Hoje em dia você deve conhecer o nome BIGBANG no K-pop por conta de integrante protagonizando a Burning Sun, integrante escandalizado com a possibilidade de voltar com o grupo e carreiras solo espalhadas aqui e acolá mas, há uns 10, 15 anos, eles eram o boygroup mais quente do K-pop, escrevia BIG BANG separado e lançava pedradas de diferentes estilos musicais. E hoje eu decidi falar de uma das minhas músicas de boygroup favoritas do K-pop, “Haru Haru”:
O BIGBANG foi um grupo que viveu tanto a fase R&B/Hip-Hop quanto a fase EDM/Eletropop da YG, então podemos dividir a carreira do grupo em velho e novo testamento. No velho testamento, o BIGBANG apostava em trabalhos que mesclavam o pop com o R&B, Hip Hop, os raps eram mais crus e eles tinham visuais de quebrada emulando jovens americanos do bronx como qualquer grupo de hip hop coreano faz até hoje, e passaram a adotar uma postura mais fashionista, colorida e visualmente agressiva conforme a YG foi descobrindo as maravilhas da música eletrônica e do autotune na música pop. O BIGBANG das favelas no debut até 2009 e o BIGBANG ostentação de “Tonight” para frente são praticamente dois grupos diferentes, e cada fase tem suas músicas assinatura.
Do velho testamento, acredito que a música mais representativa deles seja “Haru Haru”, uma canção hip hop mais agridoce sobre que fala sobre a arte de deixar ir. Ao mesmo tempo que você sente a tristeza e o desespero de um fim de relacionamento, a música retrata um certo conforto em saber que o eu lírico e o amante estão melhores fora dessa relação, então o melhor é seguir em frente e guardar as lembranças felizes do caminho. É meio que uma regra não prestar atenção em letras de músicas de K-pop mas “Haru Haru” é uma grata exceção, pois acho fofo como essa música é sobre uma pessoa que não quer mas TEM que aceitar que o fim de uma relação e não é toda letra de fim de relação que olha por esse lado ao invés de ser a sofrência ou revolta habitual. Uma coisa meio “Vamos viver caminhos separados, siga em frente e vai ficar tudo bem” que a gente precisa ouvir de vez em quando.
A música em si é um hip hop mais melódico e anos 2000 que explora bem os bons vocalistas e rappers que o BIGBANG possuem. É muito interessante ouvir essa música hoje sem o autotune e exageros eletrônicos que viraram assinatura no BIGBANG do novo testamento (Especialmente o G-Dragon) e como a performance é mais crua e sentimental. Os versos são muito bons e tem muita letra rolando para te deixar naquele hype, e quando o refrão chega a vontade é de explodir de emoção e cantar junto com eles. “Haru Haru” proporciona uma mistura de sentimentos tão excitantes para uma música pop que chega a ser catártico quando chega o refrão e eu sinto que estou liberando um peso cantando ele. E cada adição e remoção de elementos retrata muito bem essa montanha russa de emoções que a canção possui, o que deixa a coisa toda ainda mais cativante.
“Haru Haru” é ótima e uma das melhores músicas da carreira do BIGBANG. Só é uma pena que, embora ache que essa música seja daquelas que todo simpatizante da 2nd gen do K-pop tem que conhecer, o K-pop, a YG e o próprio BIGBANG bombaram na onda hallyu depois que o eletropop virou algo na empresa, então músicas como essa e “Lies” acabam sendo escanteadas pois o público (E até o próprio grupo) prefere ouvir as farofadas deles como “Fantastic Baby” e a terrível “BANG BANG BANG”. Ano que vem o agora trio vai performar no Coachella, então espero que um show mais completo faça eles reviverem essa fase mais antiga nesse show (Até para ver como essa música funcionaria sem o Seungri e o T.O.P).
Só conheço essa josta de reunião de carreirinha e fumadores de Maria juana por causa daquele anão que tropeçou dentro de um brechó, se vestiu como um mendigo e um povo pão com ovo que acha que esse traste, com voz de ganso esganado tem senso fashion.
Nem me fala bicha brega demais e não aguento aquela cara de cu dele.
Amo tudo do BIGBANG, tirando aquele chave de cadeia podre.
Inclusive pra mim, Home Sweet Home é um dos melhores lançamentos do ano.
Ainda bem que esse grupo chegou ao fim. Depois do Made Series, foi só ladeira abaixo a originalidade se perdeu, e tudo ficou forçado e repetitivo. YG, como sempre, investe mais na imagem do que na música. O resultado é um som datado, visual extravagante e pouca inovação.
Agora, ninguém merece lançamento da voz de gralha do pedante G-Dragon. Esse nunca mais fez algo que preste na música. O grupo só teve esse final por causa do fudido do Seungri mal cumpriu a pena no Bangu e foi solto, era pra esse verme estar apodrecendo atrás das grades.
Errr
aguardando sua opiniao sobre a musica da nova unit do seventeen
hinooooooooooooooooooooooooooooo
amo mto a discografia do BB pré-2010 🙁 culpo a porrada de hits do black eyed peas com o the end em 2009 por ter mudado os rumos da indústria coreana apesar de eu tb adorar as farofas de quando descobriram o autotune na YG
nunca engoli o endeusamento com o bigbang mas essa eh de longe a melhor musica de boygroup do kpop ao lado talvez de fiction do beast