Top Top.jpg: 10 músicas de divas que são como MÃES para seus fãs homossexuais (E que são mães também na vida real)

Hoje é dia das mães, uma data onde as pessoas celebram a existência de suas mães e figuras maternas, seja dentro de suas casas ou chamando jovens idols de 18 anos que debutaram 2 anos atrás de MÃES na internet. E para aproveitar esse clima especial, o Top Top.jpg traz hoje 10 músicas de mães do pop coreano e japonês que, não só tem filhos dentro de suas casas, como também são MÃES de algum homossexual que teve a vida mudada com sua existência na música pop. Mothers are mothering nesse post esperando apenas que VOCÊ adote alguma delas nesse post:

10º lugar — Chanmina – Test Me

Uma anisong estar entre as minhas 10 músicas favoritas do ano é outra coisa que o Dougie de 18 anos JAMAIS imaginaria viver, mas a Chanmina está aqui para quebrar tabus com a nova abertura de Oshi no Ko “TEST ME” trazendo tudo que a Chanmina tem de melhor e mais atrevido como artista em um número pop moderno e meio jazz-ish. “TEST ME” exala confiança e personalidade de um jeito que só a Chanmina sabe fazer atualmente, e é tudo tão magnético em “TEST ME” que eu me sinto a própria Jessica Rabbit conquistando os machos no bordel tal como a Chanmina faz ao longo do MV. Bem curioso para ver o que ela vai aprontar com o próximo álbum que está para sair até o mês que vem.

9º lugar — NS Yoon-G – Just Dance

Eu normalmente falo da NS Yoon-G para divulgar “The Reason I Became a Witch”, e os coreanos que conhecem o nome dela associam a “If You Love Me”, mas você sabia que ela tem mais do que essas duas músicas? Antes dela conseguir algum nome no K-pop, por exemplo, a mamãe lançou a deliciosa e neonificada perola underrated “Just Dance”. A música é basicamente o Brave Brothers tentando replicar a magia de “Saturday Night” da Son Dam Bi em uma abordagem mais EDM na Yoon-G, o que não é nenhum problema: A versão synthpop oitentista é deliciosa, e a farofa moderninha é tão crocante quanto (Assim . Tudo grita autotune e eletropop de 2010, e se você é fã do auge da 2nd gen do K-pop nesse estilo, vai curtir muito o que foi feito aqui.

8º lugar — Miliyah – Respect Me

Eu não sou o maior fã de trap de mina fodona na música asiática como um todo (Ainda mais se você não é um artista de hip hop), então fui com os dois pés bem atrás na hora de ouvir “Respect Me” da Miliyah. Claro que eu deitaria em algum momento pois ela é a minha artista favorita na música asiática at all, mas esse MV de 50 reais com ela agarrando uma cobra, besuntada em tinta dourada e com seus dois dançarinos homossexuais sendo seus braços de confiança numa coreografia belíssima me fez abrir o terceiro olho periférico. “Respect Me” é um bop, com a Miliyah sendo uma mãe para os gays quebrada queer e similares.

7º lugar — Yukika – NEON

A Yukika foi o grande acontecimento para os gays citypopescos que nasceram depois do *BOOM* de “Plastic Love” na música pop. Ela surgiu quando o City Pop renasceu para o mundo, e anunciou a aposentadoria no exato momento que o City Pop deixava o mainstream, como se fosse responsável por manter o gênero vivo. E tudo isso começou com a adorável “Neon”, que trouxe o encanto de 1989 para a modernidade de um jeito que só uma aspirante a idol japonesa conseguiria fazer. Infelizmente a Yukika virou estatística cedo e aposentou para virar mãe de família, mas “NEON” estará sempre nos corações de quem viveu o momento mais japonês do K-pop com ela em 2019.

6º lugar — Ayumi Hamasaki – Summer Again

Qualquer não fã da Ayumi Hamasaki ouve “Summer Again” e pensa o que raios essa mulher está fazendo lançando uma música de 1999, mas eu meio que me tornei a Ayu após todos esses anos acompanhando e admirando a doll, então eu ouço “Summer Again” e frito com as batidas eletrônicas e a voz de anjo de Ayuzão numa faixa dance. “Summer Again” é música de drag queen bater cabelo na Blue Space e você abraçar esse fervo homossexual enquanto vive um novo romance de verão. Um clássico dance contemporâneo na vida de Ayumi Hamasaki, que pode não fazer sentido para uma novinha desprevenida, mas manteve o status de MÃE alimentando a fanbase de homossexuais mais homossexual que uma artista japonesa possui.

