvidas, o maior desafio da carreira do T-ara.

Lead The Way

O mesmo de “TIAMO” pode ser dito em “Lead The Way”, mas enquanto “TIAMO” é uma balada automática que qualquer pobre coitada do Top 300 do Melon lançaria, “Lead The Way” é uma balada automática que tem mais a cara do T-ara e, por isso, não tenho coragem em falar que é horrível. Bonitinha de se ouvir casualmente, mas convenhamos que ninguém lembra da existência disso (Nem mesmo a própria Universal Japan, que até hoje não liberou a discografia japonesa do grupo no streaming).

Why Are You Being Like This?

Eu gosto muito da intenção de fundir a cafonice do Trot com a energia do eletropop que estava crescendo no K-pop. Era uma época onde as empresas se permitiam ser criativas e criar marcas mais únicas em termos de som e imagem, e o T-ara conseguia se destacar muito bem nesse sentido. A execução é boa também, mas tem algo muito errado que não me faz curtir a música como eu deveria. O que está errado? É o que a música pergunta e eu não sei responder. Acho que o fato da música ser bem estagnada a ponto de parecer girar em círculos e só ter alguma vida no drop que rola depois do 2º refrão, enquanto o resto da música beira o tédio. Uma música que é muito legal no papel, não muito legal na prática.

Lovey Dovey

“Lovey Dovey” é bem boa. A música é praticamente uma releitura moderninha do que elas tinham feito com “Roly Poly”, e não tem como errar se a base é uma das melhores músicas que o K-pop já desovou em sua história. Minha questão com Lovey Dovey é que eu frequentemente esqueço que essa música existe, tanto por preferir “Roly Poly” quanto pelo T-ara ter feito farofas bem mais emblemáticas. “Lovey Dovey” é simpática, divertida, atende as necessidades de uma boa gatinha farofeira da 2nd gen (Especialmente em 2012), mas não acho essencial se tratando de T-ara hoje em dia.

Sexy Love

O mesmo pode ser dito de “Sexy Love”. Na época era legal, o T-ara é de fato um grupo que entregava muito nas farofas EDM e até a mais básica com toque futurista que o grupo entregava era melhor que o que a sua favorita fazia na época, mas que não sobreviveu ao tempo e, hoje, não é nada que mude muitas vidas (Acho que nem na época mudava, mas estava fechado com as divas no bullying-gate e isso deu uma valorizada na música). O refrão é delicioso e eleva uns níveis de “Sexy Love”, mas os wob wob da intro que rolam em metade da música são um saco e tira esses níveis, então deixar nesse nível já está de bom tamanho.

Bingle Bingle

O T-ara tem uma porrada de singles promocionais e colaborações que eu pretendo não colocar aqui por achar não fazer sentido dentro desse post (Tipo as colaborações com Davichi e Seeya que nem tem T-ara direito), mas abrirei umas exceções aqui como esse cover de Bingle Bingle da cantora Nami que é uma gracinha e combina bem com a fase retrô que o T-ara vivia ali em 2011 e 2012. A música é um daqueles momentos onde um grupo do momento revisita um clássico coreano para novas gerações conhecerem, e “Bingle Bingle” é uma faixa bem pop que o T-ara regravou de um jeito bem fofinho e adorável. Revivendo a magia de 1984, mas de um jeito que só um girlgroup faria em 2012.

Jeon Won Diary

O T-ara escolheu um jeito bem inusitado de lidar com um dos maiores escândalos de bullying do K-pop: Lançou uma unit unicamente para falar para os netizens não encherem o saco e cuidarem de suas vidas em cima de um farofão bem desbocado e camp. O instrumental envelheceu como leite azedo comigo, mas a ideia de debochar da galera odiando o grupo em cima de rumores infundados ao invés de capinar um lote ou lavar uma louça ainda é ótima. Talvez não tenha ajudado com a reputação do T-ara na época, mas viria bem a calhar agora que vez ou outra surge alguém dos bastidores da Core Contents Media para falar que a história era toda inventada pela Hwayoung. (A música da outra unit do T-ara, o QBS no Japão, só receberá essa menção por aqui mesmo pois eu genuinamente não tenho nada para falar dela)

Do You Know Me?

