Eu meio que passei o fim de semana vivendo em função do lançamento do MAYHEM da Lady Gaga e sentindo que minha vida tem que experiência a live no Rio com esse álbum da narigudinha para ser mudada para sempre, mas tenho que lembrar que sou um blogueiro profissional (rs) e de credibilidade (rsrs), e tenho que alimentar os leitores desse blog com análises e críticas embasadas e apuradas (rsrsrs) sobre os principais lançamentos do Asian Pop. Então, entre um play e outro no MAYHEM, aproveitei para ouvir o novo álbum da Jennie, “Ruby”, para chegar hoje e comentar com vocês o que achei aqui. Será que a Jennie tem forças o suficiente para salvar uma sequência de álbuns solo do BLACKPINK tão dispensável? Eu digo que SIM, e explico motivos depois do leia mais:

Artista: Jennie
Álbum: Ruby
Lançamento: 07/03/2025
Gravadora: OA Entertainment / Columbia Records
Nota: 81/100
O “Ruby” parecia ser mais um álbum “versátil e que explora sonoridades” com os singles do álbum sendo mais dispersos entre si. Não era lá uma coisa absurda e sem sentido como o que a Lisa foi nesse aspecto, mas “Mantra”, “ZEN”, “Love Hangover” e “ExtraL” são músicas que trazem diferentes humores, cores e sonoridades e a Jennie tinha que trabalhar para dar coerência a isso tudo. Então ela tinha dois caminhos: Ou se esforçar em um álbum que encaixasse tudo isso com um fio condutor ou deixar o álbum ainda mais caótico com músicas que apostam mais em serem fortes individualmente do que coesas em um conjunto. Felizmente a Jennie optou pelo primeiro caminho, e o espírito de diva do R&B/Hip Hop anos 2000 que ela incorporou rendeu um ótimo trabalho.
Como álbum , o grande trunfo do “RUBY” é que a Jennie dribla todos os problemas que suas colegas de BLACKPINK tiveram. A Lisa montou um álbum perdido, sem muito conteúdo e que parece uma playlist de spotify feita nas coxas? A Jennie foi lá e montou um álbum com um som principal e desenvolveu o mesmo, fazendo o “RUBY” parecer um álbum do início ao fim. A Rosé fez algo sonoramente coeso mas inexpressivo (E derivativo) demais para alguém se importar? A Jennie foi lá e aliou a coesão a produções interessantes que prendem qualquer ouvinte. A Jisoo entregou um bom porém previsível álbum que qualquer pop bitch faria? A Jennie foi lá e fez um álbum centrado no R&B/Hip Hop que me pega de surpresa e me deixa curioso para o que ela pode entregar. É como se a Jennie tivesse escutado os álbuns bem antes de todo mundo, anotou o que pontos que não funcionaram e falou “Vamos evitar fazer isso no meu álbum, ok?”.
“RUBY” é um álbum que me surpreende em certos quesitos. Eu achei que o álbum seria uma salada de frutas em termos de sonoridade mas, apesar de uma ou outra música mais fora da curva, ele segue muito bem a linha de álbum R&B e estilos mais “urban” que faz sentido e se desenvolve bem durante o álbum. Eu esperava muitas faixas agressivas de mina fodona nesse álbum mas o “RUBY” explora muito bem tanto a performance mais desbocada que é assinatura da Jennie, quanto números mais sentimentais/sensíveis que são o grande fator surpresa. Você olha um feat. da Jennie com a Dua Lipa e pensa “Hum, pode servir a farofa bem gelada” só para cair da cadeira com uma midtempo R&B/Soul romântica. Quem diria que alguém no BLACKPINK teria culhão para segurar uma música música R&B sexy, lenta e cheia de tesão? Pois temos a Jennie fazendo isso em um dos destaques do álbum, “Damn Right”.
Aliás, outro ponto super destacável do álbum é que, no faixa a faixa, temos músicas realmente boas que sustentam e são até melhores que os singles, o que deixa o “RUBY” mais rico e interessante. A já citada “Damn Right”, “Start a War” e “Filter” são alguns grandes destaques, mas dá para ver que os responsáveis tiveram cuidado em criar um álbum forte com faixas que sustentam a experiência, não dispersando de forma muito indevida e que te deixam curioso para ouvir o que a Jennie tem a dizer nesses 42 minutos que o álbum dura. Ele não parte para o óbvio e mostra algo fora dessa persona de it girl fodona que ela tem dentro do BLACKPINK e as músicas, na maior parte do tempo, exploram uma personalidade e até mesmo uma vulnerabilidade que ela não teve muita oportunidade de mostrar em quase 10 anos de debut,
Em suma, “Ruby” é um álbum de estreia sólido e mostra uma artista que sabe o que quer fazer e executa de um jeito que funciona para as suas habilidades. Não é um álbum exatamente impressionante com músicas que vão mudar sua vida para sempre, mas pelo menos mudam o rumo da carreira da Jennie e nos permite criar diferentes expectativas. O “RUBY” é um álbum que não só existe como quer chegar em algum lugar e introduzir o que a Jennie pode fazer de melhor sem as amarras e limitações do BLACKPINK, o que, diferente dos outros solos do grupo, incentiva o público a acompanhar os futuros lançamentos e ver como a Jennie pode evoluir a partir de tudo que foi feito nesse primeiro grande projeto dela.
Faixa a Faixa
O álbum começa com a intro que é intro mesmo “Jane” e a música que parece intro “Like Jennie”. “Jane” é uma intro que explora elementos fantasiosos e mais etéreos para introduzir o clima mais soft que boa parte do álbum tem, enquanto “Like Jennie” já parte para uma bombástica fritação phonk dela repetindo que é fodona e que eu quero ser igual a ela durante dois minutos. Acho que o único grande incômodo que tenho com esse álbum é a sensação de que essas duas músicas não deveriam estar juntas no início da tracklist: Ou “Like Jennie” deveria ser uma espécie de “interlúdio” de meio de álbum como início da persona fodona que algumas faixas do álbum possui, ou uma das duas músicas não deveria existir. Mas, individualmente, são duas produções interessantes que introduzem sons que a gente não tinha visto da Jennie dentro da YG.
A seguir, duas midtempos R&B que mostram toda a influência da SZA na musicalidade da Jennie, “Start a War” e “Handlebars”. “Start a War” é algo mais sintetizado e com vocais mais processados por parte da Jennie, enquanto “Handlebars” é mais fiel ao R&B anos 2000 mais sentimental com certa fragilidade por parte da interpretação da Jennie (Que está melhor que a Dua Lipa nessa parceria). Surpreendentes em uma primeira ouvida e que ficam mais prazerosas a cada play, são duas músicas que partem de uma proposta de mostrar uma Jennie mais romântica e frágil com relação aos seus sentimentos mas que se segura com a postura mais imponente que não permite “desabar” em suas emoções. “Handlebars” é uma música ótima, e “start a war” brilha sendo uma das melhores músicas do “Ruby”.
“with the IE (way up)” já corta a vibe mais sentimental servindo um hip hop anos 2000 de mais atitude e que a criança da época deve sentir uma familiaridade por usar do mesmo sample de “Jenny From The Block” da Jennifer Lopez (rsrs ela ainda é a “Jennie From The Block”, sabe? rsrs). Acho que falta um certo “atrevimento” na música para “with the IE” funcionar como o pop/hip hop de grande gostosa dos anos 2000 para mim (Talvez se a letra não girasse tanto em loop nisso de “eu sou o centro das atenções” com algumas palavras de efeito para acompanhar o ritmo e SxWxAxG da música), mas curti muito a produção no geral e a linha “why are you evaluating me on your day off” porque é exatamente isso que estou fazendo com a Jennie hoje. Já “ExtraL” continua sendo uma música que não funciona de jeito nenhum comigo, com uma batida monótona que não parece chegar em lugar nenhum e dá uma minada nas performances da Jennie e da Doechii na música. A Doechii ainda dá seu pulo e entrega um rap ótimo, mas a Jennie precisa de uma produção mais viva para essa performance debochada dela brilhar como em “Mantra”, que é mais ágil e me faz sentir a metida mais peituda e gostosa aqui da favela onde eu moro. Sério, a cada play que dou em “Mantra” a música bate mais forte comigo, e o refrão super catchy em diferentes ritmos é um máximo. Só não faz o menor sentido um batidão mais pop desses no meio de um álbum mais centrado e R&B/Hip Hop como esse, mas hoje eu digo que foi uma ótima escolha de single.
