Depois de troca de agência e mudanças na formação no ano de 2025, EVERGLOW está de volta com o 4º mini álbum “CODE”. A faixa que carrega o nome do álbum também é o single principal desse comeback, e ele mais ou menos tenta relembrar o público do que o EVERGLOW era em seus tempos áureos, o que pode soar datadíssimo e bagunçado para quem não se importa com elas, mas é um farofão gostoso para os mais fãs do grupo. Quem engoliu rojões delas como “SLAY” e “ZOMBIE” deve curtir muito isso aqui:
“CODE” tem exatamente a mesma ideia e problema de “RODEO” do MOMOLAND: Resgatar a sonoridade assinatura do grupo em seus tempos áureos, mas com 10% do orçamento. “CODE” tenta ser algo mais moderninho e fazer o girlgroup evoluir de versão fundo de quintal dos girlcrush do BLACKPINK para versão fundo de quintal dos girlcrush do aespa, mas chega no mesmo lugar dos primeiros singles do EVERGLOW que resgata essa familiaridade entre os mais fãs delas, mesmo que o produto final pareça menos polido que os melhores trabalhos do grupo. “CODE” nos leva de volta para os tempos de sucesso internacional e fracasso doméstico que o grupo viveu entre 2019 e 2020, mas com menos poder de fogo em um comeback mediano.
Falando da música: Eu fiquei muito desconfiado com esse início horroroso de “CODE” e pensei “Jesus amado lá vem bomba”, mas as coisas melhoram no pré-refrão (Que não aparece no segundo refrão, sabe-se lá o motivo) e no refrão que tem um instrumental fritação bem mais legal. O que me incomoda MESMO é o tanto de versos que soam como frases de efeito prontas para soarem descoladas e isso não funciona comigo, além do instrumental no geral ser a coisa mais automática e sem personalidade das farofas club-EDM recentes (A menina que cantava metade das linhas nas músicas do EVERGLOW fez falta mesmo), mas cumpre o seu papel de entreter homossexuais com um farofão questionável. Não é um grande destaque de 2026 ou da carreira do EVERGLOW, mas funciona no meio de uma playlist de fritações coreanas.
“CODE” não é a música mais ofensiva que ouvi recentemente (vem aí, blinks), mas é o clássico comeback de grupo de terceiro escalão que tem que fazer o básico do básico para poupar recursos em uma empresa ainda mais fundo de quintal. Não é detestável, mas não é icônico. Sóbrio, quieto e sentado para escrever sobre esse comeback, “CODE” soa meio frustrante, mas a música tem o suficiente para os mais entusiastas do grupo curtirem e ferverem com esse batidão e acho que me conectarei com o espírito da faixa quando ouvir depois da 3ª long neck de skol beats.
Fala da nova polêmica da Park Bom e a Dara!
Que babado é esse???? Me conta please
Ela disse que o escândalo dela com drog@s foi cortina de fumaça para abafar escândalo da Dara com drog@s e também acusou outros artistas da YG.
Slay é um hino, menos dougie
se o pessoal ligasse pra letra de música ngm ia ter gostado de ladida que é um amontoado de frases de efeito
e zombie é boa sim
mas sobre code é bem genérica vamos aguardar pra ver se elas voltarão de novo
N sei como vai ser dq pra frente pro grupo, mas fiquei mt feliz em ver elas de volta dps de td oq aconteceu ❤️