Depois de deixar homossexuais e ilustradores GAGGED com os teasers e o pré-lançamento “WORK”, Billlie está oficialmente de volta com seu 1º full album “the collective soul and unconscious: chapter two”. Para celebrar esse retorno de tanto tempo, a faixa escolhida como single principal do comeback é “ZAP”, que seria um arraso abalante na vida dos ggstans da internet… Se fosse lançada ali em 2020 ou 2021:
Sendo honesto, eu achei que odiaria mais isso aqui. Quando ouvi a prévia da música no highlight medley eu pensei “Jesus cristo elas vão mesmo meter um pancadão industrial de boygroup como lead do 1º full album? Não foi isso que eu pedi” e já botei meus dois pés atrás nesse comeback esperando pelo pior, mas “ZAP” está mais perto de um pancadão badass de girlgroup de início de década, que também não é um chá que tomo todo dia mas eu acho mais tolerável. E o Billlie é um grupo que simpatizo muito, o que deixa a experiência ainda mais legal para mim. Mas, no final do dia, “ZAP” ainda é um grande “OKAY”.
Quase nada é errado para o que “ZAP” se propõe em ser. Tipo, o break depois do refrão dá uma assustada, mas já ouvi piores e, no geral, é uma música que cumpre a cartilha de batidão meio industrial badass de girlgroup da 4ª geração. Mas, além de ser meio datada, “ZAP” soa genérica (Especialmente se você viveu o que os girlgroups da virada da década estavam fazendo entre 2019 e o debut do NewJeans). 2026 está proporcionando outras — e melhores — formas de homossexuais fritarem seus neurônios com fritações club do que esse refrão quebrado e vazio que esse comeback possui, e todos os momentos onde “ZAP” tenta ser uma música apocalíptica e/ou apoteótica nunca “chegam lá”. É aquilo de você saber o que o trabalho está mirando, mas a execução simplesmente não impressionar ninguém. Talvez eu engula com o tempo pelo carinho com as meninas, mas não me vejo fazendo essa questão toda de ouvir isso quando o álbum oferece coisa bem melhor.
Pesa o fato de quase nunca ter engolido esses batidões industriais de “girlgroup mirando boygroup” no K-pop? Talvez, e eu consigo imaginar o homossexual mais edgy fã de um aespa ou ITZY da vida VIVENDO e batendo muito leque para uma música como “ZAP”. E esse som, bem ou mal, contribui para todo o universo de singles metamórficos que o Billlie tem, mas não deixa de ser um dos pontos mais fracos da carreira delas. O jeito é fingir que a mesopotâmica WORK é o single oficial desse álbum E que o remix ultravioleta é a versão oficial de “ZAP”.
Gastar um som desses para um remix… Muitas escolhas erradas nesse comeback do Billlie.
O refrão parece algo que o finado rocket punch do antigo testamento faria (( e eu particularmente amo
Esse ser o último tiro de justiça delas (A monsua disse que se não acontecer agora, já era) é uma pena pra um grupo com uma sonoridade tão boa. Mas ainda temos WORK e TBD que salvam o álbum.
como assim a moonsua disse O QUE? onde isso
Para um grupo que já experimentou tantos sons e conceitos é um retrocesso voltar com um descarte do Aespa. Aliás, tenho a impressão que esse MV devia estar cheio de AI, mas como a Mystic tá levando ameaça de processo por plágio, tiveram o bom senso de tirar.