Recebi um pix no final de semana retrasado (Que só fui ver nesse último fim de semana porque o picpay não estava notificando nada no meu celular) para falar sobre o último comeback do ENHYPEN “The Sin: Bliss”, fazendo questão de destacar que a title track “Bloody Paradise” ganhou uma versão em inglês com a Luisa Sonza (Nunca saberemos se na intenção de exaltar ou humilhar o comeback). E lançamento de boygroup bancado por leitor normalmente é aquilo: Ou é para falar muito mal ou muito bem… E, para a minha sorte, o “Bliss” está mais inclinado para a segunda opção.
Artista: ENHYPEN Álbum: THE SIN : BLISS Lançamento: 21/08/2026 Gravadora: BELIFT Lab Nota: 70/100
Todo mundo que teve o mínimo de acesso ao mundinho kpopper em março acompanhou o enorme drama que foi a saída do Heeseung do ENHYPEN. Acompanhou até se NÃO quisesse, pois as fãs do grupo atingiram um pico parassocial jamais visto negando a realidade, queimando pneu virtual e rezando na chuva do twitter como se tivesse acontecido algo além dele sair do grupo para seguir a carreira solo que começou HOJE, com seu primeiro single “Ride or Die” e o novo nome artístico EVAN. E se você é daquelas que ainda não aceitou ou se recusa a acreditar que ele saiu do grupo: Relaxa, pois esse debut dele provavelmente saiu de alguma gaveta de demos que a BELIFT tem para os comebacks do próprio ENHYPEN.
Um resuminho do que ferveu nas minhas redes sociais essa semana, especialmente porque fã de boygroup de K-pop ADORA ampliar as coisas desnecessariamente na internet.
Pitchfork dá 5.3 para o“ARIRANG” do BTS e os armys passaram a semana saindo no soco virtual com o redator da review
For @pitchfork I wrote about ‘Arirang’, the first new BTS album in four years. I found it pointless and passionless. I think it is beautiful though that its most interesting, emotional, and important song is 98 seconds of near silence.https://t.co/lj3retMcWk
Essa última semana foi bastante movimentada para os fãs do ENHYPEN com a repentina saída do Heeseung do grupo. Aí rolou de tudo: Caminhões na porta da HYBE, petições com milhões de assinaturas, fãs atormentando amigos dele consolidação da hilária hashtag #ENHYPENIS7 e por aí vai. Aparentemente, até tentaram tacar fogo no prédio da HYBE e teve gente achando isso uma boa ideia. Com tudo isso acontecendo, a BELIFT LAB voltou a público e soltou uma nova nota reafirmando que o Heeseung não volta para o ENHYPEN e seguirá como solista:
BELIFT LAB in a new statement to The Korea Herald regarding HEESEUNG’s departure from ENHYPEN:
— “Heeseung will not be returning to Enhypen (…) He has a clear artistic direction he wants to pursue, and we decided to respect that.” pic.twitter.com/FKwZwJsxC3
A nova do YOUNG POSSE é horrorosa e o Billlie sequer está lançando MV de qualquer uma das versões do single novo, então vamos botar tudo num pacotão com boygroups ruins e seja o que deus quiser.
Eu não sou muito de comentar sobre os vencedores do MAMA 2023 mas uma ENORME demanda (Três pessoas) surgiu para saber se eu iria comentar quem venceu naquela premiação de fundo de quintal. Como estou desempregado com tempo livre nesse fim de ano para fazer esse tipo de marmota, aqui estou eu pronto para falar dos vencedores da edição desse ano. Não de todos, obviamente (Tem muita coisa para encher linguiça), só os que tenho algo para comentar e fazer alguma graça por aqui. Vamos lá:
Artista do Ano, Música do Ano (“Ditto”), Dance Performance Female Group (“Ditto”), Melhor grupo feminino — NewJeans
Se você entrar nesse post pensando: “Masoq? Dougie falando de ENHYPEN? Ele só pode ter sido pago para isso” eu vou te responder SIM! Me mandaram um gostoso PIX para eu falar do comeback do grupo com o quarto mini-álbum “Dark Blood” (Menina e eu achando que eles eram rookies mas até carreira japonesa eles já tem lol). Então, vamos começar com a faixa principal desse comeback, “Bite Me”, mais uma faixa de menos de 3 minutos que conseguiu a façanha de durar menos que uma música da Pabllo Vittar:
Passamos uma semana aí aclamando as melhores músicas que o Asian Pop desovou em 2020, mas você, leitor assíduo desse e/ou de outros blogs fundo de quintal, está aqui pela bagunça: Quer ver uma baixaria generalizada, um monte de gente caindo de paraquedas e xingando esse blogueiro como se não houvesse amanhã, uma cadeira voando, a mãe sendo esculhambada, TUDO isso porque não aceitam que alguém pode achar a música do fave horrível. Então, criando uma tradição aqui nesse blog, vou listar as 10 músicas mais pau-mole do K-pop em 2020.
Uma música pau-mole não quer dizer (necessariamente) uma música ruim, e tem músicas aqui que eu acho até aceitáveis. Mas são músicas que, dadas as situações dos envolvidos, são xoxas, capengas, mancas, anêmicas frágeis e inconsistentes. Ou seja, grandes decepções pessoais). E vale destacar o “pessoal” aqui porque, embora ninguém leia esse disclaimer, é sempre bom ressaltar que isso aqui se trata de opiniões meia boca que só são verdades absolutas para quem escreve essa joça. Ah, e também são opiniões de coisas que eu minimamente acompanhei ou pelo menos ouvi esse ano, afinal eu só posso opinar sobre o que eu ouvi. Por exemplo: Monsta X provavelmente lançou uma porcaria horrível para a Starship continuar pagando os pecados depois de disbandar o SISTAR, mas eu não me importo com o que eles lançam então eles não tem chances de aparecer por aqui.
Explicações dadas, vamos dar início ao Top 10 com…
A Big Hit debutar um boygroup de 7 integrantes às vésperas do famigerado anúncio de alistamento militar do BTS (Ou não, levando em conta notícias mais recentes) é quase que a empresa falando para as notas do naver: Vão lá, comparem eles com o BTS, anda, ajuda no engajamento, espalhem aí que debutei um outro boygroup na internet e falem que esse debut é IGUAL a qualquer tranqueira que o BTS lançaria, anda viado. Mas não vou me submeter a isso, pois eu sei que vocês acompanham o meu blog pelas resenhas profundas e análises acertadas sem nenhum tipo de apelação por cliques, então não posso me submeter a essas análises fáceis, não é mesmo?
Mas o que aconteceu: O ENHYPEN debutou ontem com “Given-Taken”…