“Love Hangover” com o Dominic Fike é outro grande destaque do álbum, pois traz esse atrevimento e ironia da performance da Jennie na letra, trazendo uma garota que está meio consciente que está vivendo um negócio tóxico mas que está afim de aguentar tudo isso pois o sexo é muito bom. Além disso voltamos ao R&B envolvente de um jeito mais sexy e profundo, com o final dando um pulso e energia interessantes que fazem “Love Hangover” ser memorável e única. Uma música incrível, diferente de “ZEN” que ainda acho, digamos, “difícil” de absorver como música por conta desses versos “quebrados” e sem ritmo que deixam o trabalho meio esquisito e pouco envolvente. Acho que tentaram fazer algo meio ANTI da Rihanna mas não tem nenhum momento que me faça abraçar o criar alguma conexão com a Jennie nessa música. Seria melhor se fosse uma interlúdio de 1 minuto e meio mesmo.
“Damn Right”… DAMN. A produção assinada pelo Mike Will Made It é sexual e quase pornográfica, e o fato de terem duas mulheres com muito tesão como Jennie e Kali Uchis deixam tudo ainda mais arrepiante. Não acompanho o Childish Gambino o suficiente para saber se o homem também despertaria a minha libido, mas ele faz um bom trabalho também. A energia de melhor e mais tesudo trabalho da Ciara GRITA nessa música, e por isso mesmo se destaca e é a minha música favorita do “Ruby”. “F.T.S”, em compensação, não parece ter muito empenho e esforço com uma letra curta e básica e uma produção com batidas intensas mas pouco objetivas. Esquecível, filler, meh. E aí voltamos com a atitude e personalidade forte da Jennie com “Filter”, uma música unapologetic de gatinha destemida que vive a vida sem qualquer filtro. Uma música que segue a linha “espere o inesperado” com suas mudanças de ritmo mas sem partir para um lado caótico, focando em causar uma adrenalina no ouvinte e incentivando ele a viver sem limites também. Uma daquelas músicas que eu queria gostar muito mas, por algum motivo que não sei explicar até hoje, eu não consigo aclamar com tanto amor. De qualquer forma, tem uma produção muito interessante e fora da caixinha se tratando de Jennie Kim.
O final do álbum traz mais tesão com “Seoul City”, servindo mais uma combinação sexy e provocante da parceria Jennie + Mike Will Made It, e com brincadeiras de submissão na letra e uma interpretação mais gemida que deixam tudo ainda mais picante. “Starlight” é daquele tipo de música que começa como baladinhas mais lentas mas ganha texturas eletrônicas até virar um emotivo e introspectivo trabalho eletrônico, mas o timbre da Jennie não combina muito bem com esse tipo de som e eu fico mais entediado do que emocionado ouvindo. Por fim temos “twin”, uma baladinha acústica voz e violão que funciona como música para fã e fica por isso mesmo. O álbum poderia ter acabado em “Seoul City” pois essas duas últimas músicas não colam muito com a vibe do resto do álbum mas tá valendo, não seria um álbum de diva de K-pop sem um final mais meloso e fan bait.
Concluindo…
Num misto de mérito da Jennie e demérito das outras integrantes, “Ruby” é o melhor álbum solo de uma integrante do BLACKPINK. Todo mundo quer se lançar solo mas, enquanto as outras parecem meio perdidas no que querem mostrar para se destacarem fora do grupo, a Jennie é a única que se mostra adequadamente preparada para sustentar um álbum sozinha.
Para acompanhar as reviews mais crocantes do pop asiático na internet, siga o Pop Asiático.jpg nas redes sociais. Estou lá no twitter, no instagram e também no bluesky. E caso queiram ler, tem review para todos os solos do BLACKPINK aqui no blog: Amortage da Jisoo, Rosie da Rosé e Alter Ego da Lisa.
É, parece que a Jennie esmagou a minha fav Lalisa, que fracassou no spotify global e foi massacrada por crítica e público por não ter talento e nem visão artística 🙁
Como você bem disse, a Jennie fez algo que a Lisa nem mesmo tentou, fazer um álbum coeso. Acho desnecessário julgar a Rosé, porque tanto ela quanto a Jennie escreveram algumas músicas um pouco fora desse eixo romântico. E a Rosé sempre foi fofinha digamos assim, eu não esperaria outra coisa no debut além de um pop mais doce. Eu amei todos os singles especialmente Zen, acho que eles são fortes sozinhos mas também fazem sentido no álbum. Acho que deixo o Ruby em segundo no meu ranking, porque amo a Rosé básica como dizem que ela é.
Como você bem disse, a Jennie fez algo que a Lisa nem mesmo tentou, fazer um álbum coeso. Acho desnecessário julgar a Rosé, porque tanto ela quanto a Jennie escreveram algumas músicas que parecem não se encaixar no álbum, mas conquistam seu espaço apesar de tudo. E a Rosé sempre foi fofinha digamos assim, eu não esperaria outra coisa no debut além de um pop mais doce. Eu amei todos os singles especialmente Zen, acho que eles são fortes sozinhos mas também fazem sentido no álbum. Acho que deixo o Ruby em segundo no meu ranking, porque amo a Rosé básica como dizem que ela é.
