Key do SHINee mostra que “Blinding Lights” segue relevante em 2021 com “Bad Love”

O Key do SHINee está de volta com seu 1º EP solo, mas a sem sal nem açúcar “Hate that…” me deixou com os dois pés atrás sobre o que poderia vir nesse comeback. Felizmente o carinha honrou a reputação dos solos do SHINee e entregou um dos grandes destaques de 2021 com “Bad Love”:

“Bad Love” deixa bem claro que “Blinding Lights” ainda é a maior música da história e está aí sendo referência para metade do pessoal que está afim de servir um synthpop geladinho para a minha playlist, e isso não é uma reclamação. As referências ao sucesso do The Weeknd estão ali mas, ao mesmo tempo, a música tem sua própria cor e consegue brilhar sozinha. , e no final a única coisa que consegui pensar foi “… uau”.

Até esse tom mais alto dos vocais do Key com o moço gritando por metade da música funciona, pois dá toda uma tensão e dramaticidade que a música pede para ficar ainda melhor. Claro que no fone de ouvido isso me dá uma certa irritação e eu tenho que abaixar um pouco o volume, mas na caixa de som com umas bebidinhas enquanto eu canto com dor de corno sobre um amor ruim isso será glorioso (Especialmente na bridge que dá aquela desaceleradinha fatal). O refrão com ele gritando “Don’t need that kind of love, called love” é sensacional, sendo uma das coisas que mais me deu vida no K-pop, e o synthpop dessa música é espetacular. “Bad Love” é uma faixa que me excita e não me deixa entediado em nenhum momento, e estou vivendo por isso.

“Bad Love” já é ótima por não emular cantorzinho básico como em “Hate that”, mas fica ainda melhor pela qualidade mesmo pois eu mesmo não esperava me impressionar tanto a ponto de genuinamente achar esse o melhor solo do SHINee até aqui (Além de ser fácil a melhor música envolvendo o SHINee em 2021). Toda e qualquer preocupação em cima desse comeback foi em vão, pois o Key mostrou que é artista o suficiente para surpreender qualquer um (Inclusive a SM, que talvez invista mais nele enquanto o Taemin está lá dançando as melhores do Brave Girls no exército).


Hidden gem: Helium

O EP novo do Key também está uma delícia seguindo o conceito da title de modernizar synthpops safadíssimos para fazer a alegria dos gays por aí, com a parceria com a Taeyeon sendo o único ponto fraco dele. Todo o álbum é fortíssimo e valeria fazer uma review mais detalhada aclamando cada faixa ótima nele mas eu não tenho tempo para isso, então vou só deixar “Helium” pois é o tipo de música dançante e sexualmente tensa que todo solo masculino tentando bancar o sexy tenta ter. Um vídeo dele se roçando e se alisando molhadinho por 3 minutos faria tudo ficar ainda melhor, mas me sinto satisfeito só com a música mesmo.

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5 comentários em “Key do SHINee mostra que “Blinding Lights” segue relevante em 2021 com “Bad Love””

  1. Caramba, eu tô impressionada também! Pensava que esse solo dele iria ser chato com aquelas baladinhas furreca com ele soltando frases aleatórias. Mas que música boa!
    Finalmente a sm deu uma coisa legal pro Key, e espero que os coreanos que tiveram hype com aquela coisa sem sal dele com a Tayeon comprem o álbum e isso.
    Vi a galera levantando # pra ele e pro álbum e pensei que fosse exagero_ a galera quando levanta é sempre com atos tão mornos e chatos_

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    1. Não sei pq vc não gostou de hate that. A música é tão legal, não muda a vida de ninguém, mas no final é uma boa música. Acho exagero da sua parte dizer que ela é sem graça, mas cada um tem sua opinião.

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  2. Até Hate that já soa bem melhor dentro do mini pra mim.
    Acho o primeiro album dele razoavel com umas bem legais, acaba sendo meio bagunçado e longo, mas não envelheceu tão mal como parecia que iria. Mas acho que agora deu pra entender o estilo que ele vai seguir (pelo menos torço que sim)

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