TXT, PLAVE, NCT WISH, &TEAM… Hoje foi um dia que apenas homens que existem e que não existem lançaram música no asian pop

Semana passada todas as mulheres do mundo lançaram música ou coisa do tipo, então o universo tem que equilibrar as coisas e promover mais um dia onde só teve boygroup desovando música para esse blog se virar fazendo pauta. Nada vale muito o meu esforço para fazer um post solo, então vamos empacotar o que TXT, NCT WISH, PLAVE e &TEAM soltaram em 24 horas. Será que algum prestou? Vamos conferir:

TXT – Stick With You

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Drops.jpg: Álbum de 10 anos da Tiffany solo, Utada remasterizada, Cha Eun Woo pagou os impostos, EXO-CBX fora da própria empresa, EXO-CBX fora da própria empresa, “Pick Me” em 2026

Estão fazendo uma reforma no meu quarto e tenho que me virar com meu notebook velho de guerra por algumas semanas, então vamos fazer umas notas rápidas por aqui até ele pedir arrego e eu não conseguir escrever mais nada.

Tiffany Young anuncia o comeback de 10 anos de carreira solo com o 1º full album em maio

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Lista B: IU, GFRIEND, SPICA, Maki Goto e Tomomi Itano

Todo artista tem aquela música que não ganha a devida promoção, fica meio escondida como album track ou b-side e acaba desperdiçando o potencial de uma música icônica que é fácil um dos auges da carreira. E o Lado B nasceu para comentar essas grandes músicas que o artista não fez questão de divulgar mas que eu ouvi e acho que merecem muita atenção.

E com mais um fim de semana chegando, temos mais uma lista com 5 grandes canções escondidas em álbuns, EPs e flops ao redor da Coreia e do Japão. Sem mais delongas, vamos aos tesouros:

IU – Jam Jam

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ALBUM REVIEW: After School – Dress To Kill

Eu estou tão acostumado com a recente falta de pedidos por pix e o ritmo de postagens diárias que acabei não conferindo que recebi um saboroso dinheiro para falar sobre o mesopotâmico 2º álbum japonês do After School “Dress To Kill”. Aproveitando que não faria nada nesse sábado, eu revisitei o projeto e estou aqui para falar que, mesmo depois de 12 anos e uma caralhada de lançamentos e grupos novos na indústria, o “Dress To Kill” ainda é um álbum ESSENCIAL para você, homossexual que quer se aventurar no que o K-pop fazia de bom no Japão:

Artista: After School
Álbum: Dress To Kill
Lançamento: 19/03/2014
Gravadora: avex trax
Nota: 100/100

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NiziU é too bad em “Too Bad”, mas não bad significando BAD e sim bad querendo dizer GOOD, entendem?

Eu passei uns bons anos ignorando o NiziU pois já tinha aceitado que o estilo pop coloridinho e meio idolish japonês delas nunca colaria comigo e elas jamais largariam, mas as gatas resolveram que estava na hora de dar uma virada no jogo e servir uns bops para as pistas homossexuais do Japão. Comigo essa mudança começou com a ótima “VILLAIN” que caiu aleatoriamente nos recomendados do YouTube, e segue firme com a deliciosa “Too Bad”, lançada hoje como faixa principal do 2º EP do grupo “Good Girl But Not For You”:

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Koda Kumi desafia as leis da qualidade dos líquidos amnióticos dela e anuncia sua segunda gravidez aos 43 anos

Hoje a nação de fãs de quarentonas japonesas foi pega com a notícia da nova gravidez da Koda Kumi. Segundo o site oficial da cantora, Kodão já deu a luz ao seu segundo filho e ambos estão com a saúde estável. Porém, para priorizar esse momento, a participação dela em alguns festivais no Japão foi cancelada, e a nova turnê que começaria em junho foi adiada.

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Lista B: Wonder Girls, Rainbow, Mamamoo, E-Girls, Ailee e WJSN

Todo artista tem aquela música que não ganha a devida promoção, fica meio escondida como album track ou b-side e acaba desperdiçando o potencial de uma música icônica que é fácil um dos auges da carreira. E o Lado B nasceu para comentar essas grandes músicas que o artista não fez questão de divulgar mas que eu ouvi e acho que merecem muita atenção.

E aproveitando que a primeira Lista B deu muito certo com vocês curtindo a ideia de colocar várias faixas não promovidas para conhecer em um post só, trago mais 6 faixas que são tão boas (ou até melhores) que os singles promocionais de cada lançamento. Quem sabe eu faça disso num post semanal para recomendar hinos do pop asiático para enriquecer a playlist de vocês?

Wonder Girls – To The Beautiful You

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Simon anuncia sua saída da XGALX após ser indiciado por uso de cocaína. Sabe-se lá como será o futuro musical do XG de agora em diante.

