Eu me identifico tanto com as comadres do BBGIRLS, sabe? Do mesmo jeito que eu coloco como objetivo fazer lives semanais na twitch para crescer na internet além do blog e largar de mão depois de 3 semanas para voltar anos depois quando ninguém mais se importa, o BBGIRLS ressuscita a ideia de serem as rainhas do verão 5 anos depois de anunciarem a missão com o novo single “BODY WAVE”. Bom gerenciamento e comprometimento com a própria ideia? Não temos, e é por isso que é muito bom acompanhar as divas:
Sexta feira o maior e melhor álbum do mundo será lançado, então vamos fazer uma limpa no que rolou por aí antes de transformar o meu próximo fim de semana num grande hiperfoco de PLEASURE DA JOLIN TSAI.
Essa poderia ser uma jocosa referência ao filme I’m still here da atriz de slaps & kisses e golden globe Winner Fernanda Torres, mas de fato é um comeback do BBGIRLS depois de 1 ano e meio longe dos palcos, com gravadora nova, formação nova e com o single novo “LOVE 2”, mostrando que o grupo ainda existe no K-pop:
Enquanto a primeira parte está sendo agitada por comentários se estapeando com TWICE x SNSD como se estivéssemos em 2016 de novo, a segunda parte chocou alguns por conta da aparição da Hyoyeon no Top 100, seja por estar muito baixo ou por chocantemente APARECER em uma lista de 100 melhores músicas do ano. Será que essa terceira parte vai continuar atraindo comentários de fãs de velhas de guerra no K-pop por conta de menções entre as minhas músicas favoritas de 2023 ou esse post vai cheirar menos a naftalina e saudosismo da 2nd/3rd gen? Segue a parte 3 do Year End 100, trazendo mais 15 das 100 melhores músicas do ano:
Um dia desses a Folha de São Paulo decidiu traduzir uma matéria do The New York Times falando sobre a “classe média do pop”, um conceito criado para um homossexual chamar meio mundo de cantoras pop de fracassadas definir aqueles artistas que não fazem sucesso de fato, mas tem alguns números relevantes e uma fanbase para apoiar e acompanhar os charts. Pelo jornal, essa é uma ideia BEM ampla, indo desde cantoras que possuem um ou mais hitsmas não tem um nome que cause impacto no pop, passando pelo Troye Sivan e indo até aquelas que só existem no twitter mesmo, mas em todos os casos são nomes que, de alguma forma, você já ouviu falar em algum momento da sua vida cronicamente online.
Daí surgiu a dúvida: E se existisse uma “classe média” no K-pop? Isso me despertou a dúvida que tirou o meu sono por dias. E como eu sou o The New York Times da classe kpoppeira (kkkkkk finge porra), decidi fazer um Top Top.jpg com 10 girlgroups que poderiam ser parte dessa “classe média”. Um passeio por gerações, girlgroups flopados e muita passada de pano em seus fracassos, coisas que todos amam. Vamos lá?
Repaginar a carreira não é novidade para o BBGirls mas, como nenhuma dessas meninas nasceu com o Brave Girls lá, dá para dizer que elas estão vivendo como BBGirls uma história “própria”. Sem Brave Sound, com um novo nome e de casa nova, o grupo lançou hoje o novo single do grupo “One More Time”, um nome apropriadamente certeiro para o recomeço delas: