Drops.jpg: VIVIZ pedindo as contas, THE BOYZ no seguro desemprego, Utada Hikaru pioneire do City Pop

Talvez eu faça do Drops um post semanal. Quer dizer, eu prefiro desperdiçar meu domingo em casa do que no Lollapalooza, então é melhor me ocupar com alguma coisa né. Vamos ver se consigo me organizar para tal.

THE BOYZ pula fora da One Hundred após pouco mais de 1 ano. O integrante New continua na empresa.

No dia 18 foi noticiado que, com exceção do New, todos os integrantes do The Boyz rescindiram o contrato com a One Hundred Entertainment, alegando quebra de confiança e falta de pagamento. O comunicado completo expande esse motivo, dizendo que a agência recebeu pagamentos antecipados referente aos trabalhos dos artistas mas não repassou os valores para os funcionários, e também abandonou as suas responsabilidades no gerenciamento deixando o grupo aos ventos. Com tudo isso, sabe-se lá por que raios o New seguiu na One Hundred.

Uma curiosidade engraçada aqui é que essa já é a 3ª empresa do THE BOYZ como grupo. Eles debutaram sob a Cre.Ker Entertainment em 2017, e em 2019 eles pegaram a IST para gerenciar o grupo após a Cre.Ker se fundir com a Play M Entertainment. No fim de 2024 eles largaram a IST para serem gerenciados pela One Hundred, e ficaram lá por pouco mais de um ano. Não há notícias de uma nova gravadora para eles ainda, mas as vendas deles continuam bem relevantes e batendo picos na Coreia, então não duvido que eles assinem com uma quarta empresa em breve (A não ser que não seja mais vontade deles seguir como grupo).

VIVIZ, BE’O e Lee Mujin entram com ação para encerrar contratos com a Big Planet Made. A empresa diz que nenhuma decisão foi tomada.

1 dia depois, pipocou a notícia que VIVIZ, Lee Mujin e BE’O entraram com notificação para encerrar seus contratos com a Big Planet Made, subsidiária da One Hundred. O motivo é, basicamente, o mesmo do The Boyz (Quebra de confiança e brechas contratuais) mas, até agora, não foram dados maiores detalhes pela parte dos artistas. Pelo lado da empresa, a BPM afirma que “nenhuma decisão foi tomada sobre o assunto”. A BPM, INB (EXO CBX) e a ONE HUNDRED estão no mesmo guarda chuva (As duas primeiras são subsidiárias da terceira), então deve estar rolando um problema ENORME de gerenciamento para todo mundo estar com problemas por lá.

A óbvia preocupação da fanbase aqui é com o VIVIZ, mas acho que o trio consegue se virar em outra empresa. Quer dizer, as vendas estão consistentes para um trio de ex-GFRIEND e elas tem o hit “Maniac” para cantar em tudo quanto é evento ao redor da Coreia. É um grupo popular e é atrativo para alguma empresa de pequeno/médio porte cuidar do gerenciamento delas, e sempre podem se aproveitar das ocasionais reuniões do GFRIEND ao longo dos anos.

Charlie Puth dá a entender que Utada Hikaru (Nascide em 1983) é um dos artistas pioneiros do gênero City Pop (“Criado” no fim dos anos 70/início dos anos 80) no Japão

Essa semana um tweet do perfil UtadaCharts bombou no mundinho J-pop (750 mil views, já pisou em “Mine Of Yours”) com uma frase muito interessante que o Charlie Puth falou no podcast Zane Lowe Show. Ao comentar sobre o novo single e parceria com Utada Hikaru “Home”, ele teria dito que “Você não pode fazer um city pop japonês sem os artistas que pioneiros do gênero”, insinuando que Utada teria pavimentado o City Pop. O problema é que Utada nasceu em 1983, enquanto o City Pop foi um termo inventado para definir um período específico da música pop japonesa que misturava Soul, Funk e Disco (Entre outros gêneros) entre o fim dos anos 70 e o início dos anos 80. A não ser que as fraldas de Utada continham composições que mudaram a vida de Tatsuro Yamashita, a fala dele não faria o menor sentido.

Eu fui ouvir esse trecho da entrevista para buscar algum contexto ou ver se perdi algo, e concluí que ele se expressou bem mal na intenção de provar que é artista. Ele fala sobre criar uma faixa de ritmo médio, com referências de Terry Lewis e Jimmy Jam e ser uma das homenagens a artistas que ele respeita muito na música, o que justifica bem com o som de Utada e as parcerias que elu tem com o Terry Lewis e Jimmy Jam (“Addicted To You” e “Wait & See ~Risk~”), só que falar só isso não era o suficiente para ele mostrar que tem grandes referências e pesquisou muito para criar a arte do álbum. Então, ao invés de só falar que queria trabalhar com um artista do Japão e/ou tratar Utada como referência no R&B japonês, ele soltou esse “City Pop” numa tentativa de fazer essa participação soar como algo “exótico” e fora da caixa para tirar alguns “uau, você é muito artista” do entrevistador. Enfim, pelo menos serviu como entretenimento no jpoptwt.

