Com a benção da The Deep, ILLIT lança o melhor da “trilogia” de farofas rave dos girlgroups da HYBE com “It’s Me”

Eu estava extremamente curioso para esse comeback do ILLIT não só por parecer ser uma fritação techno que daria uma personalidade mais intensa para o grupo como pela comadre The Deep ser uma das responsáveis pela criação da música. Confio no taco da The Deep na hora de produzir uma fritação homossexual, então fui de coração aberto hoje dar play em “It’s Me”, faixa principal do 4º mini álbum do grupo “MAMIHLAPINATAPAI” (… O que raios é um “MAMIHLAPINATAPAI”?):

Aparentemente a HYBE decidiu que todas as comadres da empresa deveriam lançar pedradas techno para as raves e boates LGBTQIAPN+ alimentarem suas playlists esse mês. Boa parte da fanbase tratou isso como um crime horrível ou coisa do tipo, mas eu achei promissor e, para alimentar as playlists de bater pó na ZIG, essencial. Isso acabou sendo mais legal na teoria do que na prática, com a horrível “PINKY UP” do KATSEYE e a meia bomba “CELEBRATION” do LE SSERAFIM atormentando os locais e internautas ao redor, mas “It’s Me” do ILLIT me fez pensar que valeu a pena passar por esses momentos mais baixos.

O mais surpreendente em “It’s Me” é que o ILLIT encarnou muito bem a persona de adolescentes descoladas melhores do que VOCÊ para sustentar essa fritação. Tipo, a música é uma grande virada de chave para o ILLIT em comparação aos conceitos mais suaves e inocentes do grupo e poderia soar exagerado e forçado elas do nada virarem as fodonas estilosas do ensino médio e SUAS bias… E meio que é exagerado e forçado mesmo, mas eu compro a ideia tranquilamente.

Eu só teria dado uma segurada nos “who’s your bias? I’M YOUR BIAS!” que, além de deixar a música com cara de meme song batida em um gancho forçado para ser algum viral de internet para impulsionar streams, é extremamente cansativo. Talvez seja legal quando ela entrar na minha mente batida de askov as 3 da manhã, mas sóbrio depois de sair do trabalho? Eu estava de saco cheio antes da música acabar (O que é incrível já que a música não tem nem 2 minutos e meio).O resto é bom e/ou dá mais certo: O instrumental é ótimo, elas estão on point cantando, o drop me dá vontade de bater cabelo e ferver na pista de dança e a energia caótica é muito mais envolvente que as outras tentativas de techno na HYBE.

Existe um ditado na indústria pop coreana que quando a The Deep FALA, você apenas SENTA e ESCUTA. E se a The Deep veio a público para falar que “It’s Me” é cunty para um car*lho…

… Eu apenas terei que concordar. Tipo, não é o meu single preferido do ILLIT (“Do The Dance” cresceu muito em mim e é um arraso injustiçado), mas “It’s Me” ocupa ali um sólido 2º lugar. É divertido, meio caótico e super empolgante, o que é bom é MUITO bom e o que é questionável eu consigo relevar até acostumar. Uma hora a HYBE tinha que acertar na fritação techno, e sorte do ILLIT que acertaram com elas.

8 comentários sobre “Com a benção da The Deep, ILLIT lança o melhor da “trilogia” de farofas rave dos girlgroups da HYBE com “It’s Me”

  1. Já é SOTY aqui em casa, quem diria.
    Se eu fosse a Chaewon já bateria na porta do Bang PD e pedia as contas, porque esse technozão na ter caído no colo do LE SSERAFIM é uma afronta.

  2. eu tô genuinamente surpreso que pra discografia do grupo essa música tá ótima kkkk deu uma alta injeção de atitude nas integrantes

  3. Nunca pensei que diria isso do ILLIT mas elas acertaram muito aqui, as LE SSERAFIM devem estar emputecidas dessa música ter caido no colo do ILLIT e não no delas.
    Esse sentimento de 2º geração+Orange Caramel que It’s Me traz colou muito comigo, sinto que vai entrar no meu Top10 do ano.

    Sobre essa palavra MAMIHLAPINATAPAI a IA disse o seguinte:
    Ela pertence à língua yagán, um idioma quase extinto falado pelos povos indígenas no extremo sul da América do Sul.

    Significado:
    “Um olhar trocado entre duas pessoas no qual cada uma espera que a outra tome a iniciativa de algo que ambas desejam, mas que nenhuma quer começar ou sugerir.”

    Fama Global: O termo ficou famoso internacionalmente por figurar no Guinness Book como a “palavra mais sucinta do mundo”, devido à quantidade de palavras necessárias em outros idiomas para explicar o conceito que ela resume em apenas um vocábulo.

    Uso Cultural: Por sua carga poética, a palavra é frequentemente usada em discussões sobre literatura, filosofia e até mesmo na cultura pop.

    • Nossa eu amei a música – e não ouço só kpop que ajuda na tendência apreciar gêneros músicas no geral. E como é meu GG preferido, eu sou suspeita. Gostei de GRWM e Paw! Paw! também. Como o próprio nome do grupo sugere, elas podem ser o que quiser (tipo o TXT. Não estão limitados a um estilo de produção).

  4. assim, acho que não é a execução de fritação que mais amei no mundo, porém definitivamente uma boa experiência!!! até senti umas lembranças de coisas que tem no j-pop na performance como um todo e isso dá bastante graça (tal qual Do the Dance)
    venho gostado das coisas que o illit lança. e que bom, né… PELO MENOS isso, se o newjeans morresse pra ficar um grupo irrelevante como o le sserafim vem sendo ia ser foda…
    inclusive, acho que essa tentativa de fazer clipes na vibe meio weirdo and funny girl só dá certo com o illit (outro shade ao le sserafim e a merda que elas lançaram agora)

  5. nossa muito boa kkkkkk eu amei esse refrão, potencial pra virar minha soty.

    eu acho q é uma musica q funciona pro tipo de fandom delas que eh a criançada do brainrot até oq faz a música parecer um meme song combina com essa vibe mas tmb surfando na onda da fritação

    eu simplesmente amei tudo a primeira música de 2026 q me conquistou logo na primeira ouvida dps de home

  6. Pela letra parece algo do orange caramel que seria aclamado como hino camp

    e a música funcionaria melhor se esse grupo não fosse composto por cinco meninas da voz podre, o jyp deveria ser o próximo a acusar o illit de plágio colocando 5 momos em um grupo só

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