Adorei o álbum da Jennie, ela entregou algo coeso, de qualidade e com a identidade que ela sabe sustentar muito bem.
Mas gente o abul da Rose nunca foi ruim, ele é exatamente o que se esperaria dela o que ela faz de melhor. É mediante pq é mais melancólico e tem seu mérito nisso, afinal já pensou 3 álbuns de mina fodona, rose sempre foi mais sentimental e feminina.
O da jisoo entregou um k-pop redondinho, ela nunca se dispôs e a entregar um pop americanizado ela sempre foi miss Coréia, e entregou um trabalho coreano. Já a lisa, bom, prometeu muito e não entregou nada, não que não tenha nada bom. Mas falta coerência, falta originalidade e principalmente personalidade.
Para mim :
1. Rubi ( Jennie)
2. Rosie (Rosé)
3. Ertarked (jisoo)
4. Alterego (lisa)
Aliás, amo o Red Velvet, mas que puta tiro no pé a SM me lançar o comeback da Seulgi JUSTO HOJE!!!! Era claro que a Jennie ia engolir ela. SM sempre fudendo seus artistas pqp.
A única pena que me dá é o fato da Jennie não ser grande na Coreia (pq eles não gostam de mulher fodona e bucetuda), pq a Jennie provou que da terceira geração ela é a única que teria culhões pra ser uma puta solista. E concordo, acho com certeza que ela segurou o álbum dela pra ser o último a sair pra analisar tudo o que deu certo e errado com os solos das outras integrantes. Espero que a Jennie mantenha essa linha de qualidade nos solos dela, pq a bixa pode não conquistar os orientais, mas tem cacife pra conquistar o mercado ocidental com força.
Como assim ela não é grande na Coreia?
Na época do Blackpink ela era a IT Girl, mas depois que o grupo “deu uma pausa” e focou mais no solo o k-nitzens começaram a dar mais atenção pros grupos mais novos e a Jennie meio que “foi esquecida no churrasco”. Se vc for dar uma pesquisada, a membro mais adorada na Coreia é a Jisoo, justamente por ela ser tudo o que os coreanos gostam (comportamento, pele, cabelo, etc), enquanto a Jennie tem essa energia de Rich Bitch que o público ocidental gosta mais. Tanto que as músicas da Jennie bombam mais aqui no Ocidente, pq lá no Oriente eles não curtem essa persona de “mina fodona e transante”. A Coreia nunca abraçou o grupo de verdade, eles gostavam do marketing e do $$$ que elas trouxeram em bombar no Ocidente, mas sempre preferiram grupos mais “fofos”, só reparar em como OH MY GIRLS, WJSN, Twice e tantos outros ganharam o público no mercado asiático, mesmo tendo bem menos alcance global que o Blackpink.
PS: O alcance global do Twice veio DEPOIS que o Blackpink estourou a bolha, antes disso o Twice era um grupo grande, mas longe de ter um alcance maior do que o nicho kpop e de fãs que consumiam produtos da onda Hallyu
Mas os singles dela são super bem sucedidos na Coreia, inclusive Like Jennie já já faz AK
As músicas da Jennie bombam em todo lugar, bb. like JENNIE já tá no top 7 de todos os kcharts, e isso pq a música nem está sendo promovida lá
Aliás, a Coreia sempre abraçou o BP simkkk. Elas literalmente foram o primeiro grupo a conseguir um pak logo no debut
cara ela foi muito a maioral aqui! A YG JAMAIS faria algo com tanta qualidade assim. Acho que de todas, ela soube refletir o que estava dando errado e aplicar nessa nova fase. A sensação que tive nessa gama de lançamentos, é que as meninas ainda não conseguem desvincular o que foi construído como BP e seguiram basicamente essa lógica. A Jennie, por outro lado, foi a que mais apresentou uma possibilidade de vermos um novo lado. Fico feliz e espero que todas consigam se desvincular da caixinha HORROROSA que a YG enfiou goela baixo pra elas.
Acho que Ruby consegue ser mais coerente não só pela visão da Jennie, mas também pela escolha dos produtores.
Se olhar o álbum da Lisa é uma chuva de gente fazendo música, o que acabou ficando aquela salada com coisas diferentes que não traziam nada de inovador.