Outro cover reimaginado pelo T-ara, “Do You Know Me?” é uma versão do hit de 1977 da banda Sand Pebbles, mantendo a essência da canção original mas modernizando para um girlgroup da 2ª geração do K-pop fazer em 2013. Também era uma fase onde o T-ara estava EDMzando ao máximo o seu som, o que rendeu esse farofão de rainhas da festa que, ao mesmo tempo, se agarra a magia retrô de um clássico dos anos 70. É outra música que não acho justo colocar mais alto pois não me lembro direito que existe no catálogo do T-ara, mas tanto a versão baladinha quanto o farofão que serviu de title track são bons e sólidos números.

So Crazy

Uma parceria entre T-ara e Brave Brothers poderia ser um estouro se ambos os lados não estivessem na fase mais automática de suas carreiras (O T-ara meio conformado que nada delas hitaria na Coreia de novo e o Brave Brothers meio que replicando Miniskirt a rodo para quem pedisse). É um popzinho atrevido e espivetado de gostosa que tem a cara de grupos como AOA ou Hello Venus, mas é meio meh para o T-ara. É boa? Sim, mas eu ouço essa música e só penso na falta de ambição dessa música, como ela nem tenta ser algo além de uma derivação de “Miniskirt” do AOA, como se o Brave Brothers estivesse sem criatividade para criar algo com a cara do grupo. Uma pena, porque essa parceria poderia render um bop bem mais interessante.

What’s My Name

O T-ara tem muitos méritos por lançar uma música de despedida que não fosse uma balada chata (Na época não era anunciado como música de disband mas vamos lá galera, o MV e a música nem escondem que elas estavam prontas para desencarnar da vida idol). Não que esse EDM tropical emotivo seja a melhor música de despedida da história (e pelamor, TODAS refizeram suas vozes nessa música com exceção da Jiyeon), mas ainda é bem gostosinha e envelheceu bem como boa parte dos números tropical house/dancehall que dominavam aquela época. Não é nada demais, mas também não é nada de menos.

Tiki Taka

Em 2021 a formação final do T-ara conseguiu lançar um single de reunião (Era para ser o retorno do T-ara no mesmo estilo do KARA hoje em dia, mas a reunião ficou por esse single mesmo) com “Tiki Taka”, uma música que relembra bem algumas sonoridades e estilos que marcaram os anos mais ativos e bem sucedidos do grupo. Acho que esse retorno perdeu força com o tempo e passada a serotonina do retorno do T-ara (Lembro de ter me empolgado mais ouvindo essa música na época do lançamento), mas é um bom trabalho. Consistente, com personalidade e com a falta de energia que só o T-ara poderia proporcionar. Que os astros se alinhem para, pelo menos, elas lembrarem que o aniversário de 15 anos de grupo chegou para tomarem coragem e lançarem música nova.

Lies

A fase pré-debut do T-ara é muito boa, não só por desenhar o T-ara como um grupo de K-pop mais dramático e BEM diferente do girlgroup de K-pop padrão (Mas dentro da proposta de artistas dramáticos e storytellers criados pela Core Contents Media). “Lies” é uma versão bem K-pop do que a CCM entregava com artistas como SG Wannabe e Davichi, e por isso mesmo é muito boa. Eu me envolvo totalmente por esse instrumental que traz uma carga emocional de gatinha sofrendo por conta das mentiras do boy, e o refrão final com as “notas altas” junto com o rap é icônico (Curiosamente o T-ara explorou pouco a capcacidade vocal das main vocalists, com as duas músicas pré-debut sendo algumas exceções nos poucos singles que tem extensões vocais, por exemplo). Uma delícia.

T.T.L (Time To Love) (feat. Supernova)

“T.T.L (Time To Love)” foi o single pré-debut do T-ara em parceria com o boygroup Supernova, que nunca foi grande coisa na Coreia (Tanto que T.T.L é o único hit de verdade deles) mas conseguiu fanbase e carreira bem relevantes no Japão na década passada. A música segue a mesma ideia de pop mais profundo e dramático de “Lies”, só que com (muito) mais raps na execução, deixando a música mais agressiva e direta. Igualmente eficaz em mostrar o T-ara como um girlgroup de sonoridade bem diferente do girlgroup comum, tem personalidade e é marcante. O projeto de pré-debut do T-ara é muito bom, e o nível se mantém quando elas debutam oficialmente (Mesmo que o conceito construído aqui tenha sido escanteado depois).

