No último dia 31 a Maki Goto fez seu retorno ao J-pop depois de 12 anos com “CLAP CLAP”, single principal do seu novo EP “Prayer” que será lançado em setembro para comemorar 25 anos de carreira (O que me pegou de surpresa, pois achei que ela faria que nem a Ami Suzuki que lançou uma farofa e sumiu de novo). Não comentei no dia pois passei as últimas semanas bem olímpica torcendo para o Time Brasil nos esportes mais desconhecidos que um gay poderia ser apresentado (O que caralhos é um futebol?), mas aqui estou, antes tarde do que nunca, divulgando esse que é um comeback bem legal para VOCÊ, cacurinha que lê esse blog e adora uma farofa:
A Maki Goto descreve “CLAP CLAP” como “uma música com uma batida forte, um conceito exclusivo e agressivo de uma música dance, e um vídeo que retrata a ideia de morrer e renascer”, uma óbvia referência ao comeback dela na indústria 12 anos depois de seu último álbum “Ai Kotoba (VOICE)”. E “CLAP CLAP” é um farofão eletropop que facilmente estaria no último álbum dela, mostrando que a mona segue fiel a sua ideia de diva pop desde que chegou na Avex Trax. Não é como se ela fosse fazer sucesso com qualquer música que ela lançasse, então que bom que ela resolveu agradar os homossexuais que sempre aclamam qualquer farofa que ouvem.
“CLAP CLAP” é ótima no que se propõe a fazer: Uma farofa dançante que deixa uma forte impressão, em especial no refrão e na quantidade de inglês que a música possui. Esse segundo ponto me surpreendeu até, não só pela quantidade mas por estar muito fácil de entender, mostrando que o comeback da Maki Goto foi unicamente feito para mostrar que o curso de Cultura Inglesa da comadre está no ponto e os tempos de “ALGUNS GAROTOS! TOQUEM!” ficaram para trás. A fórmula clássica de música pop é bastante eficaz, com versos envolventes que seguram um pouco a mão para fazer a explosão do refrão mais agressivo brilhar. Como a música já começa com o refrão não existe o fator surpresa em “CLAP CLAP”, mas ainda é algo delicioso de ouvir.
“CLAP CLAP” não reinventa a roda do eletropop mas é uma ótima (re)introdução do que a Maki Goto quer fazer para o público: Música para os gays. E eu, como um gay, adorei “CLAP CLAP” e espero que tenha mais coisas assim no EP, o que eu duvido muito mas não custa sonhar. Chiclete, divertida e dançante, “CLAP CLAP” é definitivamente o comeback que a Maki Goto deveria fazer.