Na falta de coisa mais relevante, vamos falar dos comebacks do Golden Child e do The Boyz

Semana passada foi muito movimentada para os fãs de girlgroups e atos femininos no geral para mostrar que o mês de agosto vem fervendo. Aí chegamos na segunda do mês e… Só tivemos boygroup de 3º escalão pra baixo lançando música. É né, não dá para vencer sempre.

Bem, já que o K-pop só me deu isso para comentar hoje, vamos ver rapidinho o que Golden Child e The Boyz fizeram para os fãs deles e se algo deles vai funcionar comigo:

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RECAP — Kingdom – Legendary War S01E10: Parabéns, Stray Kids

Na última quinta feira rolou a final do Kingdom, ou seja, finalmente estamos acabando com essa série de recaps do programa mais quente dos 0,4% de audiência que se dão o trabalho de assistir o programa. Infelizmente essa final durou TRÊS HORAS, e eu não vou gastar o meu tempo assistindo 3 horas de um programa que eu JÁ SEI o que vai acontecer. Então, para esse recap final, vou falar um pouco sobre a trajetória de cada grupo no programa, quem hitou, quem flopou e se as previsões que eu tinha feito para cada um foram certeiras ou não. Se você está preparado para os últimos comentários amargos e odiosos sobre o Kingdom, é só clicar no “Continuar Lendo” aí:

The Boyz – Kingdom Come

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RECAP — Kingdom – Legendary War S01E09: Tá acabando galera, eu juro

NO EPISÓDIO ANTERIOR: Mayfly humilhou a concorrência, uns 3 grupos passaram a competir nesse programa só para cumprir tabela, Lisa apareceu para dar uma aquecida nos 0,2% de audiência do programa e alguns grupos disputaram quem conseguia lançar o pior cover do BLACKPINK no programa. Será que tivemos mais algum massacre sem pudor a um trabalho de girlgroup nesse episódio? A terceira rodada se encerra agora:

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Comentando as faixas inéditas do Kingdom e me perguntando se realmente tem um rei ali

Kingdom já entrou em sua fase final, onde os grupos lançaram suas músicas para o programa que serão performadas no último episódio, com o desempenho nos charts valendo pontos para o final do programa onde a gente descobre quem ganha essa zona. Para poupar tempo na hora de comentar o último episódio (E render um post gratuitíssimo para esse domingo), vamos fazer um rápido review das músicas do programa que foram lançadas na última quinta feira. Alguma delas presta? Quem será o rei do programa? Vamos ver se alguma dessas músicas responde isso:

BTOB – Finale (Show And Prove)

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RECAP — Kingdom – Legendary War S01E08: Tem como uma música do BLACKPINK ficar PIOR?

NO EPISÓDIO ANTERIOR: DUAS HORAS de programa para mostrar 4 performances, mas pelo menos tivemos a melhor apresentação do Kingdom com os dançarinos do iKON, The Boyz e SF9 entregando a magia e folclore da performance tradicional coreana, mostrando cultura para esse povo. Então é claro que eles vão vencer o grupo que fez um mero cover de “Wolf” do EXO e…

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RECAP — Kingdom – Legendary War (S01E07): A fanbase está levando a sério demais esse programa

NO EPISÓDIO ANTERIOR: Nada relevante. Então vamos direto para o EP7 que teve muita coisa: Divulgação de resultados, ranking atual, apresentações, raps, fanbases tiltando e tudo que um programa dando 0,3% de ibope (Mas bombando nos fóruns e redes sociais) pode oferecer. Sim, MNET, você está fazendo fanbases se estressarem por absolutamente NADA, então você sabe que venceu.

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RECAP — Kingdom – Legendary War S01E06: Gincana do fundamental II

NO EPISÓDIO ANTERIOR: ATEEZ reviveu Rhythm Ta para o meu desgosto, BTOB rasgou a camisa e Stray Kids desafiou a audição alheia. Aí tivemos o resultado parcial da segunda rodada, com o ATEEZ hitando de novo e Stray Kids e The Boyz flopando nos primeiros rankings. Mas tudo poderia mudar com a avaliação global, então como as fanbases se dedicaram para mudar as coisas desse Round 2? O recap do 6° episódio do Kingdom começa agora:

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