Bo Peep Bo Peep

Um belo exemplo de como repetir uma onomatopeia por metade da música pode ser uma coisa boa, especialmente quando temos um refrão de verdade para cantar e dançar junto com elas. “Bo Peep Bo Peep” é o tipo de pop mais atrevido e safado, que brinca com o fofo e traz ganchos chiclete, que grudam na sua cabeça a ponto de você cantar “bo peep bo peep bo peep ah!” involuntariamente por aí. O autotune não envelheceu tão bem assim (Provavelmente será um crime ouvir essa pela primeira vez hoje em dia) mas segue funcionando muito bem comigo, sendo um produto da década passada que me traz bons sentimentos até hoje.

Like The First Time

Normalmente músicas de gatinha desconcertada pelo amor são feitas na base de sintetizadores mais fofinhos que despertam um sentimento mais leve, romântico, bonitinho. Aí vem o T-ara e transforma esse enredo em uma farofinha eletropop com muitos sussurros, gemidos e sintetizadores, de certa forma, provocantes. Pois esse não é o primeiro amor do T-ara e elas não são tão inocentes assim, mas estão sentindo o coração bater de um jeito que elas não sabem lidar, como se fosse a primeira vez. Fofo, mas sem perder a postura descolada. Entre ela e “Bo Peep Bo Peep” eu também não saberia escolher qual a melhor música para debut, e botaria o T-ara para lançar as duas mesmo.

Day By Day

Com o T-ara consolidado como um dos maiores grupos da atualidade após emplacar vários smash hits entre 2011 e o início de 2012, a Core Contents Media viu que era a hora de consolidar o T-ara como O grande grupo das mega produções e Drama MVs. “Day By Day” meio que repete a fórmula que deu certo antes com “Cry Cry”, com uma música mais séria e intensa, dessa vez com uma flauta e violão conduzindo e dando o tom latino da vez. Não acho “Day By Day” tão apocalíptica ou que mude vidas do mesmo jeito que “Cry Cry” (e deve ativar war flashbacks por ser o comeback antes de todo o Hwayoung-gate), mas ainda é ótima e um prato cheio para os fãs dessa persona mais madura do T-ara.

Bunny Style

“Bunny Style ” é a primeira (E acho que a melhor) música original japonesa do T-ara. Muito dessa música resgata a ideia de ser “fofo porém não tão fofo” do debut, com elas agindo de um jeito bem bobinho e carismático, com a coreografia do quadril para cima sendo adorávek e do quadril para baixo sendo super rebolativa, com o auge sendo as poderosas quicadas no chão com o break. O refrão é uma doçura e os versos mais rápidos funcionam muito bem dentro da música. E com certeza passarei mais uns anos cantando banisutai mentalmente.

Sugar Free

“Sugar Free” é o T-ara assumindo de vez a FAROFA e lançando um EDMzão digno dos principais festivais de música eletrônica da época. Aqui o T-ara chuta o balde e abraça o eletrônico, com sintetizadores pesados e um refrão intenso que dá uma adrenalina única para esse single. Tem algo que me impede de gostar 100% de “Sugar Free” e eu não sei descrever o que é (A única coisa que me vem a cabeça é eu não achar essa música tão lifechanging quanto Number Nine), mas ainda é ótima e mostra que o T-ara foi bom em todas as vertentes de farofa pop que jogaram na cabeça do grupo.

Little Apple

“Little Apple” é o T-ara acertando com um cover algo que elas não conseguiram com muitas das tentativas originais: Uma farofa meio cansada que é extremamente divertida. Eu gosto do contraste que o instrumental animado de flash mob tem com a interpretação de gostosas entediadas que o grupo entrega, uma coisa “Go girls give us nothing” mas que prende a sua atenção e, quando você menos se dá conta, está lá dançando a coreografia mais preguiçosa do mundo com um refrão super catchy. Divertida e sing along, “Little Apple” é um amor do início ao fim.

