INFINITE está de volta com o oitavo mini álbum “Like INFINITE”, e isso aparentemente deu uma abalada na ala de fãs de boygroup que seguem esse blog. O fato de terem feito até um gostoso PIX para comentar esse comeback, então lá fui eu assistir e ouvir o novo single do grupo, “Dangerous”. No final eu achei um single bem legal, mas sinto que temos que priorizar as coisas certas nesse post e falar, primeiramente, do que é importante nesse retorno: Tem um gostoso sem camisa sendo gostoso e ficando sem camisa.
Eu não faço a menor ideia do nome do moço que aparece sem camisa em todo close individual que ele ganha durante o vídeo inteiro (E são muitas cenas, mostrando que ele estava com fogo no olhar e generosidade para entregar conteúdo relevante nesse comeback), mas estou vivendo por ele. Esse sacrifício que ele faz para exibir seu corpo malhado para as câmeras, o empenho em mostrar seus seios fartos e o fato de disponibilizar seu corpinho definido para o outro integrante encarar de um jeito que deve fazer as mais fanfiqueiras da fanbase PIRAR, sabe… E tudo isso acontecendo em 4K, ainda, deixando blogueiros homossexuais desnorteados com tamanha habilidade em entregar um ótimo conteúdo pop.

O olhar de CONCENTRAÇÃO no abdômem que só grandes e baitadas amizades no universo idol pop masculino podem proporcionar
Esse é o tipo de comprometimento com a ARTE que um homem fazendo música pop precisa ter, e temos que valorizar quando podemos objetific- quer dizer, exaltar tamanho talento. Parabéns, moço que não sei o nome, vou continuar sem saber seu nome mas seus belos seios fizeram o meu dia terminar melhor depois de tanta canseira no trabalho hoje.
Ah, sim, a música é bem legal também. “Dangerous” é a música funky synth tradicional de boygroup que quer viver sua fantasia de Michael Jackson do K-pop e a taxa de acerto nesse estilo é altíssima. O estilo em si é muito bom, envolvente e carismático, então é bem difícil um boygroup surgir com uma ideia boa assim e errar a mão. E o INFINITE não seria esse grupo. “Dangerous” é colorida, brilhante, faz você sentir o groove e entrar no ritmo que os sintetizadores propõem. Vocalmente o INFINITE é um grupo bem gostoso de ouvir, o que deixa “Dangerous” ainda mais prazerosa, desde os versos até o refrão que achei bem sing along e energizante. Nada na música te faz pensar “Nossa, que coisa incrível! Só o INFINITE poderia fazer algo assim!” mas é um 8/10 tão carismático e adorável que você nem se importa se esse é o milésimo pop funky de boygroup da sua vida. Antes isso do que qualquer tranqueira badass horrível.
“Dangerous” não é exatamente uma música que alimente os fãs da fase de ouro do INFINITE musicalmente (= não é um synthpop dramático do auge do Sweetune como “Be Mine” ou “The Chaser”) mas HEY, uma música boa ainda é uma música boa, e “Dangerous” é uma companhia bem gostosa para qualquer situação, seja para dançar loucamente no quarto ou para deixar aquela louça bem limpa depois do almoço. Acredito que o INFINITE esteja naquela fase em que já é uma vitória os integrantes ainda estarem a fim de lançar música e não tem aquele compromisso de mudar vidas em cada comeback, mas “Dangerous” é um arroz com feijão muito bem feito que divertirá qualquer playlist de K-pop que for inserida.
Esse post foi bancado por um gostoso pix para falar desse comeback bem gostoso com um gostoso sendo gostoso. Se você quiser bancar um post para esse blogueiro ou simplesmente quiser me mandar dinheiro dizendo “Ei blogueiro, parabéns pelo esforço em nos entreter, tome um trocado e compre uma skol beats para você”, você pode mandar um pix de qualquer valor na chave: dougielogic@gmail.com.
só o INFINITE pra me fazer ouvir kpop ultimamente
o gostoso do abs é o SUNGYEOL
Esqueci como boygroups podem ser bons e agradáveis… ou apenas os da 2ª geração que conseguem fazer isso mesmo.
Pois é, fia. Não aguentava mais essa sequidão. Pelo menos já tivemos os refrescos do dia.
É legal que o infinte funciona igual o Gfriend, precisa de uma guitarra,
Um pulso forte e dramatico.
Esse boy do infinite vive aparecendo na minha tl sem roupas… um colírio pros olhos. As músicas deles são bem legais, bom de ouvir e de homenagear. O soco nos magrelos sem massa muscular da quinta geração.