Essas últimas semanas foram meio caóticas para o XG por conta do criador e produtor do grupo Simon Jakops estar envolvido em um escândalo de posse de maconha e cocaína que explodiu nos tabloides imediatamente após o grupo engatar a nova turnê. Recentemente o Simon foi indiciado por uso de cocaína e, mesmo liberado sob fiança de 2 milhões de yen (+/- 65 mil reais), e hoje ele divulgou uma nota declarando que renunciou o seu cargo na XGALX:

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Drops.jpg: VIVIZ pedindo as contas, THE BOYZ no seguro desemprego, Utada Hikaru pioneire do City Pop

Talvez eu faça do Drops um post semanal. Quer dizer, eu prefiro desperdiçar meu domingo em casa do que no Lollapalooza, então é melhor me ocupar com alguma coisa né. Vamos ver se consigo me organizar para tal.

THE BOYZ pula fora da One Hundred após pouco mais de 1 ano. O integrante New continua na empresa.

No dia 18 foi noticiado que, com exceção do New, todos os integrantes do The Boyz rescindiram o contrato com a One Hundred Entertainment, alegando quebra de confiança e falta de pagamento. O comunicado completo expande esse motivo, dizendo que a agência recebeu pagamentos antecipados referente aos trabalhos dos artistas mas não repassou os valores para os funcionários, e também abandonou as suas responsabilidades no gerenciamento deixando o grupo aos ventos. Com tudo isso, sabe-se lá por que raios o New seguiu na One Hundred.

Uma curiosidade engraçada aqui é que essa já é a 3ª empresa do THE BOYZ como grupo. Eles debutaram sob a Cre.Ker Entertainment em 2017, e em 2019 eles pegaram a IST para gerenciar o grupo após a Cre.Ker se fundir com a Play M Entertainment. No fim de 2024 eles largaram a IST para serem gerenciados pela One Hundred, e ficaram lá por pouco mais de um ano. Não há notícias de uma nova gravadora para eles ainda, mas as vendas deles continuam bem relevantes e batendo picos na Coreia, então não duvido que eles assinem com uma quarta empresa em breve (A não ser que não seja mais vontade deles seguir como grupo).

VIVIZ, BE’O e Lee Mujin entram com ação para encerrar contratos com a Big Planet Made. A empresa diz que nenhuma decisão foi tomada.

1 dia depois, pipocou a notícia que VIVIZ, Lee Mujin e BE’O entraram com notificação para encerrar seus contratos com a Big Planet Made, subsidiária da One Hundred. O motivo é, basicamente, o mesmo do The Boyz (Quebra de confiança e brechas contratuais) mas, até agora, não foram dados maiores detalhes pela parte dos artistas. Pelo lado da empresa, a BPM afirma que “nenhuma decisão foi tomada sobre o assunto”. A BPM, INB (EXO CBX) e a ONE HUNDRED estão no mesmo guarda chuva (As duas primeiras são subsidiárias da terceira), então deve estar rolando um problema ENORME de gerenciamento para todo mundo estar com problemas por lá.

A óbvia preocupação da fanbase aqui é com o VIVIZ, mas acho que o trio consegue se virar em outra empresa. Quer dizer, as vendas estão consistentes para um trio de ex-GFRIEND e elas tem o hit “Maniac” para cantar em tudo quanto é evento ao redor da Coreia. É um grupo popular e é atrativo para alguma empresa de pequeno/médio porte cuidar do gerenciamento delas, e sempre podem se aproveitar das ocasionais reuniões do GFRIEND ao longo dos anos.

Charlie Puth dá a entender que Utada Hikaru (Nascide em 1983) é um dos artistas pioneiros do gênero City Pop (“Criado” no fim dos anos 70/início dos anos 80) no Japão

Essa semana um tweet do perfil UtadaCharts bombou no mundinho J-pop (750 mil views, já pisou em “Mine Of Yours”) com uma frase muito interessante que o Charlie Puth falou no podcast Zane Lowe Show. Ao comentar sobre o novo single e parceria com Utada Hikaru “Home”, ele teria dito que “Você não pode fazer um city pop japonês sem os artistas que pioneiros do gênero”, insinuando que Utada teria pavimentado o City Pop. O problema é que Utada nasceu em 1983, enquanto o City Pop foi um termo inventado para definir um período específico da música pop japonesa que misturava Soul, Funk e Disco (Entre outros gêneros) entre o fim dos anos 70 e o início dos anos 80. A não ser que as fraldas de Utada continham composições que mudaram a vida de Tatsuro Yamashita, a fala dele não faria o menor sentido.

Eu fui ouvir esse trecho da entrevista para buscar algum contexto ou ver se perdi algo, e concluí que ele se expressou bem mal na intenção de provar que é artista. Ele fala sobre criar uma faixa de ritmo médio, com referências de Terry Lewis e Jimmy Jam e ser uma das homenagens a artistas que ele respeita muito na música, o que justifica bem com o som de Utada e as parcerias que elu tem com o Terry Lewis e Jimmy Jam (“Addicted To You” e “Wait & See ~Risk~”), só que falar só isso não era o suficiente para ele mostrar que tem grandes referências e pesquisou muito para criar a arte do álbum. Então, ao invés de só falar que queria trabalhar com um artista do Japão e/ou tratar Utada como referência no R&B japonês, ele soltou esse “City Pop” numa tentativa de fazer essa participação soar como algo “exótico” e fora da caixa para tirar alguns “uau, você é muito artista” do entrevistador. Enfim, pelo menos serviu como entretenimento no jpoptwt.