I Go Crazy Because Of You

Lembra quando o K-pop não estava nem aí e botava novatas na indústria para cantar que estão com um tesão de 300 cachorras em cima de um pancadão eletropop tirado do álbum Blackout da Britney Spears? Tá, acho que fui muito específico com “I Go Crazy Because Of You”, mas o que quero dizer é: Nossa, que música deliciosa. Tudo é usado a favor delas: O autotune é muito bom, o instrumental intenso dá uma sensação gostosa de desespero e a performance delas amplia ainda mais essa sensação (Especialmente no refrão que é um luxo para essa canção). Uma bela e libidinosa paulada pop coreana.

Roly Poly

É difícil acreditar que essas safadas não usaram uma máquina do tempo para viajar nos anos 70 e arranjar um dos melhores disco pop já feitos no K-pop, mas o T-ara foi lá e, no desejo de serem as Bee Gees do K-pop, conseguiram um hino digno de estar num Saturday Night Fever. Tá, talvez nem tanto, mas “Roly Poly” é maravilhosa, nostálgica, que me faz sentir uma pessoa melhor, mais leve e FELIZ depois de ouvir. “Roly Poly” é uma música que une tribos, cura doenças e derrota o mal, pois dá um sentimento tão BOM ouvindo que eu me sinto mais completo sabendo que vivo no momento que essa música existe. Um dos melhores revival retrô que o K-pop já fez (E vale mencionar o remix de Roly Poly que é tão icônico quanto).

Cry Cry

Eu diria que “Cry Cry” é a grande representação do que o T-ara deveria ser: Pop mais elegante e profundo puxando o tango, velocidade reduzida, performance mais dramática e tudo que o T-ara do pré-debut introduziu e meio que ficou escanteado para algumas b-tracks depois do debut. O que faz sentido, levando em conta que o T-ara mais eletropop e camp deu muito certo também, mas “Cry Cry” é um resgate muito foda ao que elas tinham feito antes, com muito mais orçamento (Elas vinham de um dos maiores hits da história do K-pop) e muito mais refinamento de produção. O resultado é sensacional, e é até impressionante como um grupo limitado vocalmente como o T-ara conseguiu segurar TÃO BEM um instrumental mais profundo que parece pedir vocais mais potentes e expressivos. Incrível.

We Were In Love (feat. Davichi)

Eu não ia mencionar as parcerias do Davichi com o T-ara nesse post mas decidi colocar (e aclamar) essa música pois, além de ser relançada dentro do EP “Funky Town” do T-ara, é um dos grandes exemplos de como a Core Contents Media era MUITO BOA na hora de entregar um baladão. “We Were In Love” é linda, mágica e, acima de tudo, brilha em sua tristeza. É uma música que tem como base orquestra e vocais, mas uma interpretação extremamente vulnerável que deixa tudo ainda mais profundo. Eu poderia falar como Davichi eleva vocalmente a música (Porque eleva mesmo), mas o T-ara não fica para trás com a interpretação. A sensibilidade e harmonia entre as integrantes é perfeita, e por isso merece estar nesse post como uma das melhores músicas do T-ara E do Davichi também.

Number Nine

quando o violão da intro começa eu já me sinto nas nuvens, e quando o batidão estoura eu frito junto com elas (Mas eu fico louco por esse batidão enquanto o T-ara frita da forma mais cansada possível). Tem um toque mais “cafona” nos versos que eu acho a cara do T-ara, assim como a interpretação mais dramática (Especialmente no refrão) que me faz sentir a emoção e cantar a plenos pulmões junto com elas. E a ponte dessa música me dá orgasmos junto com o refrão final que que me faz sentir que ouvi a melhor fritação K-idol de todos os tempos. Tudo nessa música é perfeito e, por mais que o povão prefira “Sugar Free”, para mim “Number Nine” é o auge das fritações EDM já feitas na carreira do T-ara.