Gostei muito do álbum e minha preferida é Damn Right por ser gostosa de ouvir e ainda ter outros dois artistas que gosto muito!
Espero que o futuro traga ainda mais coisas boas das meninas pra nós porque em carreira solo, mesmo que algumas parecendo perdidas, ainda trouxeram mais do que em grupo nos fazendo criar expectativas e debates como estes de um lançamento seguido do outro!
Que venham com os próximos e em sequência novamente!
O Ruby é ótimo, mas acho que muita gente subestima Zen, que para mim foi algo que o álbum fez muito bem, não tinha amado a música, o MV é o mais bem produzido do ano até agora, então distraiu demais, quando só vem o single, é uma delícia de música.
A Jennie conseguiu fazer o que a Lisa precisou de 5 personalidades, e que mesmo assim não conseguiu, as músicas tem uma conexão mas não são a mesma música falando sobre a mesma coisa.
Não que deus novidade, mas de longe é o melhor das 4, não só porque os outros três são péssimos, mas porque o Ruby é bom mesmo.
O mini da jisoo não é péssimo. É simples, mas as músicas são boas e bem produzidas. O rosie só é tediante, mas ta longe de ser lixo. O único péssimo é o alterego
Acho que porque minha expectativa era maior para essas duas, meio que a Lisa e a Jennie já sabíamos que iam entregar, o álbum da Lisa é ruim mas os singles são muito bons.
Realmente Zen é uma música maravilhosa, e brilha muito na voz da Jennie… Sobre o rosei é complicado, afinal o álbum é exatamente o que a rosé se propõe a fazer, então acho que é questão de gosto.
Eu acho que se ela queria dar uma de Taylor Swift coreana australiana ela devia pelo menos se inspirar nas melhores dela e não no Folklore para dormir
Melhor álbum de uma solista do Blackpink!! Jennie vc é a maioral sim, a primeira do seu nome, bucetuda, domadora de Dragões, terror das armys e patroa da YG!
Não vi ninguém comentando mas pra mim “one of the girls” foi essencial para esse álbum sair desse jeito nessa pegada R&B, com o sucesso da música acho que ela viu a possibilidade de ir por esse caminho e só juntou isso com o conceito minha fodona debochada que ela sempre anteriormente e agora bem nas faixas “mantra”, “with the IE”, “Extral” e “like jennie”.
*sempre fez bem anteriormente
Ela foi gigante no Ruby. Ninguém segura nossa menina Jennie quando ela tá a fim de trabalhar. Melhor álbum solo e melhor álbum comparado com a discografia do bp.
Assim como a lisa, a jennie sempre me pareceu previsível na carreira solo. Eu tinha como óbvio que a persona dela não ia muito além do que ela já é no bp. Até pq o bp é todo sobre ela e a lisa. Por isso eu fiquei com receio pq a impressão que dava é que a carreira solo dela seria apenas uma extensão da jennie from blackpink.
Eu esperava aquela jennie bucetuda e ela veio mesmo. Só que diferente da lisa, a jennie é versatil e até mesmo quando aposta no óbvio, ela ainda entrega algo bem feito. No ruby a jen foi a mina fodona, mas também foi romântica, corna, perdeu a amiga, teve crise existencial… e mesmo o álbum sendo eclético ainda conseguiu entregar coesão.
Meu ranking final é
Ruby: conjunto da obra
Amortage: mini simples mas bem feito e músicas boas
Rosie: algumas músicas boas, outras dispensáveis mas se a Rose tá feliz isso que importa.
Alterego: um dia a lisa se encontra na música
Artista. Love Hangover e Damn Right são minhas favoritas 🫶🏾
Eu já esperava que a Jennie fosse entregar o melhor trabalho e o mais coeso. Mas eu não vou mentir, gosto do álbum da Rosé também. O rosie é justamente o que eu esperava da Rosé, sem tirar nem por, então pra mim foi muito fácil de absorver. A Jisoo lançou por diversão e entregou um EP redondinho e muito gostoso de ouvir. O da Lisa, bom… foi a única decepção porque foi mal executado, mas pelo menos tem muito single bom.
Já estou animado para os próximos trabalhos solo da Jennie e da Rosé. A Jennie tem visão e sabe trabalhar bem, e a Rosé espero que ela fique gananciosa para lançar mais um smash que pelo menos chegue perto de APT, uma collab com a Olivia Rodrigo cairia muito bem.
simmm eu acho super que ela vai fazer uns collab com a olivia.