5º lugar — Anda – Touch

Acho que toda mãe deveria viver uma experiência homossexual para se permitir, se descobrir e viver tudo possível, e foi isso que a Anda fez quando decidiu cantar “Touch” cara a cara com diferentes vaginas durante os três minutos do MV. Ela foi lá, botou umas modelos para ficar em poses sugestivas, ficou repetindo “toque toque toque” até chegar ao orgasmo e pariu um dos grandes e mais atrevidamente safados trabalhos do R&B coreano, sendo sua música mais conhecida entre os entusiastas nugu até ela subir de vida por 5 minutos lançando “What You Waiting For” na YG.

4º lugar — Meisa Kuroki – BAD GIRL

De todas as cantoras/aspirantes a cantoras japonesas que pararam a carreira para serem mães de família, a que mais sinto falta é de Meisão Kuroki. A ex-senhora Akanishi teve toda a sua curta carreira no auge do electropop e do autotune na música pop, então praticamente todas as músicas dela são milimetricamente calculadas para funcionarem como hinos GLS da festa Yacht, que vocês sabem que eu AMO. Dessas, uma das minhas favoritas é “Bad Girl”, com todo seu tom dark e adrenalina que me tira do conforto da minha cadeira para seduzir, fazer muito carão e pose na pista de dança depois da 3ª dose de vodka. “Bad Girl” é um arraso para modelos viverem seu sonho de diva pop, que era exatamente o que Meisão vivia em 2011.

3º lugar — Kahi – Come Back You Bad Person

A primeira das duas aparições da Kahi nessa lista com o debut solo “Come Back You Bad Person”, que é imaculada. Com o After School dando certo e a Kahi sendo a manda chuva do grupo, era inevitável que botassem a gata para tentar a capacidade de sustentar uma música solo, e ela não teve medo de usar todo seu poder como performer para performar a fritação eletrônica mais quente que o K-pop poderia proporcionar em 2012. Potente, intenso e glamuroso, “Come Back You Bad Person” foi a Kahi segurando na mão de um homossexual mais mau caráter e falando “Volte, que hoje eu serei sua MÃE”. É uma pena que a Kahi solo nunca rendeu muito, pois poderia ter uma carreira grandiosa como diva das pistas de Itaewon.

2º lugar — Koda Kumi – TOUCH DOWN

Uma das coisas que mais amo na Koda Kumi é que ela é sem vergonha. Tipo, E DAÍ que o filhote dela tinha nascido há 6 meses na época de “TOUCH DOWN”? Ela tinha um single de verão para manter sua reputação, e ela vai sarrar sexualmente no negão de calcinha e (talvez) sem sutiã durante 3 minutos para lançar “TOUCH DOWN” se for preciso (e foi). Junto a isso, um hip hop sexy e desinibido sobre querer aplicar um TOUCH DOWN mostrando que ela ainda está para o jogo. Hoje em dia a Kumi usa sua cara de pau para lançar os mais questionáveis (Quando não os mais horrorosos) traps e hip hops já produzidos no Japão na maior parte do tempo, mas o auge do ero kakkoi da comadre era imbatível.

1º lugar – MaMaDol – Wooah HIP

Tem horas que eu amo a mentalidade asiática para promover entretenimento para a população. Tipo, QUEM por aqui no ocidente pensaria em chamar, especificamente, mães que trabalharam com a indústria musical, falar “Querem ter a possibilidade de montar um girlgroup?” e transformar isso num reality show? Boninho SONHA mas não é capaz de pensar e/ou comprar esse formato. Então, Park Jung-Ah (ex- integrante do Jewerly), Sunye (ex-intergrante do Wonder Girls), Byul, Hyun Jyuni, Yang Eun-ji (ex-integrante do Baby Vox Re.V) e Kahi (ex-integrante do After School) se juntaram para formar o MaMaDol (M.M.D., para os amantes de siglas) e o pancadão para MILFs “WooAh Hip” ainda é bastante querido pelo fandom. A música não é a melhor da lista, mas o conjunto da obra é fascinante.

2 comentários sobre “Top Top.jpg: 10 músicas de divas que são como MÃES para seus fãs homossexuais (E que são mães também na vida real)

  1. Chocada que a Yoon-G e a Anda são mães. A Anda foi uma das minhas primeiras crushs do kpop, o filho dessa mulher tem sorte de ter puxado os genes dela

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