18 comentários sobre “Do pior ao melhor: Ranqueando os singles da carreira do T-ara

  1. Tem algo em Little Apple que me deixou extremamente obcecado a primeira vez q ouvi

  2. Grupo fraco vocalmente, visualmente e performaticamente. Lançaram algumas das maiores tranqueiras do gênero, embora tenha tido um ou outro acerto. Deram sorte de terem debutado na segunda geração, onde muita coisa era aceita sem maiores critérios. Se tivessem surgido na terceira já seriam massacradas pela falta evidente de talento. Sem contar com o tanto de criminosas na line up. Felizmente ficaram no passado 🙌🏻

    • Mesmo nao tendo grandes vocalistas o T-ara tinha uma formação que funcionava bem nas músicas. We were in Love, meio que deixava claro que a cobra era quase descartável na formação principalmente depois da adição da doida trambiqueira. Ela era bonita, mas tinha outras membros no mesmo nível de beleza, e que cantavam, dançavam e faziam rap melhor.

    • avisa que são as rainhas da 2nd gen
      ta aí um grupo que tb entregava mto na bsides e album tracks

  3. “Jeon Won Diary” parece uma tentativa de lançar um viral no naipe de “Gangnam Style” e “Bar Bar Bar”. Não fez sucesso, mas pelo menos a música conseguiu ser divertida.

    O interessante é que aparentemente a CCM decidiu aproveitar que o líder do Speed já estava fazendo feat nessa música como rapper pra colocar o resto do grupo de brinde como dançarinos de fundo no último refrão…

  4. Nossa, eu até simpatizo com Tiamo mas reouvindo depois de tantos anos realmente parece que elas tavam no automático nessa fase da carreira, considerando que o T-ara sempre entregou um nível alto nas músicas mais lentas.

    Também prefiro Number 9 a Sugar Free, mas acho um crime colocar Lovey Dovey abaixo da tier A (Sexy Love e Like The First Time também são muito boas, mas entendo quem se incomoda com os wob dob de Sexy Love porque envelheceu meio mal mesmo kkkk)

  5. Elas têm uma das MELHORES discografias de toda a música pop. ORGULHO DE SER T-ARADA

  6. What’s My Name, Sexy Love, TIAMO, So Crazy, Little Apple, Day by Day e Bunny Style são tier S, e a tenebrosa Sugar Free superestimada é tier F, achei um crime What’s My Name e So Crazy tão baixas, e Bunny Style? Nossa que horror, o pior ranqueando os singles do dougie é sempre o próximo.

  7. Curiosamente eu estava escutando vários grupos da segunda geração ontem a noite e claro que passei pelo T-Ara, e o Absolute First Album delas talvez seja o album mais memorável do K-Pop para mim.
    Time To Love pra mim é a melhor balada da história do K-Pop, sinto uma nostalgia enorme com ela, sempre que escuto essa música me imagino no futuro com 80 anos nas costas escutando Time To Love e lembrando da minha adolescência, kkkk. (Time To Love Listen 2 iconica tbm).
    Como esquecer a “batalha sangrenta” entre I Go Crazy Because of You (T-Ara) e Lupin (KARA) dois hits lançados ao mesmo tbm.
    Lies um hino dramatico desses, não lembrava que essa música era tão deliciosa assim.
    Like The First Time como eu amo a parte do rap dessa música, o combo rap da Hyomin+Eunjung+instrumental é icônico.
    Bo Peep Bo Peep acho que foi o primeiro hit aegyo na minha vida, a ponte da música mais o break dance é maravilhoso.
    Vc não citou I’m Really Hurt? Esqueceu dela ou não curte ela? Um hit desses, instrumental maravilhoso.
    Tenho que fazer uma menção honrosa para Don’t Leave a maior música fúnebre do K-Pop, um icone de música que deveria ter sido guardada para ser lançada como tittle no comeback seguinte delas ou pelo menos ter ganhado um mv, e tbm uma menção a música Ma Boo que é ótima tbm

    • Quando eu faço esses posts normalmente sigo as infos da Wiki de singles oficiais, “I’m Really Hurt” não estava lá (mas é um hino maravilhoso também)

      • Agora faz uma tier list dos singles do KARA, se Pandora e Damaged Lady não estiverem no tier S eu explodo o seu blog.

      • Ah entendi, eu conto como single pq teve mv e performances nos music shows.
        Obs: E estou chocado pq acabei de descobrir neste exato momento que Like The First Time foi escrita e produzida pelo Bang Sihyuk o chefão da HYBE.

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