Kalen Anzai tem uma demo da Charli XCX, um banheirão virtual e um sonho em “Genjitsu Camera”

A Kalen Anzai segue sendo a grande aposta de diva pop da Avex para a nova geração do J-pop por algum motivo, e agora ela está envolvida em um projeto onde ela vai lançar 7 singles em um curto espaço de tempo, todos ganhando MVs em um novo mundo virtual mais animesco e com bem menos orçamento que os luxuosos vídeos de debut da gata, porque a Avex tá falindo e não dá para bancar uma cantora com 14 fãs do jeito que estavam bancando.

Pois bem, os 2 primeiros singles dessa nova fase não são lá grandes coisas, mas “Genjitsu Camera” foi lançada ontem e sobe o nível da coisa com o melhor single da Kalen Anzai em tempos:

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O que (não) aconteceu em 2021: SCIENTIST

TWICE seguiu no K-pop com mais um ano movimentadíssimo: Teve EP e o 3º full album na Coreia, singles e o 3º full album para o Japão, e rolou até single nos Estados Unidos como tentativa de carimbar passagem para a Billboard Hot 100. O grupo se manteve muito atarefado, vendeu muitos álbuns e etc., mas mostrou em 2021 que o gás para se manter no topo dos charts digitais pode estar acabando. Prova disso é SCIENTIST:

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Yuna é a primeira idol NFT do K-pop provando que o capitalismo é uma droga com “Kiss Me Kiss Me”

O K-pop virou um lugar onde toda e qualquer invenção tecnológica é experimentado, e isso quase sempre é algo, huh, controverso entre a fanbase. A recente onda de idols virtuais e feitos com tecnologia AI mostram que qualquer coisa que o capitalismo inventar a Coreia estará lá, de portas abertas para receber e servir de testes. E o mais novo evento de testes para o K-pop é Yuna, a primeira idol virtual NFT:

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O que (não) aconteceu em 2021: LALISA

Esse ano foi meio movimentado para o BLACKPINK. Não tivemos muita música do grupo em si (Mas até aí em que ano temos muita música delas né…), porém as meninas se mantiveram em destaque com vários desfiles, photoshoots e dois debuts solo: O da Rosé que ninguém fora dos blinks se interessou muito por se tratar de música lenta e o da Lisa, uma integrante bem popular que prometia uma farofa bem crocante para a população por ser a rapper fodona que rima Lisa com Monalisa do BLACKPINK…

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Top Top.jpg: 10 nomes que poderiam competir e por suas carreiras em jogo no Queendom 2

Depois de alguns rumores circulando na internet e em diversos fóruns Pandlr ao redor da Coreia, a segunda temporada foi confirmada pela MNET para acontecer no ano que vem.

Obviamente o programa não tem uma data certa ou um elenco definido para o ano que vem, mas isso nos dá propriedade para especular possíveis nomes para participar desse pequeno grande programa. E o Top Top.jpg de nome traz 10 nomes que são grandes apostas minhas para se envolver nessa marmotagem da MNET e botarem suas carreiras em jogo para, quem sabe, sair um novo Oh My Girl no meio disso tudo.

10º lugar — ITZY

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O que (não) aconteceu em 2021: O comeback do SNSD

Muitos grupos já morreram, já prometeram que não estão mortos e ficam alimentando esperanças de fãs a troco de nada, e esse ano aparentemente é o início do fim da 2nd gen com grupos como GFRIEND e Lovelyz cantando pra subir. Nem todo mundo é o T-ara no fim de 2021, mas nada é mais legal de acompanhar o fim do SNSD pois a SM conseguiu montar um triplex na cabeça de cada SONE ainda vivo com essa história de que o OT8 ainda existe, a ponto de QUALQUER.COISA.SER.UM.SINAL de que elas vão voltar:

… É sério.

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Review Retrô: Quando a Song Ji Eun falou que é possível ser gostosa aos 25 anos com “Twenty Five” (2014)

O maior feriado do mês de dezembro chegou: Sim, hoje é o meu aniversário. Mas não é um aniversário qualquer: Estou completando 25 anos, e isso quer dizer que poderia usar “Palette” da IU como trilha sonora desse dia especial, afinal eu cheguei aos 25 e está tudo bem, certo? Sim, mas ao invés disso vou ir um pouquinho mais longe e falar de uma música que me identifico mais para esse dia tão especial, com a Song Jieun cantando sobre ser uma grande gostosa aos 25 anos com a gostosíssima “Twenty Five”:

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O que aconteceu em 2021: O comeback do T-ara

O fã de girlgroups da 2ª geração (E até o mais velho de guerra da 3ª geração) já está acostumado com as promessas de grupos que estão mortos mas ficam falando em qualquer tabloide que o girlgroup em questão ainda está vivo só para o fã se manter na vã esperança de ver um comeback do grupo enquanto acompanha e alimenta a carreira solo daquela gostosa que decidiu ser cantora indie com baladinhas intimistas para seguir com a carreira de cantora. Mas no meio de tantas promessas não cumpridas e ilusões alimentadas em 2021, um grupo ressurgiu das cinzas: T-ara.

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O que deu certo no IVE que não deu certo nos grupos de ex-I.O.I?

Quando o IZ*ONE deu o disband e cada uma seguiu seu rumo nas suas gravadoras originais, muito se especulou sobre o que cada uma seguiria. O caminho mais seguro para as meninas é uma carreira solo, pois deu certo para a Chungha depois que saiu do I.O.I (E a Somi também consegue arrancar um ou outro dinheiro quando consegue lançar música na YG) e até para aproveitar a fanbase individual das integrantes. Essa tendência se concretizou com os debuts solo de Kwon Eunbi e Jo Yuri, e outras gatinhas como Choi Yena e Kang Hyewon devem debutar como solistas em breve também. A Starship, porém, fez diferente e botou suas ex-IZ*ONE Jang Wonyoung e Ahn Yujin para debutar em um novo girlgroup, IVE.

Debutar duas gatinhas populares dentro de um girlgroup foi uma estratégia arriscada visto que nenhum dos grupos com ex-integrantes do I.O.I deu lá muito certo (E “ELEVEN” não é lá das músicas mais únicas para tornar o grupo memorável), mas foi uma estratégia que deu certo vendo que “ELEVEN” disparou nos charts coreanos e já aparece como um dos grandes hits da 4ª geração do K-pop. Mas o que aconteceu para um grupo de ex-IZ*ONE dar certo e o máximo que os grupos ex-I.O.I conseguiram foi engatar subcelebridades para a Rede TV?

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